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sexta-feira, 31 de maio de 2013

QUAL A ORIGEM DAS SETE PARTES DO PORQUE TODOS ASSIM SÃO?

(Ubirajara Pisão)
Muitas perguntas são feitas para os homens que dizem que conhecem a origem das estrelas, do sol, da lua, terra, água, animais e vegetais.
Como aconteceu a origem da humanidade, qual a causa dessa origem e todo o seu histórico.
Se for procurar resposta na Cultura Artificial, é bom colocar um dicionário do lado ou se aprofundar por muito tempo em termos técnicos e estudo do que é chamado de superior.
Vai ter primeiro que aprender um idioma novo que parece estar muito longe de uma comunicação clara e depois que aprender esta linguagem, conhecida como acadêmica vai começar uma longa série de leituras e estudos de livros de tantos teóricos, que vai ter que escolher uma linha para não se perder em tantas conjecturas e opiniões que parece não ter fim.
Possivelmente vai levar anos e também poderá colocar em molduras bonitas alguns papéis com valores sentimentais estampados em uma sala na parede principal, como troféus para que todos possam admirar, depois que aprendeu tantos conhecimentos com concordâncias aparentemente perfeitas de uma linguagem, que só esboça uma vaidade de quem aprendeu contos das carochinhas para o encanto dos imaginadores e sofredores.
Não se esquecendo de que molduras e belos papéis impressos, muitos dos animais irracionais também têm como prêmios de seus belos pelos, portes, marchas, etc. Levantando o orgulho de seus donos que passaram anos em treinamento e dedicação para tais vitórias.
Colocamo-nos com tantos adornos, tantas fantasias que as aparências são tidas como verdades. Tantos estudos da Cultura Artificial e o que deveria ser exemplo de conduta, ética e moral, hoje parece fábrica de problemas sociais.
Belas casas e apartamentos luxuosos em contraste com moradias miseráveis.
Nossos corpos limpos e perfumados por fora, internamente sujos e doentes.
Nossas casas limpas com detergentes, alvejantes e desinfetantes perfumados, pois, gostamos de andar limpos e cheirosos e nossos rios, lagos, lagoas e mares com esgotos dos nossos dejetos fétidos e nosso ar que deveria ser tão precioso, envenenado por nossa arrogância, vaidade de querer só usar a vontade e os gostos como alimento principal de nossa grande sabedoria enfeitada por plumas e paetês sempre a vista dos olhares inconsciente dos incautos.
Nossas crianças, parece não podermos mais educá-las, ficando muitas escolas um local que reflete violência que é notificada quase que diariamente pelos veículos de comunicação para massas.
Nossos vegetais cada vez mais envenenados para saciar a fome de um crescimento desordenado e faminto.
Nossos peixes desaparecendo e os que ficam muitas vezes se alimentam dos dejetos indesejáveis para os sábios da lama que os fabricam, em nome da praticidade e da modernidade e são jogados nos oceanos que hoje deveria ser chamado de Grande Esgoto dos Inescrupulosos Insaciáveis.
Grande sabedoria esta nossa de pensadores e imaginadores que é tão cheia de dialética aparente, que não sabem que o pensamento tem milhões de milênios e nunca conseguiu acertar e que o mesmo foi feito para lapidar o pensador e é inimigo do pensador e nunca acertou e não é agora que vai acertar.
Nossa civilização está indo à extinção pelo progresso da degeneração que para minguados todos iam se não fosse a Imunização Racional.
Notificam quase que diariamente que os anos de vida aumentaram coisa que não reflete o tempo de duração dos corpos humanos.
Os anos de vida aumentaram em que sentido? Nossos hospitais estão sempre cheios, as oficinas de desmonte (cemitérios) em muitos lugares é difícil de conseguir vagas, sempre surgindo novas doenças a frente dos remediadores. As intempéries da natureza sempre mostrando a sua força com catástrofes liquidadoras unidas aos acidentes diversos e violências de todos os níveis: terrorismos, drogas, guerras, etc.
Então, ouvimos falar que os anos de vida aumentaram, aumentaram para quem? Para os sobreviventes que usam muitos remédios para irem remediando e que ainda não foram vítimas da violência, conflitos, guerras, intempéries naturais, doenças incuráveis, envenenados pelos alimentos, pela respiração, pela deformação e a degeneração natural que pela lei da transformação liquida uma fase para a entrada de outra renovada.
“O pior cego é aquele que não quer ver” já diz um velho ditado popular.
A Imunização Racional vai impedir a degeneração para minguados que todos estavam indo, todos e muitos serão salvos e outros vão parar nessa degeneração, pior do que esta que estamos hoje, através do progresso da multiplicação e enfraquecimento da natureza.
Quando os homens conhecerem a origem do sol, da lua, das estrelas, da água, da terra, dos animais e vegetais com base com lógica e infinidade de provas e comprovações, vão conhecer a sua origem, vão conhecer as causas que deram origem a todo este Universo deformado fora do verdadeiro natural, vão passar a se conhecerem a ficarem desenvolvidos por sua origem verdadeira, vão conhecer verdadeiramente Deus e toda a sua sabedoria e tudo que vier do mesmo vai ser como se fosse uma linda canção afinada, que alimenta o eu como um néctar divino e sendo sua degustação sempre satisfatória e com um toque de quero mais.
Vão ficar muito satisfeitos e entender a explicação de sua verdadeira origem e como o verdadeiro ar puro o seu corpo não vai enjoar do mesmo, pois, sua necessidade vai ser satisfatória unida a uma repetição sempre diferente na sutilidade de um desenvolvimento natural e realmente divino, que dá vida a um ser que estava se afogando, sem perceber, no mar da ignorância e que já não se lembrava de sua essência Racional.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

UM DISTRAÍDO É UM PERDIDO

Quem não aprecia a Natureza? Quem não se sente bem em contato com Ela?
Todos apreciam, todos se sentem bem.
Por que?
Porque ela é desprendida, acolhe, gera, cria e mantém todos de graça. E mais ainda, porque nela não há nada artificial. E aí está a razão de nos sentirmos tão bem em contato com Ela: Ela é o que é, sem qualquer artifício e é a nossa Mãe Verdadeira. E quem não se sente bem no aconchego materno?
Todos se sentem bem, porque toda mãe quer o melhor para seus filhos, mesmo que não seja correspondida no seu amor, mesmo que não seja respeitada.
Mas, os seres “humanos”, distraídos com seus inventos artificiais (a maioria desnecessária para a manutenção da vida), encantou-se com suas criações e se esqueceu de sua Mãe benfeitora, afastando-se dela.
E pior, passou a valorizar muito mais os seus feitos artificiais, do que os feitos da Mãe benfeitora, a Natureza.
E, assim, perdeu o respeito pelos animais, pelos vegetais, pelos minerais, pelos rios, mares e cachoeiras e até por seus semelhantes, os animais Racionais.
Julgando-se assim mais que a Mãe benfeitora.
E isso veio repercutir na rotina da vida de todos, distraídos com os artifícios, que hoje dão mais valor à sua profissão, à cultura artificial que abraçam, esquecendo-se até de que seus semelhantes precisam é de carinho, amor, atenção.
Se formos exemplificar o que acontece dentro das famílias, nos ambientes de trabalho, ou onde quer que exista uma reunião de pessoas, ficaremos muito tristes e decepcionados com o nosso proceder modernista, materialista, que está sempre a sobrepor o artifício, as aparências ao cultivo do amor ao próximo (que às vezes está tão próximo da gente e é ignorado).
E um distraído é um perdido. Perde a oportunidade de desenvolver sua potencialidade mais nobre e elevada que é o raciocínio, o bom senso superior, que não admite nada que desvalorize os feitos da Mãe benfeitora.
Está em tempo ainda de reverter esse quadro tão vergonhoso, que demonstra um atraso muito grande do ser humano materialista.
Vamos voltar a ser humanos?
Mas, para ser verdadeiramente humanos, precisamos dar à nossa Mãe Natureza toda a atenção que Ela merece.
Abracemos nossa Mãe Querida, abraçando a cultura dEla, a cultura natural, que nos tira da distração com a matéria, da perdição material, aproximando-nos uns dos outros e de nós mesmos.
E onde está essa cultura?
Nos Livros Universo em Desencanto.

AS SETE PARTES DO PORQUE NÓS ASSIM SOMOS

(João Evangelista Saraiva)
S O L
Eu sou o sol. O primeiro feito de transformação do UNIVERSO. Devido ser minha formação proveniente das virtudes (VIDAS) que os Racionais que entraram e permaneceram na planície, devido o livre arbítrio, com o tempo, foram perdendo. Essas virtudes eram vidas de um brilho fulgurante, por isso a razão de minha luz. Sou o principio e a causa de toda essa deformação. Através da intensidade do meu calor é que houve a transformação da planície em resina e goma. A resina ao receber meu calor, transformou-se em terra e a goma em água. Sou o responsável por todas as vidas terrenas, pois sem meu calor nada existiria. Sem a minha interferência não haveria micróbios, vírus ou micro vírus. Assim sendo, me orgulho de ser o rei dos astros, o gerador, criador e destruidor. Em resumo, sou o manipulador. Às vezes me escondo por um bom tempo, isso devido ao mau tempo (modo de dizer), mas sou a favor de tudo, pois sou o coordenador da Natureza.
Á G U A
Eu sou a ÁGUA. O único líquido precioso existente no Universo. Todos dependem de mim. Sem mim nada sobrevive. Isso é extensivo à toda espécie animal e vegetal. Através das minhas virtudes perdidas, resultaram-se a Lua e as Estrelas. Por isso essas vaidosas, brilham como eu. Dependo do Engenheiro Chefe... o sol. Mas sou a fonte da energia elétrica. Em resumo eu sou a única fonte geradora de uma energia poderosa, mas infelizmente degenerada, pois somente reproduzo quando choco, mas sem mim não há vidas.
Um dos fatos mais importantes que realizei foi a invasão das terras, quando as partes mais sólidas e mais altas ficaram, formando assim os Continentes . O meu surgimento foi devido o calor do sol em uma parte da planície que começou a se derreter, ficando mole, gomosa, formando um líquido grosso; e com o tempo, mais fino, tornando-me o que sou.
Muitas vezes, sou obrigada a chamar atenção dos seres humanos em razão dos seus abusos, para que eles aprendam que, o abuso é o fracasso dos abusados. Aí paga o justo pelos infratores.
L U A
Eu sou a lua. Sou derivada das virtudes perdidas da resina (TERRA) e da goma (ÁGUA). Minha influência na terra é enorme. Devido essa grande influência é que mexo com tudo e com todos. Sou um corpo magnético, como o sexo feminino, que também já é próprio para receber cargas e descargas. Assim sou eu; depois de carregada, me vêem grande, bonita e formosa, depois de descarregada, daquela energia quase desapareço. Nessas modificações é que surge o que se chama de lua cheia, quando estou carregada de energia magnética; quarto crescente, quando estou carregando; quarto minguante, quando estou descarregando e nova quando estou descarregada. Esses movimentos são proporcionados, em virtude da própria natureza universal ser um conjunto fluídico elétrico e magnético. Trabalho como uma bateria de carga e descarga. Pelos eflúvios das ondas e das correntes, da própria natureza. Já fui até há bem pouco tempo, cantada e decantada pelos poetas e compositores. Mas ainda sou o encanto dos namorados.
Na cheia sou mais vaidosa
A crescente sou mais forte
Na minguante mais humilde
Na nova transmito sorte.
V E G E T A I S
Eu sou o vegetal. Sou derivado de uma composição de água e terra. Também dependo do sol, da lua, da água e da terra. Devido à planície virar água e essa água misturada na terra; com o tempo mofou, infeccionou, apodreceu, formando os micróbios, vírus etc., assim eu fui gerado. Mas minha importância é vital ao ser humano, pois sem mim o que seria de vocês. Sou útil de todas as formas, como remédios, alimentos, como tecidos, ou madeira e principalmente como o oxigênio que lhes forneço. Sou o autor de um importante processo, para a produção da energia necessária para a sobrevivência humana; denominada Fotossíntese.
ANIMAIS (IRRACIONAIS E RACIONAIS)
IRRACIONAIS
Somos animais irracionais de categoria inferiores por não termos raciocínio, pois somos provenientes de uma partícula minúscula, quase extinta. Razão pela qual somos comandados pela energia magnética pura. Assim como os vegetais, somos frutos da mistura de água e terra, onde se gerou os micróbios, vírus e micro vírus. Daí surgimos. Dependemos do sol, da lua, das estrelas, da terra, da água e dos vegetais e nenhuma destas partes dependem de nós. Também somos frutos de transformações sempre em classe inferiores. Servimos aos animais superiores (Racionais) em vários setores, cada qual com sua serventia, inclusive como alimento. Devemos frisar bem que não raciocinamos, mas temos um pensamento curto e intuitivo. Nossa família é enorme. Nela se incluem os quadrúpedes, os insetos, as aves, os peixes, crustáceos, etc. etc.
RACIONAIS
Diferenciamos dos componentes das seis partes citadas, por sermos portadores da potência máxima divina que é o Raciocínio, ou seja, o único elo identificador da nossa saudosa origem. O Raciocínio é a justa, força e razão, que quer dizer justiça e poder Racional, ou seja, equilíbrio. Coincidência ou não, uma vez que não há efeito sem causa, estas iniciais das sete partes do por que assim somos formam a palavra - S AL V A-TE.
Sol
Água
Lua
Vegetais
Animais
Terra
Estrelas
Temos que retornar ao nosso mundo de origem através do desenvolvimento e desmaterialização do Raciocínio. Esse retorno significa nossa salvação. Através deste desenvolvimento, vamos recuperar as partículas que no princípio deixamos nas sete partes. Mas queremos deixar bem claro que tudo isso será em vida, nesta vida da matéria, não será depois de morrermos. A verdadeira salvação se dará através do equilíbrio absoluto, compreensão e confraternização Universal. Na medida em que vamos nos imunizando, vamos retirando as partículas do sol, da água, da lua etc. Assim essas partes irão diminuindo, diminuindo e repetindo o mesmo processo pelas quais foram formadas, voltando ao que eram. E o que eram?
Racionais puros, limpos, prefeitos e sem defeitos. Nós somos a causa e elas os feitos. Vivemos com toda prepotência dizendo sermos os donos do mundo. No entanto através do que foi dito, somos dependentes de todas as seis partes, com a atenuante de que elas não dependem de nós em ponto algum. Muito pelo contrário, se não fossem as leis universais e a intervenção divina, já há muito teríamos destruído o mundo. Hoje conhecendo as mudanças e transformações do passado, sabemos que como monstrinho era um, como monstrodonte, outro, como monstrões, outro. Daí conseguimos a transformação evolutiva para primitivos selvagens, que não deixou de ser um grande progresso. Melhoramos nosso entendimento e modo de compreender. Com muito sofrimento e com a evolução das transformações, alcançamos a fase da civilização. Surgindo assim o principio da noção das coisas com o desenvolvimento do pensamento e da imaginação. Começou assim a surgir o principio do progresso artificial e nesse ponto elevado surgiu a civilização numa grande evolução cultural. Nessa evolução alcançamos o amadurecimento e conseqüentemente a Fase Racional. A Energia que passou a nos governar, pois, através dela conseguiremos desenvolver o nosso raciocínio. Como já dizia o grande cientista, Albert Einstein: “Se chegássemos ao ponto de usarmos todo o nosso cérebro, seríamos energia pura e não precisaríamos de um corpo.
T E R R A
Eu sou a Terra. Fui há épocas remotíssimas a produtora dos animais, quando todos nasciam do chão. Assim como, até hoje, gero vegetais, sem necessidade de plantar, de mim nasciam seres do sexo masculino e feminino. Ainda hoje sou a incubadeira e a água a fertilizadora. As minhas virtudes perdidas ajudaram na formação da lua e das estrelas. Também dependo do Engenheiro chefe o sol, da lua, da água, pois sem eles nada produzo. Em resumo, eu sou a única força criadora do Universo.
E S T R E L A S
Nós somos as estrelas. Somos formadas pelas virtudes perdidas da água e da terra. No princípio, nosso nome era Oruatares, querendo dizer: ”O altar dos Encantados”. Éramos objetos de muitas lendas, contos e histórias. Por sermos o magnetismo do alto, dominamos as imaginações dos poetas, escritores e namorados. Somos a fonte do magnetismo.
UM PEQUENO COMENTÁRIO
O conjunto destas sete partes é a Natureza. Quem não compreendê-la por bem, irá compreendê-la por mal. Aos rudes, aos endurecidos, o sofrimento tira essas manhas, o orgulho, a vaidade, a presunção. Vivendo contra a Natureza, estamos remando contra a maré. Sempre desfavorecidos em tudo, uma hora nos compreendendo e na mesma hora descompreendidos, amigos hoje, inimigos amanhã. Mas não devemos esquecer que o que se planta no presente se colhe no futuro.

sábado, 23 de junho de 2012

TINHA UM GLOBO NO MEIO DO CAMINHO

(Porfirio J. Neves) O Livro Universo em Desencanto foi feito na forma em que os inconfundíveis se confundem com muita facilidade. Os inconfundíveis são todos aqueles que têm certeza das coisas. Têm tanta certeza do que sabem que não percebem como é grande a confusão provocada pela emissão de seus pareceres. Assim são os nossos formadores de opinião, quer no aspecto científico - religioso quer no aspecto político, social e econômico. Formador de opinião é um perigo!
Ao elaborar este assunto, não deixei, é claro, de perceber meu próprio contexto para não emitir certezas inconfundíveis, embora esta minha certeza possa já ser um indicador da minha própria confusão. Por esse motivo, o título – tinha um globo no meio do caminho.
Bem, vamos lá! Quem não arrisca não erra mesmo! Se errar é humano, então estou me sentindo muito humano neste momento. Mas, pelo amor de Deus, não precisamos abusar desta nossa inconfundível humanidade. O propósito de tentar ou sutilmente ironizar certas posições é para não ferir suscetibilidades pessoais. Porém o esclarecimento se faz oportuno e necessário.
Dizia o poeta: -“tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra...”. Poesia em tom filosófico, que corresponde ao fato de o ser humano encontrar sempre certos obstáculos em todas as suas realizações na vida. Sempre temos um obstáculo a ser ultrapassado. Sempre temos uma pedra no meio do caminho, mas de modo imprevisível. E o poeta assim mostrou.
Agora, quando essa pedra é do tamanho de um Globo e os inconfundíveis não o vêem, imaginem o tamanho da confusão. Se não conseguem enxergar o Globo no caminho, imaginem como é que poderiam ver uma pedra! Nunca! Temos tanta certeza da forma que vemos o mundo que, quando ALGUÉM nos mostra a realidade não percebemos a pedra do caminho, ou melhor, o Globo no meio do caminho. Por isso é que é imprevisível.
Antes de prosseguir nesta temática é importante fazermos uma prévia análise do caminhante. Se tem uma pedra no caminho é porque alguém está caminhando. E quem caminha? É o ser humano! E quem é o ser humano? É um ser pensante desconhecido de si mesmo. Então, está explicado! Certamente vai encontrar muitas pedras no meio do caminho por ser pensante. O pensamento adora este tipo de vida. Surpresas e mais surpresas, senão o mundo perde a graça!
Que coisa mais imbecil, é viver desta forma! Mas, como dizem, -“para quem gosta, sofrimento é regalo da vida”! É deste ser humano que primeiramente precisamos fazer uma melhor análise para compreendermos o por que de encontrarmos tantas pedras no caminho.
A nossa tríplice personalidade criminosa e monstruosa: uma escondida no íntimo e outra por fora, para as aparências. Um jogo bom por fora, com aparência muito boa; por dentro do íntimo, completamente ao contrário. Então, duas personalidades em uma só. Uma escondida e oculta, outra visual. E ainda tem a personalidade da imaginação que corresponde ao imaginário individual, fechando assim o tripé da imbecilidade e da ignorância humana. E tem gente que acha isso natural!
Só por aí, com esta percepção, já é de causar nojo em todos nós e ainda mais porque não podemos nos escusar de sermos isso mesmo. E muitos ainda dizem: -“eu não queria ser assim”! Porém toda esta confusão de personalidades e seus respectivos desvios têm suas causas e suas finalidades, que são os vínculos e as ligações, o alimento e as atuações sobre este ser humano pensante, depauperado, que por ser um centro astrológico estava sujeito a receber todo tipo de influência boa ou má, positiva ou negativa, tudo isto com a finalidade de se lapidar e ser preparado para se conhecer verdadeiramente, até encontrar sua verdadeira personalidade.
O mundo é assim, cheio desses 'desconjuráveis' que, na mente o inconsciente é pequeno em tudo, o consciente é prepotente e o subconsciente ainda mais. Portanto, todo vivente tem três pensamentos: tem o modo consciente de pensar, o modo inconsciente e o modo subconsciente. Olha o pensamento como é!
É por isso que ninguém podia regular com o pensamento. Quando o vivente está atacado pelo pensamento no modo inconsciente é um verdadeiro desequilibrado, quando está atacado pelo pensamento no modo consciente fica mais equilibrado e quando está atacado pelo pensamento no modo subconsciente, mais firme e mais baseado. Pode-se ainda dividir estes três pensamentos em inconsciente bom, mau e variante; consciente bom, mau e variante; e, subconsciente bom, mau e variante.
E, por a natureza de todos ser assim é que o vivente, mesmo sabendo disso, muitas vezes passa como quem não sabe, pois neste mundo não é lugar de puros, limpos e perfeitos. É a aquela velha coisa de dizermos que errar é humano! Até podemos compreender estes nossos pontos de variação que são devidos às influências do meio em que vivemos, mas persistir neste erro não é humano é burrice! Ficar usando as influências da natureza como pretexto para justificar seus erros é no mínimo hipocrisia. Quando se tem um esclarecimento deste nível, Racional, o mínimo que devemos fazer é procurar meios e recursos para deixar de ser assim.
Somos assim por sermos produto desta natureza que não regula, mas, todos nós temos uma origem verdadeira dentro de nós mesmos, a nossa verdadeira pessoa para nos mostrar o caminho do bem! Estou falando do nosso maior amigo, o Raciocínio – este mesmo que nos confere a personalidade Racional, a única e a verdadeira personalidade do ser humano, que anula todas as outras.
No Caminho do Bem não tem pedras, não tem pedras no Caminho do Bem, porque neste caminho não há variações, nem altos nem baixos, é um caminho reto, certo, seguro. O caminho do bem é Racional, de volta para o verdadeiro natural. No caminho do bem o progresso é Racional.
Então, voltando ao caminho dos confusos que se julgam inconfundíveis e que muitos ainda nele estão e não percebem, mas, basta ver as pedras; tinha uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra. Ou era um Globo?
No meio do caminho tinha um Globo! E os confusos não viram o Globo. Acharam que o Globo era a Terra como se a Terra fosse um globo. Vejam este trecho que foi escrito durante a preparação do livro Universo em Desencanto.
“E assim gira o Sol ou gira a Terra? Gira o Sol fazendo o seu percurso em torno da Terra, meio de lado, e por o globo ser oval e ter partes altas e baixas, quando o sol está na parte baixa a alta fica no escuro e quando está na parte alta é a baixa que escurece. Então diz-se: noite e dia.”
Você viu o globo? Não! Então vamos à descrição inicial feita nas Obras Primas: “Está aí o giro do Globo e que muitos pensam e têm certeza que o Sol é que faz o seu giro. Não, filhos, ele não sai do seu lugar, enquanto todos vós precisais dele e ele não precisa de vós – é o giro do Globo. Esse giro, em comparação, tem por base o seguinte: vós botais um pouco d’água dentro de uma bola; em cima d’água vós colocais um pedaço de pão abrangendo toda a circunferência e rodai a bola devagarzinho, que o que está dentro da bola não sente o giro dela. É quase esta comparação diminuta que eu vos dou, sendo com o trio de diferença, também muito diminuta. Marca um pontinhozinho nesta bola e pendura uma cabeça de fósforo. Vê se não dá o sentido que eu estou dando”.
É fantástica, esta descrição do Mundo, onde todos estavam preocupados com a terra e com o sol – geocêntricos, ou preocupados com o sol e com a Terra – heliocêntricos; nem um nem outro. Nem geocêntrico, nem heliocêntrico. O Globo é que determina os movimentos relativos para produzir o dia e a noite.
Tinha um globo no meio do caminho! Mas nossa mente, conturbada por todas essas influências do pensamento e da imaginação, não podia entender a realidade e, por isso, vivíamos colocando pedras em nossos caminhos. Que pedras são essas? São exatamente esses modelos artificiais criados pela mente humana que servem apenas para lapidar - o que já é muito bom! O modelo mais perverso que foi criado pela nossa mente é aquele em que colocamos um Deus Criador para justificar a existência de tudo e de todos. São os tais paradigmas.
O modelo do sistema solar já mudou várias vezes de concepção, mas ninguém consegue explicar tudo. Temos ainda o modelo atômico que também explica muitas coisas observadas na física e na química, mas nem todas, por isso já estamos falando dos modelos quânticos, e por aí vai! Para cada pedra que retiramos do nosso caminho deixamos outras pedras cada vez maiores. E ainda tem gente querendo aprender o caminho das pedras! Quanta basófia! Quanta bobagem vai pelo mundo. O melhor é aprender o caminho verdadeiro – o Caminho do Bem.
A lapidação é muito boa, mas, jamais, em tempo algum, poderíamos descobrir nossa verdadeira personalidade nem muito menos a nossa verdadeira origem se ficássemos apenas baseados no conhecimento extraído de nossa mente. Mente variante, pensamentos variantes; ou são os pensamentos variantes que tornam a nossa mente variante? As duas situações são verdadeiras e objetivas. Pensamos de forma variante por causa das influências e das ligações às quais estamos sujeitos e por causa destas influências só produzimos pensamentos variantes, bons ou maus.
E assim foi que o pensamento transmitiu na mente dos pensadores o conceito de “terra oca”, só para lapidar. Mas, ao mesmo tempo, vejam como se encaixa direitinho se olharmos para a “terra oca” como sendo um globo envolvendo a terra, como nos apresenta a primeira descrição do Racional feita nas Obras Primas.
Está aí! O Globo é a parte móvel onde o Sol está fixado, por isso não precisa sair do lugar; um globo oval e uma Terra plana, ou melhor, com seus altos e baixos, porém planos.
O Sol faz assim a sua trajetória sem sair do lugar. É como uma pessoa que vai de um lugar a outro dentro de um ônibus sem sair do lugar em que está sentado. Quem está no lugar do lado de fora do ônibus até diz que a pessoa lá dentro está passando, mas na verdade a pessoa não sai do lugar em que está sentada. Basta ver o ônibus - ou, basta ver o Globo. Cada coisa no seu lugar. E assim é que o Racional Superior nos mostrou como é o nosso mundo, este conjunto elétrico e magnético, onde a Lua funciona como uma bateria e nunca um satélite. Esse negócio de satélite é coisa do modelo artificial.
Ha! As palavras! Sempre as palavras! Quanta confusão ainda temos a desfazer por não estarmos atentos às palavras e como elas são pronunciadas e seus múltiplos significados de acordo com as circunstâncias e de acordo com a entonação. Toda a lapidação ainda é pouco para alcançarmos o verdadeiro caminho, mas todos têm o direito e a liberdade de opinar e opinar forte. O importante é não faltar com o respeito, porque a falta de respeito é a pior pedra que colocamos em nosso caminho. Fica tudo fechado e ninguém chega a lugar algum sem o devido respeito.
Estude mais, leia mais; conheça o livro Universo em Desencanto como se deve fazer, como o próprio livro recomenda, para não ficar emitindo opiniões às avessas, opiniões paralelas baseadas no que conheciam e que nunca resolveu nada de positivo na vida de ninguém, serviu apenas para lapidar os rudes e os atrasados. Cultura Racional é a revelação que toda a Humanidade estava esperando; já chegou! Por isso afirmamos, acabou a esperança! Esperar mais o quê?

segunda-feira, 11 de junho de 2012

SUSTENTABILIDADE INSUSTENTÁVEL, O AQUECIMENTO GLOBAL

(Porfirio J. Neves) Agora, vejam a situação calamitosa a que chegou a humanidade, em um beco sem saída, porque ninguém sabe mais o que há de fazer para endireitar esta situação calamitosa no mundo. Eis aí a calamidade anunciada para o fim dos tempos, quando se multiplicam as seitas, as doutrinas e as ciências desnecessárias, na busca de uma solução sustentável, como dizem. Sustentável para quem? O que afinal tanto andam por aí falando em sustentabilidade? Sustentabilidade do mercado e dos projetos de ganâncias e ambições de uns poucos em detrimento de muitos, ou sustentabilidade da vida em benefício de todos, qualquer que seja o custo de uns poucos? Qual é a sustentabilidade que você acha que se fala por aí? Serve de exemplo a discussão que está sendo feita sobre a implantação do Código Florestal no Brasil. Vejam quantos interesses envolvidos nessa discussão? Percebam o nível de interesses e maneiras de conduzir esta regra de conduta para a gestão do meio ambiente? Eis a grande questão atual! Qual é o interesse da classe dominante e quais são as angústias da classe dominada? Quem está sendo alvejado ou atingido por essa tal de não sustentabilidade? Quem foi que falou em sustentabilidade, primeiro? Os pobres ou os ricos? Os dominantes, os dominados, ou os emergentes? Estas questões servem apenas de alerta para as pessoas que queiram se dedicar a entender esta coisa da sustentabilidade. Primeiro deveriam, primordialmente deveriam, procurar entender a origem deste caos a que chegou a civilização humana, se assim podemos nos referir a esta sociedade que produz mais lixo do que aproveita para seu benefício. É isso mesmo! Produzimos mais lixo para nos alimentar do que tiramos para nosso benefício. É só pesar a quantidade de alimento que ingerimos e pesar o que se defeca e transpira. A diferença serve, obviamente, para constatar o que estou dizendo. Em termos de uso de máquinas artificiais a coisa é tão grave e séria quanto a que constatamos na máquina humana – o que se aproveita de energia normalmente não chega nem a 10%. É isso mesmo! As máquinas feitas pelo homem não aproveitam nem 10% da energia que as alimenta. Alguns dirão que as máquinas eletro eletrônicas são muito eficientes e aproveitam cerca de 90% da energia que as alimenta, mas se esquecem que a geração da eletricidade é feita por máquinas que não aproveitam quase nada da energia potencial ou térmica geradora da eletricidade. Quer dizer, as máquinas elétricas parecem ser muito eficientes, porém, a geração da eletricidade que as alimenta tem muito pouca eficiência, o que dá no mesmo dos motores a combustão, em termos de calor. Resultado do balanço final: no mundo, onde muitas máquinas trabalham, o desperdício é um fator natural inerente à sua construção e daí vem o aquecimento global. Quanto mais máquinas mais calor. Então está aí o que chamam de aquecimento global! O uso excessivo de máquinas produzindo mais calor do que benefícios desejáveis e com muito pouca eficiência, ainda por cima. Então vamos plantar muitas árvores para solucionar este problema? Devemos plantar muitas árvores sim, mas não para resolver o problema do aquecimento global. Não se esqueçam que plantas também são máquinas produtoras de calor. Embora as máquinas feitas pela Natureza tenham grande eficiência térmica, mas não chegam a aproveitar 100%, sempre há desperdício de calor, pois o calor é gerado pela predominância de transformações exotérmicas sobre as transformações endotérmicas. Este é o fator degenerativo feito pela Natureza muito antes do princípio deste mundo de vida material, as transformações. Lembrando que exotérmicas são as transformações que liberam calor e endotérmicas são as transformações que absorvem calor. Agora, vejam quem mais contribui para o aquecimento global: o homem com suas máquinas artificiais ou a Natureza com essa infinidade de seres, que também são máquinas? Você pode não gostar ou nem entender a resposta, mas é exatamente a Natureza que produz mais calor com as transformações dos seres. É só observar a eficiência térmica das plantas, dos animais e dos minerais. Toda e qualquer máquina desperdiça muita energia para se manter viva, no final das contas. É por isso que hoje constatamos ser este mundo em que vivemos uma deformação e degeneração que está em constante transformação. Logo, como regra geral, onde há proliferação de vidas sustentadas por máquinas, artificiais ou naturais, há aquecimento global, porque toda máquina produz calor, até mesmo as máquinas feitas pela Natureza como são os vegetais e animais. Nem quero entrar em muitos detalhes técnicos, mas comparem a oscilação de temperaturas de um deserto com a temperatura de uma floresta tropical. No deserto, de dia, o calor do sol fica insuportável, porém à noite o frio é tão extremo quanto o calor do dia, provando que a radiação do sol não é absorvida no ambiente de um deserto onde não há vidas para alimentar. A radiação solar não se transforma em calor num deserto porque não há máquinas para aquecer. Numa floresta, ao contrário do deserto, as temperaturas de dia são bem mais amenas, porque a radiação do sol é absorvida pela vegetação e durante a noite a temperatura não fica extremamente baixa porque aí a vegetação exala o calor absorvido durante o dia. Os vegetais e a umidade relativa do ar é que fazem este efeito termo regulador numa floresta, porque uma floresta absorve a radiação do sol necessária para suas transformações e a transforma em calor. E aí vem a pergunta: quem contribui mais para o aquecimento global? E a resposta global está aonde existem mais máquinas. E aonde existem mais máquinas, numa floresta ou num deserto? E o que dizer dos mares onde estão as maiores florestas do mundo, conhecidas como fito plâncton? O que devemos considerar é o clima que desejamos: o clima de um deserto ou o clima de uma floresta! Mas, por favor, sem essa de querer combater o aquecimento global plantando árvores. As árvores devem ser plantadas para manter o clima ameno e nos manter confortavelmente aquecidos. Muitos se enganam pensando que a Amazônia é o “pulmão do mundo” e se esquecem da quantidade absurdamente maior de vegetais que existem nos oceanos. E o que muitos não consideram é que todo esse oxigênio produzido pelos vegetais é novamente absorvido pelos próprios vegetais para sua respiração. Fotossíntese de dia e respiração à noite. Logo, a produção de oxigênio no nosso mundo aponta para outro fator, que em breve conheceremos, na medida em que entendermos como foi feito este mundo. Este é o interesse para o qual todos devem se voltar. Conhecer a origem do mundo, conhecer a si próprio. Conhecer o que aconteceu e o que acontece para que se justifiquem todos estes contrapontos em que se configurou toda esta calamidade no mundo. De nada adianta querer resolver alguns problemas do clima sem querer considerar todo o sistema global em que estamos inseridos. Precisamos saber que não estamos habitando um planeta como muito se faz crer pela ciência. Não estamos vivendo em um planeta. Estamos vivendo dentro de um buraco, dentro de uma bicheira e chamamos esta bicheira de Terra. Não estamos vivendo na Terra! Estamos vivendo dentro de uma bicheira que chamamos de Terra. A Terra é uma parte muito maior do que isto que se pensa conhecer. E a Terra tem seus alimentos feitos pelo Mar que também é muito maior do que isto que podemos ver dentro da bicheira, que chamamos de sete mares. O Mar é imensamente grande e muito maior que a Terra e esta muito maior que o sol. Estas relações de grandezas é que ainda não estão no conhecimento científico, embora fossem dispostas na forma de contos e lendas nas religiões e filosofias, mas sem base e sem lógica. E por isso não tiveram crédito e se tornaram lendárias. Existem muitas outras formas de ver a Terra como ela é! E não apenas a forma de ver esta bicheira, aonde existe uma grande proliferação de máquinas. Por isso é uma bicheira, produzindo bichos de toda a espécie. Produzindo calor excessivo para poder alimentar todas as formas de bicho. Logo, o aquecimento global ocorre apenas dentro da bicheira que chamamos de Terra. E não fossem outras partes, da verdadeira Terra, ter seu próprio sistema de refrigeração, esta bicheira já teria queimado há muito tempo. Atentem para o sentido de que já houve um mundo que se acabou em água e que ficou conhecido como a fase do dilúvio. Este sentido foi passado para a história numa forma ridícula como dilúvio com a Arca de Noé; foi uma fase de dilúvio que aconteceu - a água alagando a bicheira. E agora estamos passando a fase do fogo onde tudo termina em fogo, como foi anunciado no Apocalipse. Mas, não é o fim do mundo! É apenas uma fase que acontece dentro da bicheira que chamamos de Terra e que identificamos como aquecimento global na nossa ciência materialista. E estamos passando pela era do fogo, tanto pelo aquecimento global, quanto pelo uso das armas de fogo. Isto foi o melhor que os seres inconscientes conseguiram pela necessidade de sua lapidação. Assim, todos saindo do atraso e perdendo a rudez de seres materialistas. Mas a fase do fogo não significa o fim do mundo. É simplesmente uma fase de transição, uma fase de transformação das consciências. E por isso aí está o aquecimento global, dentro de um mundo calamitoso, transformando todos. Precisamos, urgentemente, nos conhecer pelo desenvolvimento do Raciocínio, que é a partícula divina que está em nossos aparelhos e cuja eficiência energética é perfeita. É a única máquina que pode ser usada sem produzir calor porque não é propriamente uma máquina. E por isso os testes que se fazem sobre a cabeça do ser humano jamais poderão detectar a presença do raciocínio, porque quem raciocina não produz calor nem eletricidade. Ao contrário, quem pensa é que produz calor e muito. Aqui está mais um convite para você conhecer e estudar e se desenvolver com a leitura do livro Universo em Desencanto, que nos revela de forma simples e objetiva o mundo em que vivemos, por se tratar de um livro feito por um Raciocínio Superior a todos os Raciocínios e assim combatendo o aquecimento global sem produzir mais calor. Chega de pensar, vamos Raciocinar!