quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

LIÇÕES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – ATÉ CAVALO TEM DIPLOMA

(Ubirajara Pisão)
Em sua passagem pela Terra, o Mestre Racional, Senhor Manoel Jacintho Coelho, com sua simples presença e atitudes absolutamente equilibradas, trabalhava dia e noite e noite e dia para a recuperação do equilíbrio da humanidade, sem se fazer notar.
Recebia visitas o ano inteiro na grande varanda de sua residência no Retiro Racional. Varanda que reluzia como cristal, com seus janelões de vidro, deixando passar a luz do amarelo majestoso do sol, acompanhado da melodia dos curiós em sintonia com os sabiás, que orquestravam com o verde da montanha soberana, portadora de um vulcão extinto, que um dia ardera incandescente, mas, que teve que ceder o lugar para a mais pura das energias, que trabalhava agora para a consolidação da paz na Terra: a ENERGIA RACIONAL.
Às manhãs, às tardes e às noites, lá estavam sempre pessoas procurando pelo Mestre MJC, à procura da solução dos seus problemas: físicos, financeiros, familiares - diversos deles. E o Mestre MJC sempre com sua paciência e infinita bondade, sabedoria superior, atendia a todos e resolvia tudo.
Lá no Retiro Racional, um lugar sem qualificações materiais, com seu Marco do Terceiro Milênio, o prédio dos Três Poderes, erguido aos olhares de uma natureza mãe que sofre em ver seus filhos desobedientes.
Além de pessoas que ali iam para pedir pessoalmente ao Mestre que as ajudassem a resolver seus problemas, também lá visitavam: cientistas, religiosos, políticos, pesquisadores de outros países, pessoas de todas as idades e de todos os tipos e também os céticos e curiosos, aqueles que não acreditavam em uma palavra do que ouviam do Homem do Outro Mundo.
Em sua varanda, lá estava o Mestre, admirando a paisagem, distribuindo ordens para os residentes-colaboradores, orientando todos. Ao lado da varanda, um grande estacionamento.
Certo dia lá chegou um carro. Desceram do carro alguns estudantes de Cultura Racional acompanhando um homem muito letrado, orgulhoso e vaidoso de seus inúmeros diplomas de nível superior.
O Mestre Manoel recebeu todos com muita educação, mandou servir cafezinho para todo mundo e começou a prosa.
Todos falavam, conversavam. E o único a ouvir e não falar quase nada era o homem que tinha muitos diplomas. Ele não falava com a boca, mas pensava, falava o tempo todo com o pensamento e seus pensamentos diziam que não acreditava em uma só palavra do que estava ouvindo do Mestre Manoel.
Ele dizia pensando: “Eu que estudei tanto, fiz tantas pesquisas e não cheguei a nenhuma conclusão sobre a origem da humanidade: de onde viemos e para onde vamos! Como é que este homem que não estudou nada pode saber de tudo isso? As palavras dele só teriam valor para mim se ele me apresentasse pelo menos um diploma e ele não tem nada.”
Mal sabia ele que o Mestre ouvia literalmente os pensamentos de todos. Logo após aqueles pensamentos do pesquisador, o Mestre se levantou, chamou-o para entrar em sua residência, onde, nas paredes, mostrou muitos diplomas dos cavalos Manga Larga que o mestre criava e que eram ganhadores de diversos prêmios brasileiros. Lá na parede estavam todos os valorosos diplomas assinados por organizações respeitáveis de criadores brasileiros.
O Mestre andava para um lado e para o outro mostrando os mesmos diplomas para o homem e isso demorou um bom tempo.
O homem sem entender muito de cavalos, olhava já cansado para os mesmos diplomas e o Mestre falando as mesmas coisas dos cavalos: “Este diploma aqui é do cavalo tal, este outro aqui é do cavalo tal.”
E assim foi, até que o cidadão olhou para o Mestre Manoel e disse em pensamento: “Eu estou tão orgulhoso de meus diplomas e estes cavalos todos, também têm diplomas! Até cavalo tem diploma e eu aqui cheio de vaidades e desrespeitando este homem com meus pensamentos.”
Quando estes pensamentos acabaram de ecoar, o Mestre o chamou para voltar para a varanda, mandou servir mais cafezinho para todos e a prosa desta vez continuou sem a interrupção dos pensamentos céticos do diplomado que narrou tudo depois para os amigos.
Aí é que aprendeu a grande e primeira lição dada pelo Mestre Manoel: a sabedoria verdadeira é RACIONAL, não tem diplomas, porque ela não está nas universidades terrenas, por ser um pertence transcendental, que se comprova por si mesma, através do comportamento de quem a tem. O diploma do verdadeiro sábio é o seu comportamento. E fora disso tudo é ilusão e aparência.
Salve Todos.
Ubirajara Pisão

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

GRANDE LIÇÃO DO MESTRE RACIONAL: O PREÇO DO LIVRO!

(Ubirajara Pisão)
Muito pouca gente no mundo sabe dar o valor certo às coisas certas. E a causa dessa inconsciência é o desconhecimento da vida.
Nada conhecem da Natureza, de sua origem superior, de suas transformações que causaram a existência de suas mecânicas, cada uma delas com função específica, porém, todas voltadas para uma meta única: o retorno de tudo e de todos ao estado natural - o antes de ser de todas as transformações.
E, assim, por falta de conhecimento de tudo isso, baseiam-se somente nas aparências, nivelando por baixo funções elevadíssimas, como se não houvesse hierarquias no universo a serem observadas, reconhecidas e obedecidas – que tristeza: valorizam as coisas pelo prisma material, que é a instância do mais baixo escalão!
E aqui vai um exemplo desse primarismo, fato ocorrido na residência do Mestre Manoel Jacintho Coelho em Belford Roxo, RJ, antes da construção do Retiro Racional (onde são feitos os Livros Universo em Desencanto).
Um grande amigo meu e também grande colaborador da Fase Racional, preocupado com o preço do Livro Universo em Desencanto, olhou para o Mestre e disse que achava o Livro muito caro e que o povo sentiria dificuldade de passar para a Fase Racional devido ao preço de Universo em Desencanto.
O Mestre, com toda a sua benevolência e paciência, olhou para o questionador e perguntou:
“Fulano, quanto vale a sua vida?”
E Fulano respondeu:
“Olha Mestre, com todo respeito, a minha vida não tem preço.”
Então, o Mestre finalizou:
“Este é o preço do Livro. O Livro não tem preço”.
Tive o privilégio de estar presente neste dia, ouvindo o Mestre falar, para hoje estar repassando o fato para todos.
Alguns poucos anos depois, o Livro estava ainda mais caro para o custo de vida da época e foi o livro mais vendido no Brasil, foi o “Best-seller” Brasileiro nos anos de 1979 e início dos anos 80.
Os Livros eram vendidos em todas as livrarias daqui do Rio de Janeiro e só ficavam nas prateleiras alguns poucos dias! O telefone do Retiro Racional (nessa época já concluída sua construção) não parava de tocar, com as livrarias pedindo sempre mais Livros sem se importarem com o custo material.
E as pessoas que estavam verdadeiramente preparadas para ler, entender e iniciar o desenvolvimento do seu raciocínio e não tinham condições de comprar os Livros, eram presenteadas pelos próprios Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL, que se materializavam e doavam os Livros, como até hoje ainda acontece no mundo inteiro.
E é por isso que por maior controle que se faça dos Livros editados, sempre constatamos na Gráfica Racional a falta de muitos volumes, que são retirados pelos Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL, para doação no mundo inteiro para aqueles já preparados e sem condições financeiras para aquisição dos volumes.
Essa também a razão de ter sido feita a Gráfica Racional, passando os Livros a serem distribuídos somente através das Livrarias Racionais, já que as livrarias comuns não entendiam o porquê, por mais que controlassem, sempre desapareciam volumes de seus estoques.
E, assim, o Mestre Manoel nunca gostava de ouvir alguém dizer que o Livro Universo em Desencanto era caro. Aos que assim falavam ele sempre respondia de forma enérgica, dando aos inconscientes uma grande lição da diferença entre o valor material e o valor Racional. Tive a felicidade de presenciar inúmeras dessas lições!
Há ainda muitos relatos sobre a doação de Livros feita pelos Habitantes do MUNDO RACIONAL, comprovando que não há por que reduzir o preço dos Livros, pois, aqueles que estão preparados para entrar para a Fase Racional e não têm realmente condições de adquirir a Obra Racional, são socorridos e presenteados pelos Donos dos Livros, os Habitantes do MUNDO RACIONAL.
Salve todos.
Ubirajara Pisão

domingo, 2 de dezembro de 2012

RELATO SOBRE MATERIALIZAÇÃO DOS HABITANTES DO MUNDO RACIONAL

(Ubirajara Pisão)
A Cultura Racional, sendo uma cultura natural da Natureza, não pertence ao contencioso terreno.
Ela nos foi revelada pelo RACIONAL SUPERIOR, através de seu porta-voz aqui na Terra, Manoel Jacintho Coelho (1903-1991).
É um contencioso supremo que, por assim ser, não se enquadra em nenhum segmento cultural criado pelos viventes da Terra.
Essa grandiosa cultura é, pois, um direito de todos, por ser o natural da natureza, devendo toda a humanidade tomar conhecimento dela, para que cada qual, individualmente a desenvolva e evolua em si mesmo, em seu próprio lar, sendo ela, pois, absolutamente independente dos conhecimentos já criados e desenvolvidos aqui na Terra.
Portanto, sendo natural, não admite instituição de espécie alguma, por ser de um plano superior, carecendo de ser divulgada voluntariamente pelos que passam a conhecê-la.
E, assim, de boca em boca, muito naturalmente, todos vão tomando ciência dela.
Foi por causa disso que os primeiros a conhecê-la, orientados pelo Mestre Manoel Jacintho Coelho, formaram Caravanas, para levar o Conhecimento Racional de porta em porta.
Hoje existem Caravanas Racionais em todas as unidades da Federação.
Lá no início da formação da Caravana Racional em Belford Roxo, RJ, saíamos aos domingos de manhã, entre 7h e 07h30min.
A divulgação era feita durante o dia inteiro e só parávamos para almoçar.
Continuávamos divulgando após o almoço e, de tardinha, íamos para o Retiro Racional (onde são feitos os Livros Racionais) para assistir um bonito jornal (TV circuito interno) chamado Jornal Racional, com mensagens do Racional Superior e relatos Racionais. Tudo sempre supervisionado pelo Mestre MJC.
Mas, naquele domingo tudo parecia estar diferente. O sol reluzia em nossos uniformes brancos, refletindo sua força. Os caravaneiros com sorrisos no rosto, os dentes com uma luminosidade ímpar de suplantar o brilho de qualquer jóia material.
Eu olhava todos e achava que tinha alguma coisa diferente! Um quê de sublime, de inusitado. Cada um na Caravana falando assuntos mais bonitos do que o outro. Eu confesso que fiquei um pouco espantado, mas, logo passou o espanto e estávamos indo em dois ônibus pertencentes ao Retiro Racional e pintados nas cores verde, amarela e, se não me falha a memória, também na cor branca.
Íamos felizes divulgar a Cultura Racional num Bairro aqui do Rio de Janeiro chamado Pilares.
Chegamos ao local. Todos começaram a descer dos Ônibus. Desci e fiquei ao lado de um Conferencista de nome João Cruz, muito conhecido no meio Racional e grande amigo do Mestre Manoel.
Olhando aquela manhã especial, bonita e ao mesmo tempo inesquecível, fiquei ali parado ao lado do Conferencista João Cruz, esperando que todos os caravaneiros descessem do ônibus para darmos início à propaganda de porta em porta.
Mal se via o asfalto escuro da rua, tal era a luz que irradiava dos uniformes brancos Racionais, somada ao brilho verde do mapa do Brasil com o portal amarelo pintado na frente das camisetas. O amarelo do portal representando o Reinado do Astral Superior e o branco dos uniformes representando a paz. Tudo isso dominava o lugar, somado à mais pura alegria das “Garças Brancas” (os estudantes de Cultura Racional), como uma canção de muita harmonia e ternura.
Continuei fixo no meu lugar, observando e esperando o ônibus esvaziar. Os caravaneiros iam se espalhando pelo bairro e as ruas continuando a ser pintadas com o branco dos uniformes Racionais.
Eu queria ir junto também divulgar, só que estava esperando os ônibus se esvaziarem e pensei: “Como cabe gente nestes ônibus! Como pode ser isso? Não pára de sair caravaneiros e as ruas estão lotadas! Deve ter vindo todo mundo espremido como numa lata de sardinha e eu nem notei.” Olhei para o Conferencista João Cruz e disse:
“O Senhor está vendo como cabe gente neste ônibus?”
Ele me respondeu:
“Você não vê que é impossível caber tanta gente assim ali dentro?”
Eu:
“Claro que cabe, saiu de dentro do ônibus e continua saindo! Como? Eu não sei, mas, está saindo ainda mais gente de branco.”
Olhei para o Sr. João Cruz e vi lágrimas nos seus olhos. Perguntei por que estava chorando. Ele me respondeu que era de emoção de ver que aquela Caravana era feita por nossos Irmãos do Mundo Racional que estavam ali, juntinho de nós. Eu refleti sobre suas palavras, mas, confesso, que a “ficha ainda não tinha caído”.
Naquela manhã ensolarada de domingo, o povo saía de dentro de suas casas com lágrimas nos olhos, perguntando o que era aquilo, quem eram aquelas pessoas que transmitiam tanta paz! Na primeira casa onde fiz propaganda, eu confesso que fiquei até um pouco envergonhado, pois, a dona da casa pegou o prospecto que lhe entreguei e começou a chorar de emoção, dizendo que estava precisando daquilo e que não tinha visto nada igual em sua vida!
Eu não sabia se divulgava ou se olhava para os irmãos caravaneiros. Optei por olhar para os irmãos e ouvi-los. Nunca tinha visto nada igual em toda a minha vida, ainda não sabia ao certo o que estava acontecendo, até conversar de novo com o Conferencista João Cruz, que não parava de se emocionar e dizia:
“Você ainda não se convenceu? Olha quanta gente de branco, é impossível que caiba dentro do ônibus tanta gente! São nossos Irmãos do Mundo Racional, é uma Apoteose Racional!"
Divulgamos o dia inteiro, voltamos à tarde para o Retiro Racional, com menos caravaneiros materializados. Todas as dúvidas foram clareadas e o fato consumado - uma Apoteose Racional: a materialização dos Habitantes do MUNDO RACIONAL como Caravaneiros, mostrando a todos nós como se faz uma divulgação da Cultura Suprema na Terra.
Salve todos.
Ubirajara Pisão

sábado, 1 de dezembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – RENASCENDO PARA CONTINUAR O DESENVOLVIMENTO

(Ubirajara Pisão)
Estamos em pleno Terceiro Milênio, que nada tem a ver com contagem de anos e, sim, trata-se de uma terceira grande etapa do desenvolvimento do animal Racional na Terra. Na verdade, a última etapa de desenvolvimento.
A primeira fase foi a do Primeiro Milênio, para desenvolvimento da imaginação do animal Racional pela energia magnética (da terra).
A segunda fase, a do Segundo Milênio (que terminou em 1935), para desenvolvimento do pensamento do animal Racional pela energia elétrica (da água).
E, desde 1935, entramos na fase conclusiva do nosso desenvolvimento, para desenvolvimento do raciocínio dos seres humanos pela ENERGIA RACIONAL (energia transcendental, espacial, do mundo de origem do animal Racional, o MUNDO RACIONAL).
Nesta fase derradeira, com o desenvolvimento do raciocínio, o pensamento e a imaginação passam a ser racionais, não tendo mais influências das energias do chão, elétrica e magnética.
Mas, o que acontece com as pessoas que estudam a Cultura Racional e que morrem (transformam-se) sem completar o desenvolvimento do seu raciocínio?
O relato de hoje nos explica isso, deixando claro o poder do RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, que está conduzindo, protegendo e acompanhando a vida de todos que estudam a Cultura Racional e que cumprem com o dever Racional de colaborar para que toda a humanidade tome conhecimento da Cultura Racional, o que dá aos estudantes/colaboradores Racionais a tranqüilidade de viver sem se preocupar com nada, porque sabem que têm com quem contar: têm o RACIONAL SUPERIOR cuidando de suas vidas em todos os sentidos.
E aqui vai um dentre os milhares de fatos semelhantes ocorridos no meio Racional. Uma jovem muito bonita, colaboradora da Fase Racional, falece em um procedimento médico.
O irmão mais novo dela (e seu dependente) fica um pouco perturbado com o ocorrido. E os pensamentos em sua mente começam a lhe lapidar:
“Tão cheia de saúde, tão cheia de vida, ainda com um caminho tão grande para percorrer, tão dedicada à colaboração com a Cultura Racional, como pode ter ido assim de forma tão prematura?”
Esses e outros pensamentos jorravam em sua cabeça como corrente de cachoeira batendo nas pedras arrancando lascas do seu cérebro.
Ele, não agüentando a dor! Seu coração acelerado parecia que ia explodir, suas lágrimas não paravam de escorrer pelo rosto e os pensamentos continuando a lhe maltratar como uma verdadeira “chuva de pau”, causando uma dor quase que insuportável!
Resolveu ir ao Retiro Racional (onde são feitos os Livros Universo em Desencanto) e pedir explicações ao Mestre Manoel Jacintho Coelho. Afinal, queria entender tudo aquilo, pois, já tinha visto tantos casos bem mais complexos do que o de sua irmã, onde os leitores do Universo em Desencanto tinham tido toda a proteção Racional!... Na verdade infinidade de casos! E por que logo sua irmã tão dedicada, tão nova, foi falecer em um procedimento médico simples, aonde o próprio médico chegou a declarar que não tinha entendido o que havia acontecido?!...
Entrou no Retiro Racional com os pensamentos perturbadores que não o deixavam sossegado! Os raios do sol batiam em suas vistas ofuscando um pouco a visão do Varandão da residência do Mestre Manoel.
A calçada parecia que se estendia e os segundos e minutos eram eternidades!
Seus pés estavam pesados, sua respiração ofegante e finalmente conseguiu alcançar o Varandão.
E eis que na sua frente, sem ele esperar, lá estava o grande Mestre. E antes que relatasse o ocorrido com sua irmã, Mestre Manoel foi logo lhe dizendo:
“Ela já está voltando e vai nascer em uma família Racional para continuar o desenvolvimento, não se preocupe que ela está bem, daqui a pouco vai estar por aqui.”
O Mestre mandou que dessem ao estudante uma colher de um calmante natural. O estudante tomou o calmante e voltou pra casa com o coração calmo e mais conformado.
Pouco tempo depois, aproximadamente o tempo de uma gestação humana, nasce uma menina bonita, saudável em uma família Racional. E quando estava com mais ou menos uns quatro anos de idade, um outro estudante da Cultura Racional ao fazer uma visita à família da menina, ao invés de ver a menina, viu foi a jovem bonita e sorridente, a que havia falecido há 4 anos e nove meses, juntamente com o chefe da casa e alguns outros membros da família.
E o visitante, muito naturalmente, sem se dar conta do que fazia, cumprimentou-a utilizando o nome que correspondia ao da jovem falecida quatro anos atrás:
“Como vai Fulana? Como você tá Fulana?”
Observou que todos ficaram um pouco espantados na residência e os olhares de interrogação o engoliam.
Foi aí que, ao voltar os olhos para a jovem, percebeu que a jovem não era mais a jovem que tinha visto e cumprimentado e, sim, era uma criança bem pequena, de uns quatro anos. Aí é que se lembrou de que a jovem, que tinha pensado ter visto antes, já tinha falecido! Seus pensamentos ficaram bem confusos, desconversou e não tocou no assunto.
Ao ficar sabendo, com mais detalhes, da história da jovem falecida pelo irmão da mesma, refletiu que não se tratava de uma visão imaginária (não confundir com vidência) e, sim, de uma comprovação para mostrar para o irmão que sua irmã estava bem. E ele sendo muito emotivo, o Mestre evitou que a comprovação lhe fosse dada diretamente. Por isso, mostrou para seu amigo onde havia nascido a irmã falecida, de forma a ficar sabendo de forma indireta, evitando maiores emoções e embaraços.
E assim, o amigo contou o que tinha visto sem mencionar nomes, para evitar algum possível constrangimento para a criança e para família.
O irmão da falecida jovem ouviu em silêncio, permaneceu em silêncio e sua memória viajou para o passado na presença do Mestre quando ele ouviu:
“Ela já está voltando e vai nascer em uma família Racional para continuar o desenvolvimento, não se preocupe que ela está bem, daqui a pouco vai estar por aqui.”
A proteção Racional para os que fazem por onde nunca falha. E sempre prova e comprova os fatos no seu devido tempo.
E além dessa bela comprovação, que lindo exemplo, dado pelo Mestre, de diplomacia, discrição e carinho no atender a todos sem constrangimentos para qualquer que seja!
RACIONAL é tudo de bom!
Salve todos.
Ubirajara Pisão.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – LEÃO FICOU BRAVO

(Ubirajara Pisão)
A Cultura Racional, por ser o conjunto de conhecimentos do mundo que deu origem ao mundo em que vivemos, tem a força e o poder de comunicação com todos os seres existentes neste segundo mundo e fora dele.
O Senhor Manoel Jacintho Coelho, era um Habitante do Primeiro Mundo aqui materializado para nos trazer essa grandiosa cultura.
Cultura essa que ficou inativa em nosso ser RACIONAL, desligado da ORIGEM por livre arbítrio. E, assim, o Senhor Manoel era incansável em nos dar provas do poder que tínhamos e que perdemos, por termos nos extraviado do nosso natural, através da cultura artificial que criamos pelo pensamento e imaginação negativos, ou seja, contra as leis naturais universais.
Seu amor incondicional por todos os animais, Racionais e irracionais, era prova inequívoca de ser possuidor de uma cultura realmente transcendental.
No início dos anos 80, Mestre Manoel tinha muitos animais: pássaros, cavalos, bois, vacas, patos, galinhas, gansos, porcos, cachorros, carneiros, coelhos, jibóia, tartarugas, capivara, búfalos.
Além desses (espero ter listado todos), tinha também, chimpanzé, tigre, onças pintadas, onça parda, onça negra, alguns leões.
Um dia o Mestre nos manda chamar próximo à sua residência, no pátio do estacionamento aonde ficavam alguns desses animais. Alguns já adultos e presos em uma grande corrente individual, onça parda, onça negra e um leão. Outros em jaula grande. E lá estava o Mestre Manoel nos aguardando, com seu olhar sereno e penetrante, em silêncio.
Proferiu poucas palavras, nos mandando pegar aqueles animais, os que estavam presos nas correntes, e colocá-los em uma jaula pequena para transportá-los de caminhão para um sítio anexo à fazenda no alto da serra.
Eu e mais, aproximadamente, oito homens (todos jovens), não tivemos dificuldades para colocar a maioria dos animais dentro das pequenas jaulas e subi-los na carroceria do caminhão, exceção feita a um leão jovem e adulto, que se recusava a entrar dentro da jaula.
Aquele animal dócil estava acostumado a brincar conosco e com os visitantes. Passeava no Retiro Racional com o seu tratador, sendo observado de forma curiosa por aqueles que não estavam acostumados com animais de grande porte.
Mas, para espanto nosso, aquele leão manso ficou bravo, virou uma fera! Começou a rosnar alto, a se debater e querer se soltar da corrente grande que o prendia para ir em direção à rua! E começou a arrastar literalmente os oito homens saudáveis e fortes.
A corrente de ferro parecia que rasgava nossas mãos! As mãos estavam quentes e nossos calçados eram rasgados! O leão nos puxava com extrema facilidade e nós íamos sendo arrastados!
Alguns começaram a cair no chão, outros soltaram a corrente.
E, assim, foi um a um! Eu fui o último a soltar a corrente, pois, achei que as minhas mãos estavam sendo arrancadas.
Mas, para minha surpresa, o Mestre estava ao meu lado! A corrente começou a deslizar na frente de seus pés e o leão, com ar de vitória, assustado com toda aquela cena, ia em direção da frente do Retiro Racional.
O Mestre com um gesto inesperado e até a um certo ponto assustador, devido à sua idade material, ele simplesmente colou um dos pés em cima da corrente. Eu achei que o Mestre ia cair com a força do leão, me preparei para segurá-lo, fiquei de braços abertos esperando o leão jogá-lo no chão. A corrente estava embaixo de seu sapato, me abaixei para ver mais de perto, pois, não acreditava no que via! Abaixei-me mais ainda até ao chão, para olhar bem! Olhei para cima: e lá estava o olhar sereno do Mestre, fisionomia abstrata, olhando fixo para o leão que ficou parado, sabendo que não podia derrubar aquele homem, pois , quem segurava agora a corrente, não eram simples humanos e, sim, alguém transcendental que conversava com ele (leão). De maneira silenciosa, sem voz, o Mestre dizia que poderia entrar na jaula que ia ficar tudo bem. O ar de silêncio tomou conta do lugar!
O leão parado estava, parado ficou!
Todos viam e ao mesmo tempo, ficavam espantados! Admirados! No interior de cada um e naquela atmosfera de paz, o Mestre tirou o pé de cima da corrente e numa voz suave, cheia de ternura, parecia que vinha do espaço, determinou:
“Fulano, você sozinho pode levar ele que agora ele vai sem problemas para a jaula.”
Assim foi: o animal ficou calmo e entrou na jaula, manso como um cordeiro.
E foi mais uma grande prova da lição que aprendemos na escrituração Racional, dos Livros Universo em Desencanto: quem vive em harmonia com a Natureza tem o respeito de todos os seres dela.
E, assim, o RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, Mestre Manoel Jacintho Coelho, além de nos ensinar nos Livros Racionais, não deixava escapar oportunidade de nos ensinar na prática.
Salve todos.
Ubirajara Pisão

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – MATERIALIZAÇÃO DE HABITANTE DO ASTRAL SUPERIOR – DOMINGO PLANTANDO GRAMA

(Ubirajara Pisão)
Para que a Cultura Racional, a cultura que tínhamos quando éramos seres puros, limpos e perfeitos, ENERGIA RACIONAL, chegasse novamente ao conhecimento da humanidade, para recuperação do equilíbrio perdido há milhões de milênios, muitas providências do MUNDO RACIONAL foram necessárias junto à espiritualidade no espaço e aos viventes aqui na Terra.
Foi necessária a construção do Retiro Racional, como marco simbólico da Origem (o MUNDO RACIONAL) aqui na Terra, construção essa que deveria ser feita através da colaboração espontânea dos Habitantes da Terra, sendo todos os trabalhos conduzidos pelo MUNDO RACIONAL, através de seu representante na Terra, Senhor Manoel Jacintho Coelho.
Nessa grandiosa empreitada inicial de verdadeira LUZ, quanta grandiosidade aconteceu, para provar e comprovar aos colaboradores que estavam pisando finalmente em terreno fértil, seguindo uma caminhada definitiva em estrada absolutamente certa.
Hoje relato o acontecido em um inesquecível domingo buscando e plantando grama.
Naquela época, no início da construção do Retiro Racional, os domingos pela manhã eram os dias de grama: apanhar grama na mata próxima ao Retiro Racional e plantá-la no mesmo dia no Retiro.
Num desses domingos, era manhã de verão, o sol já estava muito quente, e o Mestre tinha pressa de ver o Retiro todo verdinho. Dois caminhões velhos, tipo caçamba, nos esperavam nas proximidades da piscina do Retiro Racional. Dentro das caçambas, muitos enxadões para arrancar os pedaços quadrados de grama.
Foram divididos dois grupos, cada grupo ia para um lado do local escolhido na mata, onde a grama era bem verde, adulta e com solo macio.
Subimos no caminhão, o motor roncava em sintonia com a nossa falação a respeito de assuntos diversos, que se misturava com o canto dos pássaros, anunciando a nossa presença em direção à mata.
Um dos caminhões parou em frente a uma “birosca” (casebre parecendo um barzinho), nas proximidades da mata - os colaboradores queriam fazer um lanche.
Fizeram uma “vaquinha”, cada um colaborou com uns trocados para comprar pão, mortadela e refrigerante. O encarregado do lanche era meu amigo. Tinha ele graves problemas de coração, inclusive já havia infartado.
Quando o meu amigo contava os trocados, apareceu um Senhor Alto, negro e muito simples, que lhe ofereceu uma pequena quantia para ajudar na compra do lanche e disse para o amigo:
“Você tem problemas de coração, tome esta fruta (pedaços de carambola), faça uso dela que vai melhorar.”
O meu amigo, prontamente pegou os pedaços da referida fruta, comeu, agradeceu e o homem, literalmente, sumiu nas vistas de todos e ninguém sabia para onde o mesmo havia ido, como apareceu no local e nem como desapareceu.
Foram cortar a grama e o assunto, o tempo todo, foi o Senhor que apareceu na birosca; alguns até criticaram o amigo, por o mesmo ter aceitado dinheiro de um homem com aparência tão humilde!
Eu estava no outro caminhão, fiquei sabendo do fato logo que chegamos ao Retiro Racional, contado pelo próprio que foi agraciado com o dinheiro e os pedaços de carambola. E me contava tudo com muita admiração, pois, não entendia como aquele homem, que ele nunca havia visto, sabia que ele tinha graves problemas de coração.
Mal iniciamos a conversa, veio um recado dos que colaboravam na Varanda do Retiro Racional, dizendo que o Mestre MJC pedia a presença do colaborador que tinha recebido a carambola.
Quando ele chegou, o Mestre lhe deu os parabéns, ele sem entender nada, ouviu com interrogação:
“Parabéns, você foi agraciado com a presença de um habitante do Astral Superior que veio lhe dar o tratamento para ajudar na sua recuperação física, você fez por onde merecer”.
E ensinou a ele a maneira como deveria fazer uso da carambola.
Esse amigo, apesar dos graves problemas físicos e infartos que teve, ainda esteve presente neste mundo de maneira produtiva, por mais uns trinta e dois anos aproximadamente, depois de ocorrido o fato da grama.
Há uns poucos meses atrás, em um domingo, ele esteve na Caravana Racional que costumava freqüentar. Despediu-se de todos com lágrimas nos olhos. Dias depois partiu de volta para a sua origem, o Mundo Racional, que é a origem de toda a humanidade.
Salve todos.
Ubirajara Pisão

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – O MESTRE DANDO PROVAS PARA UM CÉTICO

(Ubirajara Pisão)
Era muito comum caravaneiros, estudantes, colaboradores e simpatizantes da Cultura Racional, levarem amigos e parentes ao Retiro Racional – e muitas vezes à presença do Mestre Manoel, na tentativa de ajudar essas pessoas.
Um grande conferencista de Cultura Racional e amigo do Mestre levou um amigo empresário ao Retiro certa noite.
Era uma noite de alegria, todos no varandão, juntamente com os plantonistas e mais alguns visitantes, ouviam o Mestre contando os casos antigos de quando começou a Cultura Racional, sobre seus amigos de adolescência, parte de sua infância, etc.
Contava o Mestre sobre o que já fazia quando jovem e no tempo de músico, que causava espanto e admiração em todos, pois, desde criança falava com muita desenvoltura sobre o passado, sobre os movimentos sociais do presente e suas previsões do futuro, que sempre ocorriam.
Desmiuçava os fatos.
A noite silenciara, o cintilar das estrelas era apenas um brilho a mirar na direção do Varandão do Retiro, com os olhares arregalados das aves noturnas na porta de suas tocas, que ignoravam os gafanhotos suculentos próximos de seus pés, prontos para serem servidos como jantar.
Todos escutavam atentamente, até os pássaros que ficavam na varanda e cantavam à noite, se calaram.
Naquela madrugada só uma musicalidade que não precisava de acompanhamento: apenas a voz do Mestre, que transmitia toda harmonia, bem afinada, dispensando qualquer instrumento – a natureza emudecera literalmente. Nem as respirações e as batidas de nossos corações pareciam existir, só uma nota, apenas o som perfeito e majestoso roubava todo o cenário.
E de repente:
“Não acredito em nada do que o Senhor está dizendo, tudo isso é mentira!” Fala o amigo do conferencista, destruindo aquela atmosfera de paz, de harmonia inigualável.
Os curiós das gaiolas se batem, os sabiás assobiam, até as corujas dispensam o jantar e voam espantadas com a interrupção da voz Universal.
Já se podia ouvir as respirações e batidas dos corações. Tudo parecia desabar, como trovoada. Os pensamentos voltam a nos lapidar dentro desta natureza elétrica e magnética.
E o Mestre diz:
“Fulano eu vou te dar uma prova de tudo isso que eu falei!” Fala apenas isso e se cala.
O conferencista se despede e vai embora com o amigo (se eu não estou enganado morava em um apartamento em outro Estado).
Quando a pessoa que desmentiu o Mestre chega a seu apartamento, encontra o Mestre Manoel lá dentro, em pé e olhando fixamente para ele. O homem cético se espanta, sem saber direito o que falar, sem saber como o Mestre havia entrado, diz:
“Porque o Senhor não avisou que viria? Eu teria preparado uma recepção.”
E o Mestre diz:
“Fulano, eu vim para te dar uma prova, eu falei que iria te provar.”
E, então, diante do descrente, o Mestre o cumprimenta com um SALVE e vai sumindo lentamente, começando pelos pés e sobrando apenas a mão direita espalmada. E da palma da mão sai uma luz forte, lindíssima, brilhante e que depois de alguns segundos some também.
O homem fica literalmente apavorado, em pânico e começa a gritar sem parar. Não conseguia parar de gritar. Os vizinhos pensando que o mesmo tinha enlouquecido, levam o homem para o médico. Ao ser examinado, o médico diz para os vizinhos que ele não tinha nada, estava apenas com uma forte emoção, receitou um calmante leve e o liberou.
O homem voltou pouco tempo depois ao Retiro Racional, pediu desculpas ao Mestre e o fato foi narrado no Jornal Racional, TV circuito interno, que tinha no Retiro todos os domingos para o deleite de todos os presentes.
Salve todos. Ubirajara Pisão.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – FILIAL DO MUNDO RACIONAL

(Ubirajara Pisão)
Os Conhecimentos Racionais são de uma elevação tão inusitada para a humanidade e de uma dimensão de verdadeira supremacia da pureza, limpeza e perfeição, que a mente primária humana sente dificuldades para alcançá-la, apesar de a essa dimensão pertencermos.
Dificuldade essa causada pela deformação que nós mesmos provocamos há milhões de milênios (21 eternidades), a uma parte do mundo eterno de onde somos originários: o MUNDO RACIONAL. Ficamos envolvidos pela deformação, ficando, pois, fora do nosso estado natural. E essa deformação nos impede o contato com o mundo da razão da vida, por tornar também deformada nossa visão da vida.
E, assim, aos primeiros contatos com a cultura verdadeira nossa, que já tivemos na origem e ora se acha completamente esquecida, devido à deformação, estranhamos, achando muitas vezes confuso o que lemos, difícil e até impossível de se alcançar tudo que nos é dito de grandioso, solucionador e fantástico.
Calculem então a estranheza dos primitivos leitores de Universo em Desencanto, sem referência alguma de outros leitores (que não existiam) e tendo que colaborar voluntariamente para construção das obras que constituiriam o que hoje é o Retiro Racional.
E para que esses primitivos leitores não desistissem de sua missão junto ao Mestre Manoel Jacintho Coelho, Pai Manoel, como carinhosamente o chamamos, utilizava de seus poderes para dar a todos as provas precisas e necessárias para que continuassem firmes em sua missão.
E aqui vai um belíssimo relato do nosso Irmão Racional Ubirajara Pisão, relativamente às obras do Centro Científico de Cultura Racional, o Monumento Racional (foto acima), provando que o Retiro Racional é o símbolo do MUNDO RACIONAL na Terra.
Na construção do Centro Cientifico de Cultura Racional (Monumento Racional) que está ao lado da piscina do Retiro Racional, aconteceram coisas fantásticas, de uma grandeza desconhecida pela humanidade. Como muitos estudantes de Cultura Racional já sabem, naquela obra existia hora de pegar no serviço e não havia hora de terminar. E isso, eu confesso, me incomodava um pouco, pois, o corpo físico tem suas limitações.
No início das obras do Monumento eu morava fora e trabalhava de segunda a sábado em uma rede de supermercados (sábado até as 12h), tirava plantão no Retiro Racional à noite, às sextas-feiras. Voltava no sábado à tarde e ficava até domingo nas obras do Monumento Racional. E na segunda-feira já saía de lá pela manhã direto para o trabalho no supermercado.
Num desses dias de colaboração, era de madrugada, o céu estava radiante, as estrelas pareciam se mover com o semblante do Mestre Manoel sentado à frente da piscina, orientando o serviço.
Fazia um pouco de frio e as pás e enxadas nos aqueciam com o movimento do concreto fresco que parecia não ter fim. As máquinas eram literalmente as humanas com as ferramentas manuais que não paravam.
Ao longe, para quem avistava, devido o grande número de colaboradores, poderia facilmente confundir com um formigueiro.
Eu estava posicionado juntamente com muitos na frente do Monumento, já bem adiantado em suas obras. Eu estava colaborando na construção da calçada que dá para a entrada principal do Monumento.
Existia um mingau de fubá bem temperado com canela, erva doce, cravo, etc. com um café forte que o Mestre nos servia, pessoalmente, pela madrugada: aquela era a nossa hora de recreio e um pouco de descanso. Às vezes voltávamos para as obras e outras vezes éramos liberados pelo Mestre Manoel.
O mingau, nós o apelidamos carinhosamente de “magau”, devido ao sotaque do encarregado da obra.
Houve uma breve pausa no concreto (coisa rara), encostei a enxada no peito, sentei nos sacos de cimento, olhei para a fisionomia dos irmãos colaboradores, as pás e enxadas se calaram, um breve silêncio naquele local que se contrastava com o interior do Monumento, que parecia uma orquestra infinitamente bela, aonde seus acordes se harmonizavam com toda a madrugada.
Eu estava muito cansado fisicamente, assim como os outros colaboradores. Eu só pensava em duas coisas: no “magau” e em parar um pouco com a Cultura Racional, estava literalmente abatido e o meu corpo físico se movimentava com um esforço quase que sobrenatural, achava que não ia agüentar, pensava em voltar para a Cultura Racional quando ficasse mais velho, assim teria mais amadurecimento para entender tudo aquilo.
Os outros ali a mim parecia que pensavam a mesma coisa: de como suportar tamanha missão para a nossa salvação.
O cheiro de erva doce com canela pairava no ar, estava chegando a hora do “néctar dos deuses”. O perfume doce do “magau” aliviava a minha dor e a dos demais colaboradores de pensar que não conseguiríamos chegar até ao final de nossa missão.
Nossos corpos ainda muito cansados, as enxadas paradas, olhávamos uns para os outros. De repente olhamos todos juntos para o céu, acima do Monumento Racional, quando, literalmente, o céu se rasgou (não confunda com vidência), foi como se alguém o cortasse com uma espada!
Ficamos espantados, sem dizer uma palavra! Lá de dentro do enorme rasgo, um outro mundo, de uma beleza que não se tem nenhum adjetivo ou qualquer palavra que se possa mencionar!
Pode-se dizer que era muito grande, com muitos brilhos, incomparavelmente mais bonitos do que os das estrelas que conhecemos!
E de lá saiu um corpo grande e brilhante prateado que desceu até próximo ao telhado do Monumento e depois voltou para o mesmo lugar!
Quando aquele belo corpo de energia voltou, aquele rasgo enorme no céu se fechou, as estrelas voltaram à sua posição normal no céu e nossos ânimos se fortificaram nos dando firmeza para continuar com as colaborações e estudos racionais.
Olhamos uns para os outros, dezenas de nós: ninguém deu uma palavra, nenhum comentário! Nossos semblantes de cansados e abatidos que estavam, agora eram só sorrisos, só satisfação!
As pás e enxadas agora não mais faziam barulhos, elas cantavam e dançavam juntamente com nossos corpos fortificados pela comprovação de ter a honra de participar de uma construção do Mundo Racional na Terra e, principalmente, a honra de continuar obedecendo ao grande Mestre sem pestanejar.
Uma saudação Racional a todos!

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – CONVIDADO PARA ALMOÇAR

(Ubirajara Pisão)
O Senhor Manoel Jacintho Coelho, responsável pela entrada da Cultura Racional na Terra, contida nos Livros Universo em Desencanto, deixou para a humanidade, durante sua permanência entre nós, um dos maiores legados de paz, amor e fraternidade.
Bondade extrema, humilde dos humildes, poderoso dos poderosos, não deixava escapar oportunidade para nos deixar exemplos do que seja RACIOCINAR.
E assim é que, usando do seu poder de materialização (que se tornava efeito em qualquer parte do mundo onde se fizesse necessário, às vezes ao mesmo tempo em vários lugares) apresentava-se, para quem carecia de uma compreensão fidedigna dos conhecimentos Racionais, com a aparência precisa e necessária para mais uma lição exemplificada do conteúdo de sua grandiosa obra de Cultura Racional, dos Livros Universo em Desencanto.
Nosso Amigo e Irmão Racional Ubirajara Pisão nos relata uma dessas grandiosas lições, onde o Senhor Manoel Jacintho Coelho, o RACIONAL SUPERIOR DA TERRA, nos dá mais uma lição de que somente na humildade, fraternidade, amor e solidariedade, ou seja, no RACIONAL, encontramos a realidade, que é a verdade.
E a seguir nos conta Ubirajara.
Um amigo do Mestre MJC e meu conhecido convidou o Mestre para almoçar.
Disse: “Sr. Manoel o senhor é meu convidado para almoçar no domingo em minha casa”.
E o homem muito respeitado, com uma boa situação financeira, sabendo em partes dos poderes do Mestre, ficou feliz quando ouviu a resposta positiva do Mestre: “Domingo est
arei lá com muito prazer.”
A conversa se estendeu com os pensamentos do amigo em uma boa recepção com uma mesa farta, afinal, quem ia almoçar com ele e sua esposa não era um homem comum e, sim, um homem de outro mundo.
Os pensamentos agitados, pensando que ia relatar o acontecimento inédito para os amigos e familiares, pois, estava orgulhoso com a resposta positiva do Mestre.
Tratou de ir ao mercado, comprou o melhor: ótimas iguarias, o melhor bacalhau, o melhor vinho, etc.
Já cedo, o fogão ardia com todas as bocas acesas, com as panelas transbordando diversos alimentos e o forno quente preparado para um assado.
A geladeira mal se fechava pesada de sobremesas e bebidas.
Estava nervoso com a chegada do Mestre. Abria uma garrafa de cerveja, tomava uma taça de vinho para se acalmar… e os nervos pareciam não parar.
Sua esposa arrumou a mesa com uma bela toalha rendada, colocou belos jarros com flores naturais, iguarias e bebidas dignas da recepção de um rei. Estava tudo pronto, agora é aguardar a chegada do Mestre.
Estava orgulhoso, pensativo: “Será que ele vai gostar?” Pois, tinha feito o melhor.
Batem palmas em sua porta (maneira antiga de chamar o dono).
Ele olha um pouco curioso e chateado ao ver que tinha um mendigo em sua porta.
E diz com desdém:
“O que você quer?.”
O mendigo responde:
“Eu quero almoçar, estou com fome e sei que tem um banquete em sua casa.”
“Tem sim, só que não é para você, é para um grande amigo e vá embora.”
O mendigo ainda tentou insistir e não adiantou nada, teve que ir embora.
As horas se passam e o almoço se transforma em tristeza, pois, o Mestre não almoçou.
O Homem achou que o Mestre havia faltado com a palavra e no outro dia foi até à sua residência enfurecido, reclamou que havia feito um banquete e que ficou decepcionado com a falta da palavra e a ausência.
O Mestre disse que havia ido:
“Eu fui!”
O homem:
“Como foi? Eu esperei o dia inteiro e o Senhor não apareceu.”
O Mestre:
“Eu apareci, disse que estava com fome e que você havia preparado um banquete e você não deixou eu entrar e me mandou embora, tentei insistir e não adiantou, me mandou embora várias vezes.”
Naquele momento as lágrimas corriam de arrependimento no homem e os pedidos de desculpas não paravam de ecoar.
Belo relato! As aparências sempre confundindo a humanidade, por a humanidade ainda não SE CONHECER.
Uma saudação Racional a todos!
Saúde e sossego!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO - O PRÍNCIPE

(Ubirajara Pisão)
Quem teve o privilégio de conhecer pessoalmente o Mestre Manoel Jacintho Coelho, muito tem a contar das infinidades de provas e comprovações dos seus poderes e de sua identidade SUPERIOR.
Vamos relatar hoje a estória do Príncipe. Príncipe era um cachorro que vivia no Retiro Racional, onde são feitos os Livros Universo em Desencanto, na época em que o Senhor Manoel passou pela Terra.
Os latidos do Príncipe pela madrugada pareciam roncos de trovoada, a cor negra se perdia na escuridão, o brilho nos olhos reluzia como fogo na penumbra da luz fraca do poste próximo à calçada que levava para o Prédio dos Três Poderes.
Amanhecia o dia. O Mestre sai para orientar a construção das obras do Retiro. O Príncipe ao vê-lo abana o rabo como forma de carinho.
O Mestre diz:
“Este é o Príncipe”.
O Príncipe o mira nos olhos e com olhar de tristeza se deita. Os colaboradores próximos, alguns caravaneiros presenciam a cena.
”Viu – diz o Mestre Manoel para o Príncipe - você desvirtuou o alfabeto astrológico, agora é um cão e vai ter que correr a hierarquia de animal irracional, fez por onde estar nesta condição, quem mandou?”
A esposa de um grande amigo meu, que era responsável de uma caravana Racional aqui no Rio de Janeiro, escuta e assiste tudo com os olhos céticos, não acredita em nada do que ouve e se indaga:
”Como pode um cachorro ter sido um príncipe?”
Os meses se passam e o Príncipe com seu grande porte, latido de trovão, quando corria poderia ao longe ser facilmente confundido à noite com outro animal.
Na gráfica do Retiro existia o plantão noturno das mulheres caravaneiras, que vinham de todo lugar do Rio de Janeiro no ônibus do Retiro para colaborar na confecção dos livros Universo em Desencanto.
Passavam a noite costurando livros, dobrando papel, conversando e, pela manhã, iam para suas casas com ar de satisfeitas, por terem cumprido com mais um dever de solidariedade humana junto do Racional que na sua varanda, com os plantonistas e visitantes, ia conversando assuntos Racionais.
Em uma dessas colaborações, a senhora citada acima, que não acreditou no fato contado pelo Mestre sobre o Príncipe, saía da Gráfica.
O sol começava a mostrar seus primeiros raios com a musicalidade do canto dos pássaros.
Foi nesse momento que um homem alto, com roupa de nobre do tempo da monarquia, belo e com o peito parecendo estar cheio de medalhas e de indumentária brilhante, toca-lhe o peito, olha bem dentro dos seus olhos. Ela se assusta e não sabe como aquele homem entrou no Retiro e quem era ele.
Depois de alguns longos segundos a imagem do homem belo, bem vestido, forte, começa a se transformar em um cão negro alto e com as patas dianteiras coladas no seu peito.
A mulher sai correndo rumo à varanda aonde estava o Mestre Manoel. Ela conta este fato e o Mestre Manoel diz:
”Agora você acredita no que eu falei sobre o Príncipe?” Ela responde que sim.
O Mestre mandou que a mulher fizesse esse relato no Jornal Racional, o jornal de TV interna que tinha todo domingo à noite no Retiro Racional.
E tal fato foi do conhecimento de centenas de pessoas que ouviram a história do cachorro-Príncipe, que já tinha sido um príncipe no tempo em que imperava o alfabeto de astrologia.
Está aí uma prova da identidade superior do Mestre Manoel, que conhecia o passado de todas as pessoas: desde que cada qual nasceu do chão, passando pela fase de monstros, depois pela fase de selvagem, entrando na fase de civilizado, que terminou em 1935, até os dias de hoje. E por conhecer o passado de todos e de tudo, conhece o futuro também, porque não há efeito sem causa. Já que o que se planta é o que se colhe. E porque dizemos conhece? Porque não existe morte, apenas uma transformação de uma vida para outra. Mestre Manoel continua vivo entre nós, o que é comprovado por muitos que já têm alguma evolução da vidência Racional.
Houve a ligação do MUNDO RACIONAL PURO LIMPO E PERFEITO ao MUNDO RACIONAL DEFORMADO, que é este segundo mundo em que vivemos.
Mestre Manoel retornou ao MUNDO RACIONAL, mas, tendo havido a ligação dos dois mundos em um só, os que se ligam à ENERGIA RACIONAL conseguem vê-lo em todas as partes do mundo, trabalhando para a recuperação da humanidade, que é feita através do desenvolvimento do raciocínio (glândula Pineal).