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terça-feira, 9 de março de 2010

RESPEITO AOS NOSSOS JOVENS


Um bom observador percebe facilmente a existência de fases na Natureza. Assim como em nossa própria vida temos várias fases. E cada uma com suas necessidades e os entendimentos e procedimentos necessários ao nosso crescimento físico, emocional e psicológico.
Analogamente é a Natureza de quem fazemos parte.
É preciso atenção à fase em vigor.
Iniciada em 1935, a fase do Desenvolvimento do Raciocínio coloca fim aos valores, entendimentos e procedimentos anteriores, construídos para a civilização humana, para a construção do homem pensante, entrando esses valores, entendimentos e procedimentos em total liquidação.
Antes de 1935, a Natureza, que nos gera e nos cria, mantém e governa, gerava seres dotados dos vírus capacitados para desenvolver os seres humanos dentro da égide do pensamento e da imaginação, de forma a construir uma civilização baseada na matéria, visível e invisível (a parte espiritual primária). Uma civilização das aparências.
Desse marco para frente, passou a gerar seres com outros vírus, mais evoluídos, propícios a desenvolver humanos com outros valores, entendimentos e procedimentos, voltados para a construção de uma civilização voltada mais para a essência da vida e, não para a aparência da vida.
Nessa transição de uma fase para a outra há um grande transtorno. Já que adultos da fase anterior, mantenedores ainda dos valores passados, tentam repassar esses valores para os que nascem. E esses últimos, por questões de geração, ficam sem condições de aceitar e entender os valores, entendimentos e procedimentos que lhe são administrados pelos remanescentes da fase que acabou.
Observemos os jovens de hoje. Procuram a simplicidade no vestir, no falar, no escrever e no se comunicar. Adultos com pouca sensibilidade (ligados às aparências) batem de frente com nossos jovens.
E de forma desumana, contrariando a tudo que sempre pregaram em termos de amor, paz e fraternidade, criticam esses jovens. Chegam ao deboche e ao absurdo da violência.
Como ficam nossos jovens? Completamente confusos por verem esses remanescentes falarem em paz, amor, fraternidade e, na prática, agirem exatamente ao contrário.
Essa confusão lhes tira o chão. Não encontram apoio, compreensão, carinho, amor, fraternidade. Sentem-se completamente sozinhos, vazios, sem saber onde encontrar uma porta para adentrarem e desenvolverem-se dentro daquilo para o qual foram dotados pela Natureza. Dentro daquilo que sentem.
Esses jovens tem grande valor, por já nascerem preparados para enxergar a vida e o mundo com olhos menos aparentes e mais substanciais.
E assim é que instala-se o conflito de gerações, que tem levado muitas jovens vidas preciosas à marginalidade de vários calibres.
Tudo isso por quê? Por falta de verdadeiro amor, compreensão e fraternidade dos que teimam em continuar valorizando padrões obsoletos, em prejuízo da paz, do amor e da fraternidade.
Essa civilização em extinção, que valoriza as aparências, precisa urgentemente de procurar se evoluir, caso contrário, estaremos jogando muitos jovens num abismo sem volta.
Não nos ater às formas escritas e faladas, mas às essências escritas e faladas.
Não nos ater a etiquetas tradicionais de comportamento, mas nos ater a comportamentos de solidariedade, paz, amor e fraternidade e valorizá-los.
Urgente se faz uma mudança radical na forma de observar, encarar e conviver com nossos jovens, que estão, lamentavelmente, carentes de tudo isso nos próprios lares, nas escolas e na sociedade em geral.
E por estarem carentes de toda essa atenção adequada e coerente com a Nova Fase em vigor, estão se desequilibrando. Estão se tornando pessoas revoltadas, destruindo tudo e se destruindo.
Estamos prejudicando os nossos jovens. E isso não é natural, porque natural é tudo aquilo que pode ser sem prejuízo de ninguém.
Então, procuremos, em benefício deles e de nós mesmos, procurar conhecer o que é natural, para embargar de vez essa cultura aparente, que tantos prejuízos tem causado aos nossos relacionamentos.
Procurar onde? Logicamente na cultura da Natureza.
Pois, tão somente Ela pode nos dizer o que é natural.
E onde encontrar essa cultura?
Nos Livros Universo em Desencanto. Lá, com certeza, todos nós aprenderemos e saberemos tudo que é preciso e necessário para termos o devido RESPEITO AOS NOSSOS JOVENS. E não só aos fisicamente jovens, mas, aos jovens mentais, às crianças mentais e aos menos favorecidos mentais.
Salve, SAÚDE e PAZ !
Telefone, dentre outros: 0xx 31 2555-0054.

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