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domingo, 23 de março de 2014

MENTES INFLACIONADAS

Houve um tempo, há milhões de milênios, que foge à nossa lembrança, em que a humanidade vivia em perfeita harmonia com a Natureza Mãe.
O mental humano era o legítimo feito por ELA, aceitando suas determinações, sem cogitar dos gostos, preferências, vontades e sonhos, porque considerávamos a Natureza Mãe em primeiríssimo lugar.
E essa harmonia mantinha a ligação e comunicação do ser humano com todas as sete partes que compõem a Natureza Mãe: sol, lua, estrelas, água, terra, animais e vegetais.
Ouvíamos a voz de todos esses seres, com os quais nos entendíamos e falávamos numa linguagem sutil universal.
Esses seres nos orientavam e nos guiavam no caminho dos acertos para a harmonia ser mantida. E, por isso, a mente humana não pensava nem imaginava; nossa mente era identificada com o mental da natureza Mãe, razão por que não questionávamos as suas determinações. Éramos completamente pacíficos.
Tudo era extraordinariamente simples e vivíamos em perfeita união uns com os outros, porque sentíamos, por estarmos em harmonia com tudo e com todos, que tudo e todos eram o nosso prolongamento.
A vida na Terra era um paraíso, por ser baseada na essência da Natureza Mãe.
Porém, era uma vida com limites. Limites necessários para se manter o respeito ao direito natural de cada ser do universo e, por isso, sem liberdades que pudessem interferir nesses direitos e, consequentemente, no equilíbrio universal – afinal, não há ser algum que seja igual neste universo em que vivemos.
E assim é que ninguém errava, porque éramos todos guiados pela cultura natural da Natureza Mãe. Não havia letras, nem algarismos. E por não irmos contra as leis naturais da Natureza Mãe, nossas mentes eram livres de culpas, tranquilas, calmas e em paz.
Mas, com o passar dos tempos, uns tantos começaram a querer expandir suas liberdades, não se conformando com os limites benéficos impostos pela Natureza Mãe. Ver a respeito as seguintes postagens:
http://nalub7.wordpress.com/2006/04/06/astrologia-1a-parte/
http://nalub7.wordpress.com/2006/04/07/astrologia-2a-parte/
http://nalub7.wordpress.com/2006/04/08/astrologia-3a-parte/
http://nalub7.wordpress.com/2006/04/09/astrologia-parte-final/
Inflando-se dos gostos, das vontades e do sonho de liberdade além dos limites naturais, caíram na malha da vaidade e soberbia, por se julgarem mais que a Natureza Mãe, que é a dona de tudo e de todos.
As mentes, então INFLACIONADAS pela vaidade e soberbia, perderam sua força natural, consequentemente se desligando da essência natural da Natureza Mãe e, ao mesmo tempo, atraindo a influência de uma parte da galáxia térrea que desconheciam: a natureza deformada invisível, cuja influência era embargada pela Natureza Mãe, a Natureza natural, que é a parte das essências.
Essa influência negativa, que congrega o pensamento e a imaginação, foi, pouco a pouco, tomando conta da mente de toda a humanidade, que passou a ser instrumento dessas forças para criar uma cultura artificial, capaz de dar vazão a todos os gostos e vontades sem limites e sendo, portanto, contra a cultura natural da Natureza Mãe, que é uma CULTURA RACIONAL, ou seja, de paz, amor, fraternidade e concórdia entre todos universalmente.
Essa cultura artificial, forjada e criada através dos homens pelas forças invisíveis pertencentes à matéria bruta e dela originadas, é a cultura que até hoje a maioria absoluta da humanidade ainda adota, apesar de toda desunião e de todo desequilíbrio que essa cultura nos traz.
De lá para cá, as mentes INFLACIONADAS cada vez mais pela vaidade e soberbia, perderam totalmente a harmonia com a Natureza Mãe e o seu comando.
Saíram do reinado das essências e adentraram no reinado da matéria bruta, o reinado do mal.
E assim desligada da CULTURA RACIONAL, que é a cultura natural da Natureza Mãe, a humanidade se perdeu e perdeu todo o contato com a Natureza Mãe.
Abandonamos o privilégio de filhos naturais da Natureza natural, com fartura e abundância para todos, para nos tornarmos escravos da parte bruta da matéria, a parte das trevas.
Nossa vida, a partir daí, tornou-se um laboratório de amarguras, onde, morrendo e nascendo, morrendo e nascendo, nunca pudemos descobrir o significado dessa prisão misteriosa, feita pela cultura artificial, que nos mantém em sofrimento desde o nascimento até à morte.
Prisão que não fizemos, mas, da qual somos os causadores, sendo comandados pelo pensamento e a imaginação a fazer todo este imenso vale de sofrimentos, lágrimas e dores nos quatro cantos do mundo.
Esse foi o alto preço que há muito vem sendo pago por todos nós, por termos desrespeitado a Natureza Mãe, ao abandonarmos sua cultura natural, a CULTURA RACIONAL, em seus precursores passos na Terra, representados pelo Alfabeto Astrológico.
Mas, chegou o fim da desobediência e o início do perdão para quem readotar em sua vida a cultura natural da Natureza Mãe, a CULTURA RACIONAL, para o desenvolvimento do raciocínio, que reabre nosso contato, entendimento e comunicação com todos os seres da Natureza Mãe, como reabre também a vidência Racional (natural) perdida.
Retorna-nos ainda ao campo cósmico, em vida, onde passaremos a flutuar, locomovendo-nos para todos os lugares do mundo através do espaço, tal como verdadeiras naves espaciais. E, após, com nossa maior evolução, alcançando o campo extracósmico.
Por quê retorna-nos? Por sermos de origem do campo extracósmico, de onde viemos descendo constituindo o campo cósmico, até nos extinguirmos como corpos de energia pura, constituindo o campo da matéria bruta.
Ao alcançarmos o campo cósmico flutuando como naves espaciais, já estaremos religados à Natureza Mãe, tornando-se, assim, realidade a apoteose da concórdia na Terra: todos Aparelhos RACIONAIS, todos concordando com todos.
E, assim, ficaremos novamente harmonizados com todos, com tudo e com a Natureza Mãe, deflacionando nossas mentes, pondo fim na vaidade e soberbia e adquirindo paz eternamente.
Tudo isso apenas com o desenvolvimento do raciocínio, que se adquire com a leitura e estudo diário dos livros Universo em Desencanto, que contêm a cultura, cujos passos precursores (Alfabeto Astrológico) abandonamos há milhões de milênios, o que impediu que em 1935 todos fôssemos religados à origem de onde viemos.
Por que 1935? Porque teria sido o ano em que, se não tivéssemos abandonado o Alfabeto Astrológico, teríamos alcançado o estado pleno de ser, de IMUNIZADOS RACIONALMENTE, retornando todos ao nosso verdadeiro estado natural de Racional puro, limpo e perfeito, no MUNDO RACIONAL, o mundo dos eternos, de onde viemos e, por de lá termos saído, é para lá que teremos que voltar.
http://www.culturaracional.com.br

PENSAMENTO: COMANDO DA DEGENERAÇÃO E DESTRUIÇÃO, POR ISSO, SUA FASE TERMINOU!

Ninguém é dono de nada, nem de ninguém. Muito menos de si mesmo.
Se o animal Racional fosse dono de si mesmo, seria dono do seu pensamento.
E se fosse dono do seu pensamento, jamais faria algo que o prejudicasse, que prejudicasse aos demais e à Natureza, pois, tudo que o animal Racional faz, primeiro pensa como fazer.
Vejam a situação do mundo, sempre para pior. E tudo feito, foi feito pensando.
Fácil concluir que o pensamento não é uma força positiva, caso contrário, os pensadores já teriam estabelecido a paz na Terra. É preciso conhecer a Natureza, a verdadeira, a que gera, pois, há a natureza deformada, a que degenera. E nessa deformada, que degenera, é que se encontra o pensamento. Sendo, portanto, o pensamento, comando da natureza deformada, um comando de degeneração e destruição.
Se o pensamento fosse de origem da verdadeira Natureza, a que gera, não seria um comando de degeneração.
Mas, então, porque existe a natureza degenerada, deformada, poluída e o seu comando de degeneração, que é o pensamento?
Para entender, compreender e saber tudo a respeito, só mesmo estudando a cultura da verdadeira Natureza, a Cultura Racional.
Este mundo em que vivemos é fruto de uma desobediência, portanto, é um mundo fora do seu verdadeiro natural, onde a verdadeira Natureza continua gerando e a natureza deformada, sempre degenerando e destruindo, através do pensamento, que faz dos seres humanos robôs, verdadeiras ferramentas de destruição e degeneração, para depois ter o direito de cobrar dos seres humanos os seus malfeitos. O pensamento faz o vivente errar para depois cobrar os seus erros. É o verdadeiro verdugo do animal Racional.
E é por isso que a verdadeira Natureza mudou de fase, por a humanidade ter chegado ao clímax da degeneração e destruição, colocando fim na fase de ação de comando do pensamento, que entrou em liquidação.
De forma, que se a humanidade continuar ligada à matéria, ao chão, que é a origem do pensamento (ser invisível do mundo material), entra igualmente em liquidação e se destrói como ser humano, transformando-se, após a morte, em seres invisíveis do chão, tal como o pensamento e, após, torna a nascer na Terra, como animal irracional, perdendo a condição de Racional e correndo toda a hierarquia dos irracionais.
Para quem toma conhecimento disso, através do estudo da cultura natural da Natureza, a Cultura Racional, consegue embargar essa descida de classe e passa a ficar por conta da verdadeira Natureza, a Natureza Racional, a que promove o nosso desenvolvimento racional para retorno ao mundo de onde saímos, por livre arbítrio, o MUNDO RACIONAL, o mundo dos eternos, onde não existe degeneração, nem deformação, nem transformação. Tudo é puro, limpo e perfeito, sem defeitos.
Essa transição da fase do pensamento, da fase de animal Racional, para a fase do raciocínio, a Fase Racional, de Aparelho Racional, deixando de ser ANIMADO pelo pensamento, para ser IMUNIZADO pelo raciocínio, vai sendo feita muito naturalmente, desligando, pouco a pouco a pessoa do comando negativo do pensamento.
Se a verdadeira Natureza não tivesse mudado de fase, toda a humanidade estaria perdida e se transformaria, após a “morte” (que não existe, é uma transformação de uma vida para outra), então, a humanidade se transformaria para as classes inferiores de bicho irracional, de quatro pés e dois pés, como se transformarão todos que não acordarem em tempo para a nova fase em vigor, a Fase Racional.
E é por isso que a verdadeira Natureza mudou de fase, passando a reger através da ENERGIA RACIONAL, a energia do nosso Verdadeiro Mundo de Origem, o MUNDO RACIONAL, para embargar a descida de seus filhos, que somos nós, para as classes inferiores.
A leitura e estudo dos Livros de Cultura Racional, que são ENERGIA RACIONAL transcodificada em letras, vai fazendo muito naturalmente nossa ligação a essa transcendental energia, sendo, portanto, esses livros a única fonte literária de ENERGIA RACIONAL. Essa ENERGIA, muito naturalmente assimilada através da leitura dos Livros Universo em Desencanto, vai desenvolvendo nossa parte RACIONAL que nunca foi desenvolvida, fazendo, portanto, o nosso desligamento do pensamento. Aí é que começamos a ter noção do que é o RACIOCÍNIO!
Procurem, o quanto antes, tomar conhecimento disso tudo, diretamente na fonte, que são os Livros Universo em Desencanto, para não confundirem pensamento com raciocínio e poderem se abastecer da ENERGIA IMUNIZANTE RACIONAL; imunizante por nos desligar do comando do pensamento, essa energia do chão, elétrica e magnética, que nos fez de escravos da matéria, para nossa lapidação. A parte magnética sendo o mal puro e a parte elétrica o bem aparente. MAS, QUE TODA ESSA LAPIDAÇÃO FOI PRECISA E NECESSÁRIA, certificar-se-ão ao estudar os Livros Racionais.
O objetivo deste blog é alertar a todos desta grande e última mudança de fase da verdadeira Natureza, que mudou da fase do pensamento para a fase do desenvolvimento do raciocínio.
Sugerimos a todos que procurem se certificar de tudo isso nos Livros Universo em Desencanto, de Cultura Racional.
Teremos todos amor, paz, saúde, fraternidade e concórdia no mundo inteiro, somente pelo desenvolvimento do raciocínio, porque com o pensamento, ninguém resolve mais nada, porque a sua fase terminou e, por ter terminado, o pensamento não dá mais nada!

sábado, 22 de março de 2014

A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE

(Mestre POP – Mestre em Capoeira – Originalmente publicado em http://culturaracionalfloripa.blogspot.com.br/ )
A segunda das três virtudes teologais da religião cristã (ao lado da fé e da caridade), a esperança talvez seja da trilogia, a mais importante, pois independentemente de convicção religiosa ela move todo e qualquer ser humano. Em síntese a palavra esperança, quer dizer esperar, aguardar, talvez um dos sentimentos mais presentes no cotidiano humano, exatamente por estarmos permanentemente ligados ao tempo e ao espaço. É onde os fatos e acontecimentos se sucedem a partir da dualidade que caracteriza a nossa condição existencial, ou seja, o bem e o mal, o sucesso e o fracasso, a vida e a morte.
A existência da esperança é um revelador que traduz a limitada percepção humana frente sua própria realidade, a qual seja, o amanhã é incerto e mesmo o presente instante em que vivemos também é incerto. Por esta razão temos a esperança que nos alimenta de expectativas que “isso” ou “aquilo” que nos incomoda, de alguma forma possa ser resolvido. Não temos certeza absoluta dos fatos que irão suceder em nossas vidas no futuro, pois existe uma realidade que nos angustia, que é a certeza de que nada sabemos. Por isso “a esperança é a última que morre”.
A natureza é cruel e não negocia seus direitos. Vivemos de expectativas boas e ruins, de sentimentos bons e ruins em relação a tudo. Vivemos hoje, aqui e agora, porém na perspectiva do amanhã, pois temos que esperar por tudo. Os exemplos estão postos em nosso cotidiano: quando nos enchemos de perspectiva para a realização de um projeto ou na recuperação de alguém que amamos que se encontra enfermo, e por termos que esperar a solução, sofremos e nos angustiamos.
O sentimento de “esperança” do ponto de vista concreto é subjetivo, é um enigma, uma incógnita, ou seja, não corresponde com precisão à realidade. Em síntese a palavra esperança é uma utopia, que nos impulsiona e alimenta à realização de algo melhor, seja de um fato ou até mesmo a esperança que se tem de um mundo melhor ou até mesmo da existência de um paraíso. Embora muitos não concordem os sentimentos de fé ou esperança não passam de utopias humanas. Mas porque uma utopia? Porque existe uma dualidade que se confronta permanentemente, que é o bem e o mal. Por isso somos alimentados por um sentimento que nem sempre, como foi dito anteriormente, corresponde às expectativas que criamos. A esperança expressa apenas um desejo, uma necessidade humana, de superação de uma realidade que é a sua própria condição humana. Ou seja, somos vítimas de nossa própria existência. E porque digo isso? Porque nossa própria existência é um enigma, assim como o futuro, e o próprio passado. A esperança de que “dias melhores virão”, é uma máxima humana. E nela nos baseamos, esquecendo que a realidade é cruel, pois ela suprime nossas esperanças e trai a nossa fé.
Mas e se não houvesse a esperança, a fé e toda a utopia humana o que nos restaria? Consequentemente o vazio. Por isso de um modo geral, as pessoas que caem no vazio perdem a esperança de tudo. E muitas vezes estas dão cabo da própria vida. Deste modo o que podemos afirmar é que a única coisa que temos certeza é que nada sabemos.
A esperança, embora pareça um termo e um sentimento somente religioso, ligado à fé, no fundo não é. Ela é o que impulsiona o ser humano nas mais diversas realidades: a esperança na política, a esperança na ciência ou mesmo na religião. O que estimula a caminhada humana é a esperança, ou seja, o esperar, aguardar na expectativa de que os nossos sonhos e desejos irão se realizar.
Porém, muitas vezes, somos traídos por nossas próprias expectativas, e não poucas vezes. Nascemos neste mundo sem saber por que e nem para que. Somos inconscientes, mergulhados na auto sugestão de que sabemos alguma coisa e isso é o que alimenta as nossas vaidades, prepotências a arrogâncias. No obstante, somos exatamente iguais, perante a Natureza que não faz distinção absolutamente nenhuma de quem é pobre, rico, branco ou preto, crente ou descrente, pois quem tiver que sofrer, sofre e quem tiver que morrer, morre e quem tiver que ter sucesso e superação em suas angústias, terá. A dualidade existe.
Com a Fase Racional que está em vigor, e com ela a Cultura Racional para o desenvolvimento pleno do raciocínio humano, os seres humanos viverão a perspectiva do “aqui e agora”, sem anseios ou angústias. Através do raciocínio não há pensamento, nem planos, nem sonhos, mas sim a ação verdadeira na execução das coisas. Raciocinar é um estado de ser pleno e integral, pois o tempo e o espaço do qual nos situamos a partir de nossa presente condição humana, deixa de existir quando passamos a raciocinar plenamente, pois o raciocínio não está ligado à matéria, ao tempo e espaço físicos, que nos causam toda a dor e toda a forma de sofrimento. Quem pensa e imagina, tem muita dificuldade de conceber estes esclarecimentos como possibilidade de uma realidade, e consequentemente chamará isso também de utopia e esperança. O pensamento é o verdugo do corpo, pois nele estão os anseios, os desejos, as perspectivas, os sonhos, as realizações e também as decepções.
A Cultura Racional é uma Cultura natural da natureza para o desenvolvimento do Raciocínio, que está em pleno vigor de sua fase. É a oportunidade real e concreta para a superação da condição humana. Ao iniciarmos estudos de Cultura Racional passamos a compreender e reconhecer a nossa verdadeira e real condição, sem encantamento, sem esperança e sem ilusão, pois passamos a entender as razões das forças da Natureza que nos alimentam enquanto seres pensantes. No lugar das expectativas, anseios e esperanças, nasce uma consciência e uma certeza do que somos, de onde viemos, porque aqui estamos, e para onde vamos. E é isso que nos dá a certeza de vivermos o aqui e agora sem a necessidade das expectativas futuras, pois temos a certeza que a Natureza não vai negociar conosco absolutamente nada, o que tiver que ser será. E ponto!
Comece a estudar a Cultura Racional através da obra Universo em Desencanto.
www.culturaracional.com.br

quinta-feira, 6 de março de 2014

RACIOCINAR EM CULTURA RACIONAL NÃO TEM O MESMO SENTIDO DO QUE PENSAR.

(Mestre POP – Mestre em Capoeira - Originalmente postado no site http://culturaracionalfloripa.blogspot.com.br/)
Quando me refiro a raciocinar não estou falando em uma forma de se pensar!
A comunicação através do raciocínio pleno não se faz por palavras, sentimentos ou muito menos por métodos, mas sim por uma percepção altamente refinada, desprovida de qualquer fórmula subjetiva da realidade. Através do raciocínio não há pensamento, nem planos, nem sonhos, mas sim a ação verdadeira na execução das coisas. Raciocinar é um estado de ser pleno e integral. O que dá sentido ao raciocínio é o próprio raciocínio por isso “Racional - Raciocínio, Raciocínio – Racional”. A totalidade da realidade que é dividida pelo pensamento torna-se uma só unidade onde não há dualidade, não há divisão, o que um sabe todos outros saberão. A realidade é uma coisa só. A pessoa deixa de ficar pensando, imaginando, na incerteza, na inconstância, nas experiências nem sempre positivas, para positivar-se integralmente na solução real do que for preciso. Quando toda a humanidade estiver com o raciocínio desenvolvido não mais haverá divergências, enganos, dúvidas ou indecisões. Os conflitos só acontecem no universo do pensamento.
No mundo dos livres pensadores cada pessoa pensa de um jeito, não havendo concordância plena entre as pessoas no que diz respeito à forma de pensar a política, a religião, sobre deus, sobre a origem do universo e por aí afora. Ninguém pensa exatamente igual. Uma coisa ou outra até pode pensar, mas no contexto geral as opiniões se divergem. Por isso, não obstante têm muitas pessoas que leem este artigo e discordam, não aceitam e isso é no mundo inteiro a discórdia, as guerras ideológicas, entre filósofos, entre cientistas, entre religiosos, entre políticos e por aí vai. Porque pensar é renegar o direito de raciocinar.
No pensamento está o egocentrismo caracterizado pela vaidade, prepotência, ganância, por uma pessoa achar que é melhor que outra por causa da condição social e econômica, por causa da cor da pele e outras razões. Por isso existe o preconceito, o racismo e tudo que existe de ruim: tudo fruto do pensamento, do sentimento, tudo fruto da sua própria natureza, da natureza de cada um. O ser humano por ser prepotente e ignorante é que não percebe isso, não vê que é máquina, ferramenta da natureza que o comanda através dos desejos e vontades, através do pensamento, o comanda por lhe dar a vida, o alimento e o transformar.
Somos tudo aparentemente e nada verdadeiramente! Por isso hoje estamos vivos e amanhã mortos. Ninguém sabe o dia de amanhã, o que nos impulsiona é a esperança de viver mais uns dias, quem sabe por muitos anos, mais chegará o dia em que a natureza não mais negociará, e aí não tem jeito. E quem pensou que era o máximo sobre a terra se sucumbirá com toda sua prepotência. A liberdade é um imperativo da natureza por isso ela não negocia seus direitos. Pessoas que estão maduras, lapidadas, descrentes de tudo, ao lerem esta mensagem se enchem de esperança e percebem que aqui existe algo profundo, enquanto que outras por suas vaidades ou por suas crenças e convicções acham que sabem tudo que já têm sua verdade e não precisam de mais nada. E têm também os que são simplesmente indiferentes a esta mensagem e que, o que está tudo certo não tem problema algum. O bem é transitório por isso estamos sempre procurando.
A humanidade levou milhares de anos para poder desenvolver a imaginação e depois milhares de anos até poder desenvolver pensamento vago e ainda alguns séculos para poder desenvolver o pensamento lógico, período em que se formula o conhecimento, que é caracterizado pela dialética. Cabe aqui esclarecer que nenhum ser humano raciocina, apenas pensam e confundem o pensamento altamente desenvolvido com o raciocínio puro. A nossa origem é Racional por isso somos classificados de animais racionais, por termos esta faculdade a ser desenvolvida.
Somos animais e por circunstâncias naturais estamos divididos em duas categorias, a de animal irracional e de animal racional, porém a classe é a mesma, ou seja, a classe de animal. A nossa condição é a mesma na lei de reprodução, ou seja, para existirmos é necessária a reprodução assim como em outro reino animal ou vegetal. Biologicamente somos parecidos com outros animais e alguns vegetais, as necessidades biológicas são as mesmas, ou seja, precisamos nos alimentar, necessitamos, por exemplo, da água e outros elementos químicos presentes na natureza. Embora nossa fisiologia se diferencie em algumas partes de outros seres vivos temos em comum as mesmas necessidades e características como respirar, ingerir alimentos, processar e defecar, exalar cheiros.
Biologicamente nosso organismo necessita de elementos químicos que são imprescindíveis à nossa vida, assim como acontece com outros seres vivos.
A natureza, agente criadora, alimentadora e transformadora de seus feitos, nela reside o imperativo das ações que coadjuva com tudo que por ela é realizado ou criado. Os homens são apenas ferramentas, subjugados às leis que na natureza habitam; na natureza tudo se transforma e assim sendo tanto os homens como as demais formas de vida existentes, estão sujeitos às leis de transformação.
Somos todos livres pensadores e através da natureza forjamos nossas teorias, conceitos, criamos os alfabetos, os idiomas, e as diversas formas de se comunicar, tudo isso por imposição e determinação da própria natureza. O pensamento por mais evoluído que esteja ainda assim é vago. Nossa inteligência, por mais desenvolvida que seja, não dá conta de resolver os problemas existenciais mais simples do ser humano. Quando digo pensamento vago é justamente porque existe um vazio existencial em todos os seres humanos, em muitos casos este vazio é preenchido através de crenças religiosas, ou na própria ciência. Porém ainda assim, se formos buscar provas e comprovações sobre uma hipotética verdade absoluta sobre a nossa origem, por exemplo, não encontraremos respostas plausíveis em nós mesmos, que dirá em outros? As explicações são sempre as mesmas que emergem das convenções mencionadas.
As fases que determinam as transformações no planeta é um fator natural que faculta a soberania da natureza, pois independentemente de formularmos conceitos sobre as suas ações, estas se materializam em um plano superior que continua desafiando os mais sábios dos homens. Por isso há tantos pensadores para formularem suas ideias sobre este mundo, que em tese continua enigmático e desafiador. A natureza permanece indomável, apesar dos homens dominarem algumas ciências e tecnologias e nelas se fundamentarem. Cabe ainda à natureza o verdadeiro e real poder sobre tudo e sobre todos.
Todos os seres vivos pertencem à natureza, cada ser está ligado de forma natural ao seu seguimento especifico de linhagem, de categoria e espécie. Portanto somos todos seres animados pela força provinda da natureza, que é força de geração, criação e transformação. Sendo assim somos todos aparelhos viventes ligados à natureza. Já nascemos com esta possibilidade de nos tornarmos aparelhos de recepção e de transmissão e reprodução. Observe como somos livres pensadores! Neste momento em que estás lendo este artigo somos dois aparelhos em um só, tu que estás a ler e eu que estou a lhe transmitir estas mensagens. Embora esteja com seu pensamento, com sua reflexão, concordando ou não, como também pode estar neste momento formulando outros pensamentos que não sejam deste contexto, ou seja, coisas completamente distintas daquilo que estás lendo. Porque você está pensando e imaginando, muitas vezes sem nem perceber!
Você como todos os seres humanos é aparelho receptor e transmissor, uns mais regulados e outros menos, uns que nascem com alguma deformidade, mas mesmo assim não deixam de ser aparelhos, uns mais equilibrados e outros completamente desequilibrados devido à interferência das múltiplas informações que são transmitidas pela própria natureza em cada aparelho. Portanto o meu e o seu pensamento neste momento se fundem. Aí se pergunta: “mas aonde se encontra o autor desta mensagem neste momento?” Neste momento estou exatamente dentro de seu “eu”. Ou não estou? Isso é uma pequena prova da possibilidade da unidade através do desenvolvimento do raciocínio.
Quem pensa duvida de tudo tem medo de tudo, é inseguro, desconfiado, turrão, teimoso, vaidoso, prepotente e outros adjetivos mais. Mas esta é a natureza dos seres cada um com sua natureza, por isso que não existe ninguém que é absolutamente igual, podemos ser iguais nos costumes, na preferência disso ou daquilo etc. Mesmo sendo da mesma família ainda assim as pessoas são todas diferentes. Somente quando todos começarem a raciocinar é que haverá equilíbrio entre os seres. O processo para racionalização dos povos ou da humanidade se dará naturalmente, querendo ou não, estudando a Cultura Racional ou não. A Cultura Racional é apenas um ensaio da natureza abreviando informações que hoje são imprescindíveis para se começar uma mudança para a superação de tudo aquilo que está embargado pelo pensamento. Com o tempo naturalmente a própria natureza irá produzir seres mais evoluídos.
Estudem a Cultura Racional!

quarta-feira, 5 de março de 2014

O RACIOCÍNIO UNE E O PENSAMENTO DIVIDE!

(Mestre POP – Mestre em Capoeira)
O que me impulsiona a escrever periodicamente artigos sobre a Cultura Racional é a convicção de estar fazendo um bem sem olhar a quem, mesmo sujeito a críticas daqueles que por circunstância de suas opiniões e também convicções, possam discordar sobre o conteúdo das mensagens que semanalmente publico em minhas redes sociais. Faço isso de forma voluntária, como um dever cívico e humano. Meu objetivo é a divulgação da Fase Racional e deste maravilhoso conhecimento copilado na obra Universo em Desencanto. No mundo do pensamento não existe unanimidade. A discórdia e a dissonância entre os pensadores é uma regra e por isso não vejo problema algum se por ventura, pessoas criticarem ou discordarem do conteúdo destes artigos, afinal o mundo é assim mesmo, cada qual com seu cada qual e ninguém pensa igual! Por esta razão as possibilidades de entendimento ou mesmo de união ou de paz no atual estágio de desenvolvimento humano é algo improvável. Os embates e os conflitos de ideias sobre tudo faz parte do cenário dos livres pensadores.
O pensamento a que me refiro, é a forma com que nós, seres humanos, defendemos as nossas ideias, nossas opiniões, nossas crenças e expomos nossos sentimentos. Isso nos faz ser iguais, ao mesmo tempo em que nos torna diferentes, na maneira de olhar, interpretar e entender a realidade. Por isso, não está no contencioso do pensamento, seja este filosófico, teórico, científico ou religioso, o entendimento profundo e sem dicotomias entre os seres humanos. Ao contrário, no cerne do pensamento está exatamente a discórdia. Se assim não fosse, só existiria uma única verdade para todos. No entanto, vivemos em um mundo repleto de supostas verdades. Não é por acaso que no mundo existe toda forma de se conceber a existência, através dos materialistas, ateístas, existencialistas, essencialistas, divinistas e outros tantos. Este conjunto representa as várias correntes do pensamento humano. Por isso um dos primeiros ensinamentos da Cultura Racional é que no pensamento não existe possibilidade da humanidade acertar, seja politicamente falando, religiosamente falando ou mesmo cientificamente falando. A Cultura Racional nos ensina que pensar é renegar o direito de raciocinar. “Por isso o pensamento divide e o raciocínio une!”
Tenho falado sobre este assunto insistentemente quando abordo as questões dos paradoxos religiosos e conflitos entre as instituições políticas. Vivemos em um mundo estruturado por ideologias, regras, dogmas imutáveis e estruturas representadas por pessoas, lideranças e instituições que alimentam uma realidade perversa que é histórica. Como vamos superar as condições atuais de organização humana se de alguma forma a maior parte das pessoas estão ligadas ou pertencem a alguma instituição ou organização, representada por membros e partidários que defendem a ferro e fogo e a unhas e dentes os seus princípios? De um lado estão os capitalistas, de outro os socialistas; de um lado os muçulmanos, de outro os católicos; em um canto os espíritas, em outro os evangélicos; de um lado os materialistas e de outro os espiritualistas. Desta forma, enquanto o pensamento for o veículo que nos conduz, nunca haverá possibilidade de se mudar o rumo da história e atingir a tão almejada paz universal.
Desta forma a humanidade vai continuar mergulhada nos conflitos, sejam políticos, bélicos, religiosos ou pessoais. Nós seres humanos somos, apesar de toda uma evolução tecnológica, muito atrasados do ponto de vista humano. Somos ainda uma raça que extermina de forma gratuita a nossa própria raça. As guerras em todos os campos são uma prova viva deste atraso, motivados pela força do pensamento. É tão imperceptível para o livre pensador esta realidade, que não percebem que os conflitos se dão em todos os campos da nossa existência. Entre por exemplo, torcidas de futebol, entre membros de partidos políticos e agremiações religiosas, por motivos fúteis matam uns aos outros, por racismo, homofobia, preconceito de classe social, ciúmes, inveja, ganância, traição, mata-se por negócios inúmeros outros motivos.
A humanidade vive um estado de insegurança e luta permanente. E por quê? Por causa da forma do ser humano pensar e agir, que é ora previsível, ora imprevisível. Por isso o pensamento é o verdugo do ser; na mesma proporção que ele nos liberta também nos aprisiona. Somos algozes de nós mesmos e de nossos semelhantes. Sendo assim, os seres humanos de um modo geral estão permanentemente em contradição consigo mesmo e com os demais.
Somos verdadeiras máquinas de ação e reprodução das mesmas coisas, movidos pelas necessidades, pela curiosidade, pelos gostos, vontades e prazeres. Neste contexto está a prepotência, a arrogância, a falsidade, a caridade, o amor, o ódio, a compaixão, a indiferença, enfim. Somos tudo aquilo que pensamos ser e também somos o que pensamos não ser. Neste exato momento em você está lendo esta mensagem, você está pensando. Está refletindo, analisando, avaliando. Pode estar concordando ou não. De onde vem este pensamento? Pensando você me dirá, de mim mesmo. Outro dirá que é de fora para dentro. O que importa aqui é que somos seres pensantes. Às vezes sem querer pensar sobre isso ou sobre aquilo, o pensamento nos chega, passando muitas vezes rapidamente por nossas mentes, pensamentos bons ou ruins. Esta é a condição humana.
Não por acaso a luta para superação dos problemas, tanto pessoais como de estrutura política, econômica e social é permanente. O mundo é um turbilhão de problemas que desafia qualquer mente humana a apontar solução! Os conflitos são universais e permanentes, como as guerras, os desastres, as doenças, a fome, a violência, os crimes e as barbáries que um ser humano comete contra outro ser humano. Estatísticas nos mostram que se por um lado resolve-se alguma coisa por outro os problemas só aumentam. A dimensão do que se resolve acerca dos conflitos existentes, é na mesma proporção em que se constituem novos conflitos, e assim nunca se resolvem as questões pertinentes à realidade humana.
É importante salientar, que a nossa visão racional para a solução dos conflitos humanitários, não é uma visão racional cartesiana como muitos pensam e afirmam! O método cartesiano põe em dúvida tanto o mundo das coisas sensíveis quanto o das inteligíveis, ou seja, deve-se duvidar de tudo.
A Cultura Racional é transcendente, do ponto de vista do pensamento, pois ela revela a fonte do pensamento, não sendo portando ela uma forma de se pensar e nem de crer. Por isso para entendê-la é necessário o desenvolvimento do raciocínio pleno. Raciocinar aqui é suprimir o pensamento, ou seja, desencantarem-se dos gostos, desejos e vontades, e inclusive também daquilo que julgamos ser certo ou necessário. Raciocinar é desconstruir o pensamento lógico que tudo divide que tudo fragmenta. Raciocinar é compreender a unidade humana na sua dimensão sem, porém se constituir em outra parte que se fragmenta. Por isso, no raciocínio puro, pleno, está a unidade, ou seja, a verdadeira humanidade - uma unidade. O divisor que nos distancia e que nos faz diferentes não é a natureza biológica, porque nesta temos relativamente às mesmas necessidades e condições, ou seja, quem aqui nasce aqui morre, o que nos torna absolutamente diferentes é a forma de se pensar e de sentir e conceber a existência.
A Cultura Racional nos ensina que a diversidade de pensamentos, de onde emergem as adversidades humanas, foi precisa e necessária existir para o processo de nossa maturação e evolução. Nossa verdadeira evolução não é tecnológica e nem tampouco científica ou espiritualista, mas a evolução humanista que nos permitirá superar inclusive nossa própria natureza. E quando atingirmos este estágio, olharemos para trás e veremos o quanto éramos atrasados do ponto de vista humanitário. Este processo para o reconhecimento do nosso estágio evolutivo, só poderá ocorrer através do desenvolvimento pleno do Raciocínio.
A Cultura Racional é um conhecimento “natural da natureza”. Não é um conhecimento extraído do pensamento, seja este científico ou filosófico. A Cultura Racional não é uma teoria ou um conceito ideológico ou religioso a respeito da nossa natureza ou do universo. Por isso para compreendê-la tem que se debruçar nos estudos da obra Universo em Desencanto, cujo título significa dizer: despertar, acordar, desmagnetizar, se libertar dos grilhões dos sentimentos e pensamentos que nos tornam dependentes como nossas crenças e dogmas.
Em geral tanto os estudiosos como o senso comum tendem a comparar, enquadrar, avaliar e analisar tudo que se apresenta de novo no campo do conhecimento segundo suas teorias e crenças. A Cultura Racional não se enquadra em nenhum campo de conhecimento humano por isso a mesma é inédita e única sem comparativo algum. Cabe aos pesquisadores estudá-la e certamente não será apenas lendo um livro, pois a Cultura Racional é uma obra composta de 1009 livros divididos em três cursos básicos: primário, secundário e superior. Mesmo após a conclusão dos estudos nos mil livros é necessário um tempo para o processamento do conhecimento em si mesmo.
Estude Cultura Racional através da obra Universo em Desencanto.

TERCEIRO MILÊNIO: A REVELAÇÃO EXTRATERRENA PARA A HUMANIDADE!

Angela Maria – Recife, PE)
A Humanidade vem há Eras tentando entender os sinais que civilizações antigas deixaram. Muitos estudiosos desvendam o convívio entre os habitantes de cidades extintas, mas sempre fica a pergunta: “Como fizeram isso? Como conseguiram? Será que as civilizações antigas tiveram contanto com seres extraterrenos?”
A evolução humana vai respondendo alguns aspectos, outros não. As religiões tentam responder o invisível aos olhos humanos, a ciência busca responder o visível e, assim, ora se completam, ora se distanciam e continuam nesse caminhar nos dias atuais.
Então existe vida extraterrena? Quais as provas para que de fato possamos afirmar? Que contato o ser humano teve, para afirmar essa existência?
Nas 12 Centúrias de Nostradamus, encontramos referência sobre a vinda de um extraterreno para ensinar à Terra novas maneiras de viver, outras galáxias que existem além das que o ser humano conhece. Aos mais descrentes é preciso atenção antes de negar a existência de habitantes de outras paragens.
O ser humano conhece a vida material, nasce, cresce e desaparece com vistas para a vida material, o invisível é tratado como aquilo que é misterioso, aquilo que na religião, sem saber o porquê exato, diz ser obra da divindade de Deus.
Mas e Deus ele é material, de carne e osso? Como de fato é Deus? Uma presença onipotente, oniconsciente, onipresente. Mas, os olhos humanos que só veem materialidade: “Como é Deus?”
Estamos em pleno Terceiro Milênio e ainda buscamos resposta para a presença de Deus, no entanto, buscamos por um Deus material que nos seja apresentado e possamos vê-lo e tocar. A humanidade só conhece aquilo que vê e se não ver, fica na interrogação.
Muito tempo se passou desde os primeiros sinais que as antigas civilizações deixaram. E hoje a Natureza revela à humanidade a existência de extraterrenos, que veem em socorro de todos, revelando toda origem humana, desde a nossa desobediência a Deus e, daí, toda essa degeneração material e de como podemos voltar para perto de Deus.
Os extraterrenos estão entre nós desde 1935, quando a natureza mudou de fase. Antes estávamos na Fase de Animal Racional e hoje estamos na Fase de Aparelho Racional. Isso porque estamos na Era Espacial, onde, ligados ao espaço, vamos recebendo todas as orientações vindas de outras paragens, onde a material não tem valor nenhum.
Aqui na Terra nos ensinaram que os seres extraterrenos viriam para tomar nosso planeta e fazer do homem seu escravo: pura invenção da mente humana! São os extraterrenos corpos de Luz Pura, Limpa e Perfeita que se materializam aqui como querem, em forma de luzes no céu, de discos, de como queiram, para alertar a humanidade que agora é hora de subir para perto de Deus, pois, aqui no mundo material a vida tornou-se um fardo: a violência cresce, a fome, a ganância! E tudo que maltrata causa sofrimento e o sofrimento é efeito da desobediência humana em sair de um Mundo puro, limpo e perfeito (nossa origem verdadeira), para viver aqui num mundo degenerado (do qual somos os causadores), minguando até se acabar.
Os seres extraterrenos estão aqui anunciando a Fase Racional. E seus ensinamentos estão contidos no Livro Universo em Desencanto, ditado por um ser extraterreno a um habitante desta matéria, mas que veio especialmente desse Mundo Puro, Limpo e Perfeito, pronto para escrever toda a obra dos Livros Universo em Desencanto.
Assim, hoje muitos que já estão lendo passaram a conhecer a origem humana, a ver e dialogar com os habitantes extraterrenos do Mundo Racional, provando que Deus é um ser fora desse mundo material, por isso Extraterreno e que neste Terceiro Milênio envia seus emissários para nos conduzir de onde outrora saímos, dando efeito a esta nossa vida de matéria e a tudo que há no universo.
CULTURA RACIONAL - LIVRO UNIVERSO EM DESENCANTO