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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

OS TRÊS MILÊNIOS DO ENCANTO (Ver também os Três Milênios do Desencanto)



(Prof. Porfirio J. Neves)


No calendário de origem cristã contamos até hoje 2011 anos d.C. Portanto, já se passaram dois milênios ou dois mil anos, estamos no terceiro milênio da era cristã. Entretanto, em outros calendários, como o de origem judaica, ou o chinês já se contam mais de 4.000 a 5.000 anos.

Logo, a expressão: “estamos no terceiro milênio”, quando se refere a um coletivo de 1.000 anos somente se torna verdadeira na consideração do calendário cristão. Nos calendários mais antigos teríamos que dizer que estamos no quinto ou no sexto milênio.

Quando o Racional Superior nos apresenta a expressão “Terceiro Milênio”, indicando que a Cultura Racional é a Cultura do Terceiro Milênio, Ele apenas aproveitou-se do calendário cristão para, com sutileza, nos apresentar o Terceiro Conhecimento Divino na Terra como sendo do Terceiro Milênio.

Para quem estuda e sabe e procura entender, a expressão “Milênio” é muito mais abrangente e qualifica a forma do Mundo Racional nos apresentar o contexto da Unidade Universal. A Unidade Universal é ternária: o “Pai”, o “Filho” e o “Espírito Santo”. Assim como, geração, criação e formação são ternárias; o desenvolvimento, o amadurecimento e a compreensão são ternários. E por aí vai, até as cores para nossas impressões gráficas são ternárias. Tudo neste universo é composto em três partes e se desenvolve em três partes ou três cursos ou três ciclos. O Mundo, a vida e os seres.

Com este sentido, que nos inspira a palavra Milênio, garbosamente ostentada no peito de todos os estudantes da Cultura Racional como sendo a Cultura do Terceiro Milênio e sem maiores preâmbulos, vamos ao nosso tema de hoje, para divulgação cultural do livro Universo em Desencanto.



OS TRÊS MILÊNIOS DO ENCANTO

Encanto ou mundo encantado é uma definição que se aplica a toda forma de existir, em que os envolvidos nessa forma de vida não têm consciência daquilo que são ou que estão deformados de sua verdadeira realidade. É assim que se apresentam os contos de fadas com seus príncipes encantados em forma de sapos. O sapo é uma deformação do príncipe encantado.

Encanto quer dizer, ignorância do seu ser. Encanto quer dizer atraso de vida. Encanto quer dizer, viver sem saber por que nem para que, por não se conhecer. Encanto é aparência, só aparência.

Encantados são os nossos cientistas que afirmam conhecer apenas 5% do universo, como se soubessem o que é conhecer 100%. Encantados são os nossos religiosos que afirmam a existência de Deus sem nunca o ter conhecido, nem muito menos se ligado a Ele. Encantados são os nossos filósofos que afirmam que o ser humano desenvolveu apenas 10% de sua capacidade mental, como se soubessem o quanto é desenvolver 100%.

Encanto é sofismar; encanto é sofrer sem saber dar definição de nada, supondo coisas imaginárias, supondo conhecer a realidade, vivendo com todo este “supositório universal”, por não terem conhecimento da Base e da Lógica. Encanto é todo este conjunto de suposições de quem não tem base, nem lógica. O encanto é um “supositório universal”, todos supondo ser isso ou aquilo sem nenhum conhecimento de causa e origem, nem destino, todos com suas sub-posições.

Encanto, enfim, está no pensamento e na imaginação humanos. Todos encantados, sem se conhecer, sem conhecer o mundo, sem conhecer a verdadeira razão da vida, e todos se apresentando como se fossem sábios, falando de “sabedorias” e ao mesmo tempo sofrendo e morrendo e criando mais suposições imaginárias e sempre contraditórias. Isso é encanto.

Onde está o encanto? Está em todos os lugares deste mundo encantado. Está nas TV’s, está nas Rádios, está na Internet, está nos jornais, está nos livros, está nos hospitais, está nas escolas, está nos Shoppings. O encanto está em todos os lugares e em todas as mentes humanas de quem não se conhece sem saber o que somos e por que assim somos. Sem saber o que somos e o porquê assim somos.

Procurar resolver este enigma, mistério ou fenômeno, em que se encontram os seres, a vida e o mundo, isso seria a parte mais importante que todos deveriam já estar há muito tempo buscando de uma forma Racional, ao invés de se manterem no encanto do infinito “Amém”, no “Glória a Deus nas Alturas” e sem querer largar de suas convicções científicas, como se suas teorias fossem certas.

O que todos deveriam estar buscando compreender é justamente o Desencanto. Desencanto é encontrar a verdadeira solução do seu ser, sem suposições, sem “sub posições”.

Desencanto é assumir a posição mais alta de todas, é assumir a posição de um Superior a tudo e a todos, a posição do Racional Superior. Desencanto não é ser subalterno, com sub-posições, desencanto é ser digno e conferir dignidade, mesmo sabendo que provisoriamente está enlameado pela vida do encanto.

Desencanto é a solução dos mistérios dos religiosos, é a solução dos fenômenos dos cientistas e é a solução dos enigmas dos filósofos.

Desencanto é conhecer a Base e a Lógica. A Base é o Mundo Racional e a Lógica é a Planície Racional. A Base está em cima, é o Verdadeiro Deus. A Lógica está na Natureza em que se transformou aquela parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso.

Resumindo, Desencanto é saber que Deus é a Base do Mundo, da Vida e dos Seres, é saber que a Natureza é a Lógica, com suas transformações da Vida em classes de vidas inferiores. E assim, por saber onde está a Base e a Lógica, desencantar é procurar se ligar na Base e na Lógica, se ligar no Racional Superior e se ligar na Natureza.

Então, como se ligar? Eis a questão! Qual é a fórmula do Desencanto? “Por o ser humano ser um Centro Astrológico, é que, com o tempo, tinha que chegar à conclusão de encontrar em si mesmo a IMUNIZAÇÃO RACIONAL, e nela, o porta-voz da verdade das verdades, por a natureza dos viventes ser adequada à Natureza que os fez, pois são formados por esta Natureza, e por isso, dependem dela para viver, sendo então formados por sete partículas e dependerem delas”.

Aí está a NOTA do Livro que mostra a Fórmula do Desencanto. E somente um Livro podia ter este título, Universo em Desencanto.

A Imunização Racional é o “Sopro de Vida” do Racional Superior para a redenção dos habitantes do Mundo Racional que estão em estado de extinção, como viventes que têm de se adequar ás transformações da Natureza, que nos fez e, com o tempo, chegaríamos à conclusão de encontrar em si mesmo este verdadeiro ser.

Então precisamos conhecer as transformações da Natureza para compreendermos estas duas vidas que constituem assim uma terceira vida, a vida do magnetismo, a vida de suposições ou a vida da matéria, que se supõe ser verdadeira, quando é apenas uma vida supositório, que assim é referida como sendo a vida dos infantes.

A vida dos habitantes é a verdadeira causa das transformações por terem saído do seu estado natural, a vida dos viventes é a vida animada pela Imunização Racional, o Sopro Divino, que agora todos estão encontrando na Cultura do Terceiro Milênio, e a vida dos infantes é a vida do magnetismo, do ser magnético, do ser efêmero, do ser supositório, sofrendo e morrendo.

Na fórmula do Desencanto Universal encontramos a verdadeira definição do Mundo, da Vida e de todos os seres que estão com os seus corpos em transformações, por estarem todos fora do verdadeiro natural.

A extinção de uns tantos Habitantes do Mundo Racional numa parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso, é que foi o motivo pelo qual a Divina Providência teve de animar ou reanimar esses viventes e por isso os seres humanos ficaram com forma de animais racionais, seres animados pela origem que é o Racional Superior, o verdadeiro Deus, o Redentor. Na verdade deveriam ser tratados como Racionais em forma de animal.

Deus não criou o mundo, como as suposições humanas nos fizeram crer. Essa foi a forma do encanto. O encanto, é que criou esta aversão da realidade cósmica, como se Deus fosse o culpado do sofrimento que os próprios viventes do mundo criaram para si mesmos. Isso foi o encanto.

E por isso, o Encanto teve que ter três Milênios até desencantar. O primeiro Milênio foi o desenvolvimento da imaginação, o íntimo do “ser animado” que apenas via imagens e criava imagens; foi um desenvolvimento muito lento, milênios. O único referencial de existir se traduzia em imagens. O segundo Milênio foi o desenvolvimento do pensamento, o íntimo dos “seres animados” começaram a se relacionar entre si, buscando desenvolver a civilidade. O segundo milênio é a fase das civilizações onde o pensamento se desenvolve com base nas suposições, com base nos contos e nas lendas, ficando todos cada vez mais desconhecidos de si mesmos e esperando que tudo se resolva. É a fase da fé, da esperança e da caridade, sem ninguém dar solução porque é encanto. Todos tinham certa suposição da existência de Deus, mas ninguém conhecia, porque ninguém se ligava diretamente a Ele, apenas pelos intermediários do Mundo Espiritual, donos do encanto.

O terceiro Milênio é a fase do desenvolvimento do Raciocínio, onde todos provam e comprovam que a Base está em cima e a Lógica está na Natureza, buscando o desenvolvimento das razões de tudo e de todos. Na fase do Terceiro Milênio é que passamos a conhecer a real posição e abandonamos as sub-posições, abandonamos esta vida de supositórios.

O desenvolvimento do Raciocínio certifica o ser humano, com base e com lógica, da existência do verdadeiro Deus, certifica como são as transformações da Vida Eterna feitas pela Natureza. E, por isso, o desenvolvimento do Raciocínio faz surgir a Racionalização Universal, pelo conhecimento do nosso verdadeiro Mundo de Origem e sabendo como voltar para Ele, que é a fase do desencanto com seus três Milênios para a verdadeira compreensão da existência humana.

Na Fase Racional, ou fase de Aparelho Racional, todos deixam de ser figuras humanas animadas pelo Sopro Divino e se aparelham ou se tornam paralelos com a Energia Racional que nos deu causa e que esta Energia Racional, com a providência divina, ficou materializada em forma de máquina do Raciocínio. Assim, estamos encontrando o equilíbrio perfeito para habitar, viver e sermos infantes felizes neste Terceiro Mundo, ou terceiro ciclo de vida, até aprendermos como voltar, conscientemente, para o nosso estado fundamental de VIDA ETERNA, no Mundo Racional. Tudo isto se compreende muito bem pela leitura simples, atenta e assídua do livro Universo em Desencanto.

OS TRÊS MILÊNIOS DO DESENCANTO



(Prof. Porfirio J. Neves)


Na Cultura Racional a palavra Milênio não se aplica apenas como coletivo de milhares de anos e por isso se diz que estamos no terceiro milênio da era cristã; a palavra milênio também se aplica como conjunto de milhares de mecanismos de desenvolvimento cultural, como assim podemos comprovar com a fase de desenvolvimento da imaginação, o primeiro milênio, a fase de desenvolvimento do pensamento, o segundo milênio e a fase atual da Natureza, a fase de desenvolvimento do Raciocínio, o terceiro milênio.

São milhares e milhares de transformações evolutivas para fazer compreender um pensamento, para fazer entender uma imagem e agora, para nos fazer entender nosso verdadeiro Mundo de Origem, pelo desenvolvimento do Raciocínio.

São assim os três milênios para quem ainda não passou a se conhecer, para quem ainda não sabe a Verdade e, por isso, continuamos escravos das sugestões e das suposições milenares, como se fossem verdades. A humanidade materializada ainda está nesta fase do terceiro milênio.

(H-32 p-86) “E assim é o bicho. Nunca soube o porquê que ele é assim, nunca soube o porquê todos são assim. Mas, o bicho sempre vaidoso, e por ser vaidoso, metido a sabe tudo. E o resultado está aí! No conhecer o que é Cultura Racional é que vai ver que nada sabe e que tem que aprender tudo outra vez. Porque tem que aprender o certo. O certo é a Cultura do Mundo de sua origem, a Cultura Racional”.



Os Milênios do desencanto, pelo que podemos entender, não são apenas fases de desenvolver, são fases de conhecer, fases de realização positiva. Os três Milênios do Desencanto constituem a fase da Racionalização, enquanto que os três milênios do encanto fazem parte da Lapidação. A teoria e a prática. A teoria é o desenvolvimento dentro do encanto. A prática é a realização do desencanto.

Essa é a diferença: encanto é o mundo em que ninguém sabe nada de si mesmo, está encantado e precisa se desencantar para voltar ao verdadeiro natural; aí está o objetivo de toda esta lapidação e aprimoramento feito pelo desenvolvimento da imaginação, do pensamento e do raciocínio.

Muitos pensam que o desenvolvimento do raciocínio é a meta final de tudo. É a meta final sim, da lapidação e do aprimoramento para poder chegar à Racionalização. Tem muito mais coisa a seguir, muito mais do que se pensa e imagina.

Quem raciocina plenamente desenvolvido, não se dá a perceber, não tem nada para divulgar, nem perguntar, nem esclarecer, porque já está ligado a tudo e a todos. Assim nos afirma o Racional Superior: quem está ligado a tudo e a todos está no estado de suprema consciência universal. Não precisa de mais nada.

Por que estou dizendo isto?

O Racional Superior esclarece que o desenvolvimento do raciocínio do terceiro milênio é para amolecer o organismo que estava endurecido ou adormecido após esses milhões e milhões de transformações, e que este amolecimento será facilmente alcançado pela leitura.

(H-32 p-53) “Lendo e relendo consecutivamente para ir se desenvolvendo racionalmente. E o Raciocínio ir amolecendo e sendo preparado para se ligar ao seu verdadeiro Mundo de Origem. No princípio, o Raciocínio se encontra endurecido por ser um organismo que há muito estava parado. Mas, no ler e reler com persistência, ele começa a amolecer e deste amolecimento, ele começando a funcionar aos poucos. E de pouquinho a pouquinho ele vai se desenvolvendo. E de pouquinho a pouquinho ele vai ficando preparado, até ficar pronto de uma vez. Mas depois de pronto, a FUNÇÃO DO ORGANISMO É OUTRA, por estar ligado à Energia do seu verdadeiro estado natural”.

O organismo do raciocínio, pelo que entendemos até aqui, é a Glândula Pineal.

Quando o Racional indica que precisa amolecer o raciocínio, isto faz sentido com o fato de que a nossa glândula pineal apresenta cristais de apatita. Cristais são duros, isso pode estar confirmando por que o raciocínio precisa amolecer.

Porém, o sentido de amolecer o raciocínio pode estar simplesmente indicando que a leitura do Livro torna o ser humano mais compreensivo, menos arrogante, menos bruto, mais consciente e menos animal.

A leitura do livro Universo em Desencanto, quando corretamente usada, certamente deixa o ser humano bem mais maleável, conscientemente, que se amolda facilmente às diversas situações da vida, positivamente.

De qualquer forma é importante notar que após completar o desenvolvimento do raciocínio a FUNÇÃO DO ORGANISMO É OUTRA, como nos indica o Racional Superior.

Muda a função do organismo do raciocínio após o seu desenvolvimento. Eu, confesso, pensava que uma glândula pineal com muitos cristais de apatita significaria maior desenvolvimento do raciocínio, mas, considerando este texto do Racional, parece ser justamente o oposto. Quanto menos cristais, mais desenvolvido o raciocínio, se considerarmos a questão de ir amolecendo o raciocínio também como sendo um amolecimento físico.

Assim, podemos avaliar que uma glândula pineal com muitos cristais seria uma evidência favorável à mediunidade, ligação com o Mundo Espiritual, mas, com poucos cristais, ou sem nenhum, seria uma evidência da ligação com o Mundo Racional. Repito, este aspecto da glândula pineal está sujeito a um melhor entendimento.

É muito freqüente na leitura do livro Universo em Desencanto encontrar definições e situações aparentemente contrárias; tem horas que o Racional fala de um jeito, e em outras horas parece falar exatamente o oposto.

Muitos, até param de ler o Livro, sem perceberem que certas afirmações são feitas no sentido do encanto e outras são feitas no sentido do desencanto. Mas, estes dois sentidos estão bem explicados na própria leitura do livro.

A leitura informa tudo que precisamos saber, e como ler o próprio Livro. Tem gente que pensa que sabe ler, mas nem isso consegue direito. Grandes acadêmicos já confessaram a sua ignorância em matéria do desencanto. Então tem de esquecer a forma do encanto e aprender tudo de novo na forma do desencanto.

Uma coisa é falar de baixo para cima, encanto; outra coisa é falar de cima para baixo, desencanto. Isso não é contradição. Cabe a cada um de nós sentir na leitura o real sentido, de acordo com nosso próprio desenvolvimento Racional. O sentido é ir amolecendo as nossas idéias de bicho e firmando as idéias certas com base no Mundo Racional, nosso Mundo de Origem.

Já no início da leitura, o Racional nos adverte: vigiai vossas idéias e vejam como errôneas todas elas são. Isso é para começarmos a amolecer a brutalidade do pensamento firmado sem base e sem lógica. É o tal do pensamento cristalino. Muitos cristais na pineal, que deixam o raciocínio endurecido. Cada qual com o seu enigma!

Porém, a título de explanação e certificação do Conhecimento Racional do Mundo, faço uma ilustração deste assunto com as duas últimas páginas do 30º. volume do histórico do Racional Superior, onde ele indica que o 1º. Milênio é o Mundo Racional – o Super Cosmo; o 2º. Milênio é o Astral Superior - o Cosmo Superior; e, o 3º. Milênio é o Astral Inferior, ou Cosmo Inferior.

E aí vem o mais complicado do pensamento entender. O terceiro Milênio é o Curso Primário, o segundo Milênio é o Curso Secundário e o primeiro Milênio é o Curso Superior.

Pura e simplesmente uma inversão do que o pensamento entende por lógico. O pensador acha lógico fazer uma construção de baixo para cima: faz os alicerces, constrói e chega ao terceiro andar, de baixo para cima.

No desencanto, o Racional esclarece que a construção foi feita de cima para baixo e informa que a base está em cima. Deus é a base de todas as coisas, inclusive da Natureza – está em cima. Deus não está no chão. No chão está o suposto deus da matéria.

A matéria é o suposto deus dos materialistas porque materialista é todo aquele que tem medo da morte e ainda reza para Deus para não morrer – esse é o autêntico materialista, só dá valor à matéria. A matéria em primeiro lugar, o suposto invertido.

O materialista está no curso primário – enxerga apenas o terceiro milênio que foi construído de cima para baixo, mas ele não considera isso e teima em construir de baixo para cima, como se esse terceiro Milênio fosse a base.

Não tem que construir nada. A humanidade já progrediu demais por conta própria. Toda a construção humana é uma inversão da realidade eterna e, por isso ficou encantada, e se continuar construindo pelo encanto vai se destruir cada vez mais rápido.

O desencanto é feito pelo Conhecimento do que está em cima e não do que está embaixo – o primeiro Milênio da construção do mundo está em cima. É muito mais fácil compreender as unidades fundamentais da construção do mundo do que tentar compreender tudo que já está construído fora do natural, partindo do complexo organizado para entender o simples estrutural e fundamental.

É muito mais fácil compreender a existência do Mundo Racional como sendo constituído pelas unidades fundamentais da vida, as Virtudes e as Energias puras, limpas e perfeitas, do que querer entender como funciona este complexo organizado do Terceiro Mundo, deformado e degenerado, onde tudo já foi construído e tudo é interdependente, tudo está amarrado um no outro, e tudo se destrói por si mesmo.

Numa simples ilustração: é muito mais fácil compreendermos um ábaco, a primitiva máquina de calcular, nos seus fundamentos, do que entender um sistema computacional de Internet, onde tudo já se tornou complexo e cujo fundamento é o ábaco.

O Mundo Racional é o mais simples dos simples – é de fácil compreensão. Este nosso terceiro mundo inferior, por isso, terceiro Milênio é que é de difícil compreensão se for usado como base.

Por isso é que o Desencanto é de cima para baixo, porque o de cima não depende do de baixo. O Superior está em cima e a base está em cima. O debaixo é que depende do de cima.

Aí estão os três Milênios do Desencanto. O de cima sempre por cima, o primeiro. E os debaixo, precisando se desenvolver para retornar à supremacia do Mundo Racional, de onde todos vieram e para onde todos vão. Leia o livro Universo em Desencanto para se preparar e participar de forma consciente desta grande odisséia universal, todos voltando para o nosso verdadeiro natural.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

VOCÊ ESTÁ DEVENDO? ENTÃO PAGUE!



(Prof. Porfírio J. Neves)


A voz da prudência já nos anunciou, faz muito tempo: “Não faça dívidas que o pagar é certo”!

E o Mundo Espiritual, na fase do pensamento, conseguiu doutrinar uma parte razoável da humanidade no sentido de fazer compreender esta grande realidade da vida, que são as dívidas. Muitos chamam de carma.

Todos são devedores, todos devem alguma coisa a alguém. E são tantas as dívidas que uma vida inteira não daria para explicar, quanto mais pagar todas elas.

Mas, é suficiente ilustrar com uma dívida que todos adquirem, necessariamente. É uma dívida comum a todos que nascem neste mundo, dívida adquirida com o aparelho gerador desta vida aparente. O aparelho gerador desta vida aparente é a nossa progenitora, a nossa mãe, ou máquina de criação feita pela Natureza, como queiram entender.

Porém, assim como a Natureza delega a esta mãe de criação o ato sublime de nos criar, é exatamente a esta mãe de criação que temos de pagar o que devemos à verdadeira mãe, a Natureza.

Compreenderam? Se a Natureza delega a uma mulher o ato de criar, fazendo dela a mãe da gente, então também delega a ela o ato de receber o pagamento da dívida que adquirimos pelo simples fato de nascer nesta vida material. Assim, se o fato de nascer neste mundo constitui uma dívida com a Natureza, através da nossa progenitora, então, a quem devemos pagar o ato de nascer? Devemos pagar à Natureza por intermédio daquela que nos criou.

E uma forma de pagamento é o carinho e o amor que dedicamos à nossa progenitora. Este amor, este carinho, esta compreensão que é uma forma de pagarmos à Natureza pelo ato sublime de poder nascer neste mundo.

Normalmente, a melhor forma de pagarmos à Natureza, em qualquer circunstância da vida, é com a tolerância, com respeito e com carinho e com a compreensão justa e necessária que dedicamos ao nosso semelhante e a todos os feitos, feitos pela Natureza.

Ainda sobre o ato de nascer, igual tratamento deve ser dedicado ao progenitor, o pai da gente, já que ele foi a máquina determinada pela Natureza para juntar todas as partículas necessárias para a nossa geração e reuni-las numa semente para depois esta semente ser encubada na máquina reprodutora feminina. Também, para nascer neste mundo ficamos em dívida com o nosso progenitor, o nosso pai de criação.

De forma semelhante a nós, nosso progenitor e nossa progenitora, eles também são devedores com a Natureza por intermédio de seus respectivos progenitores, que são nossos avôs e nossas avós. E estes nossos avôs e nossas avós, da mesma forma, também devem a seus pais, nossos bisavós.

Considerando por este aspecto hereditário, vejam que as novas gerações estão devendo a um maior número de antepassados do que as gerações anteriores que tinham menor número de antepassados.

Então, podemos afirmar que o carma hereditário desta vida provisória vai se adensando conforme as gerações se sucedem e, assim, cada um de nós, deve pagar à Natureza por intermédio de muito mais antecedentes para poder viver neste mundo. Mas, veremos adiante, que existe outra forma.

Nós devemos a nossos pais, nossos avôs e nossas avós. E nossos filhos passam a dever a nós e também a quem nós devemos. Claro, todos devem a vida à Natureza, sempre à Natureza, evidentemente, por intermédio de seus antecessores, esse é o carma hereditário.

Então o carma se adensa para as novas gerações, se considerarmos toda esta linha sucessória de nossos antepassados.

Mas, não se esqueçam, a dívida é sempre com a Natureza; nossos antepassados somente são credores intermediários se adotarmos a linha de herança, a linha de hereditariedade. Este é o principal fator a ser considerado.

Essa é a grande sacada da vida, quando chegamos ao Terceiro Milênio, quando chegamos à Fase Racional da Natureza. Alcançamos todos os esclarecimentos e devidas explicações sobre a nossa existência.

Vejam que todos chegam à Fase Racional carregados de dívidas, só em considerarmos o ato de nascer, que para nascermos neste mundo ficamos em débito de gratidão com todos os nossos antepassados. Se formos considerar outras dívidas como dívidas de ódios, vinganças, etc, adquiridas por nós e por nossos antepassados durante a existência, aí o baú fica cheio e transborda.

A grande maioria, talvez a totalidade da humanidade, não tem mais como pagar estas dívidas. Uma vida provisória apenas já não dá mais tempo para pagar tudo que se deve, até por que as dívidas vão sendo contraídas pelo simples fato de viver.

Se nascer, constitui uma dívida, viver então, muito mais dívidas. Por exemplo, como é que você paga o ar que se respira, a água que se bebe e o alimento que se come? Pagar à Natureza, evidentemente! Pagar à Natureza! Como é que nós pagamos?

Lamentavelmente não pagamos! Nossa dívida cada vez aumenta mais, porque somos parasitas, as maiores parasitas que existem sobre a face da Terra. Nós tiramos tudo da Natureza e nada damos para Ela como forma de pagamento. Ao contrário, devolvemos para ela um ar contaminado, uma água choca e um alimento estragado, se é que estão me entendendo.

Então, como é que poderíamos pagar todas as dívidas adquiridas pelos nossos antepassados, se as dívidas adquiridas nesta vida provisória não têm como pagar?

Logo, a cada nova geração, além de aumentar a dívida que vem de berço ainda contraímos mais dívidas com a Natureza para poder sobreviver.

Então a forma de pagar torna-se cada vez mais pesada, mais onerosa. É por isso que o sofrimento está de tamanha grandeza no mundo que ninguém suporta mais. Não se pode mais nem dar um “pum nesse trem”, sem que isso perturbe a vida de tanta gente. E tome dívida!

Assim, a humanidade chega à fase do Terceiro Milênio com toda uma carga de dívidas que ninguém mais consegue pagar. E tome sofrimento, tome depressão, tome desilusão. A Natureza está cobrando de todos o que devemos a Ela, em cada vida provisória, em cada ciclo de vida provisória. E todos se tornaram inadimplentes naturais. Parasitas inadimplentes com a Natureza.

Façamos, agora, uma comparação com o nosso sistema financeiro. Quando a dívida de um inadimplente alcança um valor superior ao que pode ser pago, o credor chama o inadimplente, ou o inadimplente procura o credor, para ser feita uma renegociação. Ou vai correr processo judicial de cobrança. O credor acaba até se apropriando dos bens do inadimplente, se necessário. Assim é que a Natureza está fazendo com todos e já tem muitos procurando se ligar à Natureza para ser feita essa “renegociação da vida”. Outros estão perdendo a vida, por vias judiciais da Natureza, quando os credores invocam a lei do retorno, porque já não tem mais como pagar.

Um bom exemplo de uma renegociação é obedecer à Natureza do Terceiro Milênio buscando entender e participar do Conhecimento natural da Natureza, estudando e sendo tratado pela Cultura Racional do terceiro milênio.

Chama-se a isso reconhecer a dívida e se propor a pagar. Muitos já estão fazendo este grande negócio da vida com a própria Natureza. Diretamente com a Natureza.

Por que diretamente com a Natureza? Porque se fôssemos pagar a todos os nossos antepassados pelo direito de nascer nesta vida provisória, como já sabemos, não teríamos como pagar.

Na Cultura Racional passamos a saber exatamente quando foi que a humanidade passou a contrair dívidas pelos seus antepassados, as dívidas hereditárias. Foi justamente quando a humanidade abandonou o Alfabeto Astrológico em que cada um recebia o seu dom e os dotes naturais diretamente pela sua própria formação natural. A dívida, nessa fase primitiva, era bem pequena e era sempre negociada pelos serviços prestados diretamente com a Natureza. Não havia sofrimento, porque cada um fazia o que nasceu para fazer. Harmonia geral com a Natureza.

Ao abandonarmos esse primitivo alfabeto para adotarmos um alfabeto artificial de maior evolução, em que cada um passou a dar a seus descendentes os seus dotes hereditários, aí a coisa se tornou extremamente complicada como já foi demonstrado: a cada nova geração as dívidas com a Natureza aumentaram pelo simples fato de cada vez termos mais intermediários antecessores da nossa vida material.

Então, parece lógico que, para se renegociar esta dívida adquirida pelos fatores hereditários, cada indivíduo se reconheça como um Aparelho da Natureza, a quem ele pertence de fato e de direito e abandone as falsas vantagens das heranças.

Isto não implica em abandonarmos os que nos são caros, que são nossos antepassados nem nossas famílias, não! Muito pelo contrário! Devemos sim passar a encarar nossos antepassados como parte das nossas vidas, porém, devemos reconhecer neles aquilo que também queremos ser: Aparelhos da Natureza. E assim, com todos os demais.

Cada um passa a ser encarado como aparelho da Natureza e, sem deixarmos nossos deveres de gratidão, cada qual passa a ser orientado diretamente pela Natureza, pois é assim que ela fará com cada um a devida renegociação, até que todos deixem de ser inadimplentes com a Natureza.

O que estou querendo dizer para quem ainda não se conhece como Habitante do Mundo Racional, independente dos fatores hereditários, é que antes de sermos assim como somos, famílias cheias de carmas ou dívidas para pagar, e uns pagando pelos outros, os justos pagando pelos pecadores, até não poder mais pagar, antes de assim sermos, a Natureza nos fez para vivermos em harmonia com ela, sem sofrimento.

Foi a primitiva fase do Alfabeto Astrológico que todos ainda trazem gravado nas palmas de suas mãos e que alguns desobedeceram, todos que estão nesta vida material. Leia o livro Universo em Desencanto e terá muitos detalhes sobre essa fase.

E, assim, buscando a harmonia com a Natureza, novamente, ela está agora nos ensinando com a Cultura do Terceiro Milênio, a Cultura Racional.

Agora, estamos na Fase Racional da Natureza e a Natureza está com todos os créditos. Quem conhece a Cultura Racional sabe qual é o seu dever – é o dever de fazer propaganda deste Conhecimento – Essa é a grande renegociação que a Natureza está concedendo a todos aqueles que se julgavam inadimplentes na vida. Você está devendo, então pague, lendo e relendo o livro Universo em Desencanto.

SER VOLUNTÁRIO


Este blog representa a união consolidada de pessoas que se preocupam, dia e noite e noite e dia com a recuperação do equilíbrio da humanidade.
E é por isso que se dispõem a deixar aqui sua contribuição, absolutamente desprendida, calcada nos ensinamentos da cultura da natureza, a Cultura Racional, que tem transformado suas vidas para melhor, tornando-os seres cada dia mais equilibrados pelo desenvolvimento do raciocínio.
Seres equilibrados: cada dia mais simples, menos consumistas, mais fraternos, de coração sempre mais generoso, dispostos a abandonar tudo que divide e causa a destruição.
São os voluntários da paz!
E transcrevemos aqui uma bela contribuição de Juliana Barros, integrante dessa família universal, que define muito bem o que é esse trabalho DOS VOLUNTÁRIOS DA PAZ.

(Juliana Barros)

Ser voluntário é trocar tempo por experiência.
É dar atenção e receber gratidão.
É encarar dificuldades e não desistir da luta.
É ser diferente e com isso, fazer um mundo diferente.
É acreditar e realizar.
É acumular riquezas, ficar milionário, e não precisar de cofres.
Porque alegria não se tranca, compartilha.
Amor não se oculta, se distribui.
Solidariedade não é luxo, é necessidade.
E experiência de vida ninguém rouba nem seqüestra.
É um patrimônio que tem seguro absoluto.
Está guardado por Deus.

O CAMPONÊS E A LANTERNA


(José Severino dos Reis)

Aqui neste site não falamos com base nas lendas, nas histórias, nem calcados em teorias científicas. Apenas informamos e divulgamos o que aprendemos na CULTURA RACIONAL nos livros, UNIVERSO EM DESENCANTO. Livros
ditados pelo RACIONAL SUPERIOR, a Manoel Jacintho Coelho (1903-1991), o seu único representante aqui na Terra, que já nasceu com o raciocínio desenvolvido, para receber esses ensinamentos, transformá-los em livros e passar para a humanidade.
Voltamos a dizer, que o nosso site é apenas uma das formas de propagar a Cultura Racional, que é uma outra cultura, a cultura do Terceiro Milênio.
Queremos enfatizar também que não estamos aqui ensinando a CULTURA RACIONAL.
Para aprendê-la é preciso estudar anos a didática da CULTURA RACIONAL, que são os livros UNIVERSO EM DESENCANTO.
Os que vêm acompanhando, desde março de 2006, todos as nossas postagens, certamente já entenderam, que a CULTURA RACIONAL ensina tudo que a humanidade sempre procurou saber. E devem já ter entendido também, que ela é indispensável para todos, porque ela apresenta a saída, para o beco sem saída, que visivelmente se aproxima e se instala na vida da humanidade.
Então, por um instante eu me lembro de uma tragédia que ocorreu no sul do Brasil, em meados dos anos 60. Quando uma tempestade transbordou um rio, e levou a ponte, de uma rodovia muito movimentada. E ninguém percebeu, porque já era noite.
As águas saíam do leito do rio e se estendiam pelas margens, tirando a visão da ponte, que, naquele instante, já não existia mais. Tinha sido levada pelas águas.
Então, um camponês que morava perto do rio, ao ver a ponte ser levada pelas águas, num gesto de amor ao semelhante, saiu embaixo daquele temporal.
E, assim, foi para a beira da estrada, com uma lanterna na mão, para dar sinal aos motoristas, que a ponte tinha sido levada pelas águas.
E ele gritava:

“Parem, não prossigam a ponte caiu!”

E ninguém lhe dava atenção, nem diminuíam a velocidade; e com certeza, muitos ainda fazendo chacota dele, dizendo:
“O que esse bobo está fazendo aí na chuva?”


E iam todos caindo dentro do rio, sendo levados pelas águas.
E o camponês, aflito, piscava sua lanterna e acenava em desespero, tentando impedir que os carros prosseguissem, pois sabia que iriam morrer todos dentro do rio!… E ninguém lhe dava atenção!
Eu costumo dizer que o RACIONAL SUPERIOR, na CULTURA RACIONAL, está fazendo como aquele camponês, gritando para a humanidade:

“Parem com esse progresso, da cultura da civilização, da cultura artificial, que já terminou o seu tempo! Daqui pra frente não é mais progresso, é regresso, é só destruição!
Parem, para não destruir toda camada de ozônio!
Parem, para não terminar de poluir os rios!
Parem, para que os petroleiros não poluam todos os mares, matando a fauna marinha!
Parem, para que o desmatamento não venha inibir a produção do nosso oxigênio e coibir o equilíbrio ecológico do planeta! Parem, para que a AIDS, não contamine toda a humanidade!
Parem, para que a seca não provoque incêndios incontroláveis e o aquecimento global não derreta as geleiras dos pólos e não aconteça outro dilúvio na terra!”


E ninguém está lhe dando a atenção! Estão fazendo com o RACIONAL SUPERIOR, como os motoristas fizeram com aquele camponês: chacota!
Estão desprezando o aviso: a solução para os problemas do mundo trazido à Terra por Deus, rejeitando sem analisar!
E as conseqüências serão graves!
Vejam o caos no Brasil e no mundo decorrentes das enchentes, dos tsunamis, das secas, das drogas, da violência, da corrupção e outros eventos mais como as doenças incuráveis e as epidemias e os desastres de toda sorte!
Quantos desabrigados, quanto mortos, quanto desespero de quem perde, nas tragédias naturais e artificiais, tudo que tem, conseguido com tanta luta e sacrifício!

“Então, parem para que as enchentes não continuem aumentando a cada ano e chegue ao insuportável!
Parem enquanto é tempo, para que não aja a terceira guerra mundial e destrua tudo, passando todos para a vigésima segunda eternidade, em classes inferiores!”


Comparamos aqui CULTURA RACIONAL, como a lanterna do RACIONAL SUPERIOR alertando toda a humanidade, que a natureza mudou de fase e só vai alimentar o progresso Racional, com a energia Racional, que só existe na leitura do livro UNIVERSO EM DESENCANTO.
A natureza não orienta e nem equilibra mais ninguém na cultura do pensamento. Dizendo que, agora, todas as orientações e proteções, só através do Raciocínio, de quem esteja pelo menos começando a leitura, dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO.
Então, estudem a CULTURA RACIONAL!
Tomem conhecimento da Fase Racional, para não caírem todos, nas águas de rios de outras classes. O livro UNIVERSO EM DESENCANTO é encontrado no site oficial da Cultura Racional e nas Livrarias Racionais, cujos endereços se encontram também no site oficial da Cultura Racional: www.culturaracional.com.br

domingo, 29 de janeiro de 2012

O PENSAMENTO E A VIOLÊNCIA


(José Severino dos Reis)

A violência dos nossos dias, a única saída é o desenvolvimento do Raciocínio.
Os assaltos, seqüestros, o terrorismo, enfim, todo o tipo de violência e de desequilíbrio do homem soa como um apelo veemente da natureza dizendo: “Procurem conhecer, estudem CULTURA RACIONAL, eu não quero mais ver vocês sofrerem.”
Vejamos por que.
Na pré-história, éramos como crianças que não sabíamos nada. Mas a mãe natureza com a sua sabedoria e muita paciência nos ensinou a andar, a falar e a definir tudo que víamos, ligando a energia magnética na glândula da vida material do nosso primitivo cérebro. E como uma flor, a imaginação se desabrochou com a cultura da pré-história, também chamada de fase do desenvolvimento da imaginação.
E quando a natureza viu a cultura da pré-história pronta, ela mudou para a cultura da civilização, também chamada de fase de desenvolvimento do pensamento. E o pensamento veio auxiliar a imaginação que era muito lenta.
Naquele tempo eles ficavam imaginando a mesma coisa a vida inteira e não saiam daquilo.
Já com o pensamento, eles imaginavam, por exemplo, um novo modelo de carro e o pensamento desenhava e os homens construíam o carro. Assim, com o progresso da cultura da civilização, a natureza foi desenvolvendo o pensamento. E o pensamento desenvolveu as ciências, a tecnologia, as filosofias, as religiões, o amor e o sentimento que torna o homem humano. Tudo isso foi desenvolvido na fase do pensamento, que terminou em quatro de outubro de 1.935.
E nessa mesma data nasceu a CULTURA RACIONAL, dando início à fase Racional, a fase do desenvolvimento do Raciocínio que é desenvolvido com a energia Racional. A fonte da energia Racional está na leitura dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO, que é a didática da CULTURA RACIONAL.
Vejamos então: a imaginação foi a primeira atividade do cérebro produzida pela energia magnética ligada na vida material do homem. O pensamento é a ação da energia elétrica ligada na vida líquida do cérebro. E o Raciocínio, é a glândula Racional que está localizada no centro da cabeça, na base do mesencéfalo, conhecida pela ciência como Glândula pineal.
A Glândula Pineal ficou paralisada aguardando o seu tempo, a sua energia, a energia Racional, que viria na fase Racional. Com a chegada da fase Racional, a natureza se ligou na energia Racional e passou a comandar todos através do Raciocínio.
Mas, para isso é preciso estar em contato com a energia Racional através da leitura dos livros da CULTURA RACIONAL. E tem urgência a humanidade estudar a CULTURA RACIONA, porque com a chegada da fase Racional, a natureza parou de alimentar o pensamento com as energias elétrica e magnética. E sem alimento o pensamento começa a secar. Secando o pensamento, seca o sentimento e sem sentimento, as pessoas não sentem mais o que fazem. Essa é a causa das chacinas. O indivíduo mata a família inteira, mata o pai, mata a mãe e conta friamente.
Em assaltos, mata-se por milhões ou por um par de tênis.
Nos seqüestros vão matando o refém aos poucos, cortam uma orelha e mandam para a família, se não pagarem o resgate, mesmo que seja de uma criança, eles matam sem piedade. Esses já estão com o pensamento seco, não tem mais sentimento.
E toda humanidade está caminhando nesse sentido. Se não começarem o desenvolvimento do Raciocínio logo, acabarão também todos os entendimentos humanos. Os casais já não se entendem mais: um, dois anos de casados se separam, por falta de tolerância, porque o pensamento está enfraquecendo. Essa é a causa da violência: o pensamento seco. E é no mundo inteiro, porque o pensamento está secando: de todos os seres humanos.
Se não fosse a CULTURA RACIONAL ter chegado à Terra para desenvolver o Raciocínio, o homem atearia fogo no mundo por loucura. E a loucura é o pensamento seco. Portanto, a solução para a violência, só com o desenvolvimento do Raciocínio, porque a fase do pensamento acabou e não tem volta.
É salve-se quem puder e se puder.

OBSERVAÇÕES SOBRE CULTURA RACIONAL


(José Severino dos Reis)

Hoje, vamos fazer algumas observações a respeito de Cultura Racional, no sentido de melhorar a compreensão dos que nos visitam.
Pode acontecer de alguns acompanharem nossas postagens e dizerem: “Eu não estou entendendo. E às vezes, a pessoa até já leu um dos livros UNIVERSO EM DESENCANTO e continua dizendo: já li e não entendi.
Tudo bem: é compreensível. Porém, é preciso saber que a CULTURA RACIONAL, é uma outra cultura que está nascendo agora e que não se aprende em um só livro.
A cultura da civilização que é milenar, uma criança vai à escola e começa pela cartilha da infância; e apesar dos sofisticados métodos pedagógicos empregados pelos professores, a criança termina a cartilha da infância e ainda não sabe nada.
Estuda 4 anos do curso primário e sai apenas alfabetizada. Depois, estuda 4 anos no primeiro grau, mais 4 anos do segundo grau e no mínimo 3 anos na Universidade, somado à formação artística, religiosa etc. para poder dizer que tem um pequeno grau cultural.
Portanto, para as pessoas que leram um dos livros e não entenderam, é preciso saber que para entender, deva de começar pelo primeiro volume da obra básica que é a cartilha da infância da CULTURA RACIONAL. A obra básica contém 21 volumes e é equivalente ao curso primário.
Mais adiante em outras postagens, daremos a ordem seqüencial do estudo completo da CULTURA RACIONAL depois da obra básica, que é muito grande. Portanto, não é em alguns comentários, ou em um livro, que a pessoa vai aprender ou entender tudo. É necessário ler ao menos os primeiros 21 volumes para se alfabetizar na CULTURA RACIONAL. Para vocês terem uma idéia, estão inseridos na CULTURA RACIONAL, 41 cursos Universitários conhecidos, criados pela mente humana e mais 28 cursos desconhecidos da nossa atual cultura, que vamos aprender lendo os livros UNIVERSO EM DESENCANTO.
Então nós usamos aqui muitas vezes, termos, que para quem ainda não tem conhecimento do seu conteúdo, lhes parece errado. Por exemplo: nós acostumamos a dizer que a natureza não está mais alimentando o progresso da cultura da civilização, que a natureza está indo para um lado e nós estamos indo para outro; e muitos termos que podem lhes parecer estranhos, mas que serão entendidos no desenrolar dessas postagens.
Contudo, queremos dizer que o comando da natureza já está ajustado na Energia Racional da nova cultura e nós, ainda não estamos. Então, ela continua fazendo chover, oxigenando o ar, produzindo os alimentos e tudo que é preciso fazer no planeta, mas em proporções desequilibradas, porque nós insistimos, ainda, no progresso de uma cultura que já terminou o seu tempo, que já construiu a sua própria autodestruição, a cultura do 2º milênio. Só poderia acontecer o que estamos vendo; sofrimento em todas as camadas sociais no mundo todo, por falta de nossa sintonia com a natureza.
E, assim, adjetivo “maior” está em todos os noticiários. É o maior terremoto de todos os tempos, o maior furacão, a maior enchente, a maior seca, o maior calor, sem contar os buracos na camada de ozônio, a proliferação da AIDS, vai faltar água potável etc.
Parece que a vida na terra está agonizando. Quanto mais a ciência e a tecnologia avançam, mais pioram as condições de vida em todos os sentidos. Porém, quando todos estiverem sintonizados com a natureza, com a mesma cultura, tudo isso que parece um caos será neutralizado. Porque a Energia Racional neutraliza os efeitos causados pelas energias elétrica e magnética, que movimentam a cultura da civilização que está vencida e que está causando todos os desequilíbrios do nosso planeta e da humanidade. Amigos: convido a todos para pesquisarem, o quanto antes, os livros de Cultura Racional. Aí, começarão a ter contato direto com a Energia Racional e terão provas, em si mesmos, dos grandes benefícios que essa energia superior traz para todos que a ela se ligam.

Muita paz e saúde para todos!

sábado, 28 de janeiro de 2012

A MÁSCARA E O CORAÇÃO


(João de Castro)
No mundo do artifício, a persona (máscara) é usada para representar o papel social e ocultar a pessoa.
A persona é inventada, obedece e/ou responde apenas à classe que a representa.
No teatro grego a persona, além de representar um personagem fictício, era também usada para preservar o ator ou atriz separando-o da pessoa.
Muitos corriam o risco até de serem agredidos, caso fossem confundidos com algum personagem vilão, que haviam representado (lembram da Odete Roitman de Vale tudo).
Com efeito, a persona passou a exercer exacerbada conotação nesta construção artificial e inventada que é a sociedade humana dos dias de hoje, onde as pessoas se escondem por detrás das aparências para ocultar personalidades vis e inescrupulosas.
Hoje em dia, através da “persona” as pessoas dividem-se em dois mundos diferentes: o mundo real e o ilusório. E, às vezes, se confundem ao ponto de não saberem exatamente em qual deles estam realmente vivendo.
O resultado é relações pessoais doentias, matrimônios dilacerados, políticos desonestos, etc.
Se o “ego” representou a separação entre o homem e sua dimensão humana, tornando- o um ser incauto e insensível, a persona (sua máscara) o plastificou, deixando-o inerte como uma escultura apreciada no museu das aparências.
Por detrás desta plastificação humana, estão os veículos de controle que determinarão a alienação total do homem.
Hoje acreditamos erroneamente que seremos respeitados e amados se atingirmos os padrões estéticos definidos por esta gestão artificial.
No entanto, o medo e a hipocrisia se instalou entre todos de uma tal forma, que o desespero e a desconfiança se instalaram entre todos.
A guerra começa no próprio íntimo toda vez que vestimos a persona para enfrentar o mundo lá fora, o problema é que às vezes esquecemos de tirá-la mesmo quando vamos dormir.
Não quero em hipótese alguma sugerir a exoneração total da persona. Tudo deve obedecer às regras naturais, pois uma ação radical sempre provoca uma reação do mesmo porte.
Acredito que a verdadeira mudança deve acontecer no íntimo de cada individuo – não se trata de uma obrigação com os outros mas com o seu coração. Sim, o coração! Este que vem sendo o mais torturado pela gestão artificial.
Ele parece dizer,” Por favor não me plastifiquem, senão pararei de bater!” Um coração natural ainda é melhor que um coração artificial.
Não pergunte ao livro das leis, pergunte antes ao coração se é certo ou não prejudicar o próximo por razões pessoais, e ele lhe dará a resposta.
Não tenha medo, pois por mais duro que pareça o coração ele sempre amolecerá , quando ver um ato de injustiça ou truculência.
Se há dúvidas sobre isso- não é culpa de nenhum de nós – foi o entrudo de concepções antinaturais que moldaram e deturparam nossa visão de mundo, das coisas e de nós mesmos.
Há um alento! O ano de 2012 será um ano em que se promulgará a regência do coração. Veremos um ao outro através dele, e ele não mente.
Não há tecnologia que possa revelar o que é o coração – se ele está bem ou doente (para aqueles que só pensam em destruir o próximo) – e por isso, ela jamais pode transmitir as verdadeiras intenções disfarçadas por detrás da persona.
Antes, porém, se estivesse com seus deveres em dia com os padrões artificiais, isto por si só era suficiente para satisfazer o conhecimento de cada um. Mas, era um conhecimento aparente, camuflado pela beleza material e o artificialismo.
Um coração obscurecido por conceitos superficiais e inidôneos necessita urgentemente ser revitalizado por energias positivas, através de um conhecimento natural que lhe enriqueça humanamente.
A voz divina é a voz do coração!
Portanto, a voz do coração é a voz do raciocínio. Deus é raciocínio e, não pensamento.
Um RACIOCÍNIO SUPERIOR a todos os raciocínios. E uma ENERGIA SUPERIOR a todas as energias.

SEJA SENHOR DE SI MESMO


Paz, amor e fraternidade é tudo o que toda a humanidade está precisando e necessitando para concretizar a união de todos e a tão sonhada concórdia universal.
E tudo isso está sendo providenciado, minha gente, por mais que pareça o contrário.
Está sendo providenciado pelo único SER que tem o poder dessa solução: a DIVINA PROVIDÊNCIA.
A casa, essa casa em que estamos como inquilinos, por estarmos passando por essa Terra em decorrência do uso da nossa vontade, essa casa está sendo reorganizada, para passar a ser um verdadeiro abrigo para todos nós, habitantes provisórios de um mundo passageiro e provisório.
É preciso levar isso em conta em todos os momentos da nossa vida, para que sejamos desprendidos dela, a fim de que possamos abreviar o máximo possível essa passagem, em sua forma cruciante, tornando-a sem turbulências, como uma verdadeira escola de aprendizado.
E para que não percamos lição alguma que nos é ensinada, necessário se faz não renegar o que se nos apresenta nesta Terra para nos auxiliar nesse desprendimento.
Sim, minha gente, porque todos nós estamos fora de Casa, não somos daqui desta Terra. Viemos todos de um mesmo mundo superior que, por longas eternidades, ficou completamente esquecido na nossa memória.
Está aí toda a causa do nosso sofrimento, o viver longas eternidades fora do nosso verdadeiro estado natural.
Tudo que está fora do seu estado natural, perde o direito de viver. Entendido esse viver como uma vida de paz, amor e fraternidade.
Éramos seres de energia. Luz pura. Corpos de massa cósmica pura, limpa e perfeita. E por assim ser, éramos eternos.
Já abordamos muito este assunto neste site, em postagens anteriores, onde explicamos que, por livre arbítrio, deixamos o nosso mundo eterno, de pureza e perfeição, para constituirmos este segundo mundo deformado, degenerado, poluído e enfraquecido, este mundo material.
Em virtude das transformações por que passamos, perdemos a consciência da vida eterna que tínhamos, como também das infinidades de vidas que tivemos nas incontáveis transformações de uma vida para outra e de uma forma para outra.
E perdendo a consciência positiva eterna, razão da vida, ficamos mergulhados na inconsciência, obrigados a ser comandados pelo ser material, aceitando tudo que nos era imposto pela matéria, através do pensamento e da imaginação, essências da matéria, este ser deformado, degenerado, poluído e enfraquecido.
Essa a razão de termos também enfraquecido. E um ser fraco, fica ao sabor de todas as correntes fluídicas, sem ter o discernimento verdadeiro, para saber o que realmente é bom ou ruim para nos conduzir.
Portanto, perdemos a consciência do conhecimento verdadeiro e adotamos o conhecimento embusteiro, o conhecimento traidor, o falso conhecimento.
E imbuídos deste falso conhecimento, irradiado pelo pensamento e a imaginação, íamos construindo o mundo de forma inconsciente, na ilusão de estarmos caminhando para a glória das glórias sem notar que estávamos, na verdade, nos afundando, cada vez mais, num abismo de sofrimentos, lágrimas e dores. Caminhávamos crentes que vivíamos, sem perceber que morríamos a cada passo, morríamos para a eternidade.
Reflitam, para perceber como tudo isso é verdade. Observem, com atenção, a situação do mundo em que estamos: só sofrimentos, só monstruosidades.
Um mundo onde as aparências nos traem a todo instante, todos a passos largos para a sua própria destruição.
Isso tudo, minha gente, foi fruto do pensamento e da imaginação. O que plantamos resultou, ao invés de flores, em espinhos, ao invés de frutas suculentas e doces como mel, apenas nos deu frutos secos e amargos como fel.
Parem para refletir sobre a negatividade do pensamento, que nos jogou nos braços peçonhentos da matéria, levando a nossa paz verdadeira, o nosso amor verdadeiro, a nossa fraternidade verdadeira, jogando irmãos contra irmãos.
Está na hora de dar um basta nisso tudo. Nós somos de origem eterna, onde habita DEUS VERDADEIRO, o MUNDO RACIONAL. DEUS é o PODER DOS PODERES e somos filhos DELE. E como filhos DELE, somos fortes. Não podemos mais admitir que o pensamento nos faça pensar que somos fracos.
Quem é o fraco nessa história é o pensamento, que é fruto da matéria, um ser com aparência de tudo ser, mas, que na verdade, nada é.
E por ser fraco e por saber que nós não somos daqui, que somos eternos, quis e quer nos ludibriar, fazendo-nos sentir o contrário, para que continuemos sob o seu jugo, escravizados pela matéria.
Mas, esse é o papel do pensamento. Ele é fraco e por ser fraco, só pode enfraquecer. E nessa missão dele, ele nos lapida nos fazendo sofrer, por nos manter escravos da matéria, quando nascemos para ser livres, livres para o BEM VERDADEIRO, para a paz, para o amor e para a fraternidade.
Não existe, minha gente, liberdade sem a paz, sem o amor e sem a fraternidade. Pois as guerras, o ódio e o egoísmo são algemas terríveis que limitam a vida a classes inferiores de ser.
É tempo de raciocinar, porque o raciocínio é da fonte primordial da vida, da gênese verdadeira, do PODER DOS PODERES. Raciocínio é a energia DIVINA, elo sublime que nos conduz ao nosso verdadeiro estado natural, o mundo dos eternos, o MUNDO RACIONAL.
Chega de nos permitirmos a essa condição humilhante de pensadores, sofredores e mortais. Chega dessa inversão de posições, onde o pensamento se tornou senhor, por longas eternidades perdidas. Sim, perdidas, porque tudo o que ele nos fez fazer, irradiando idéias, planos, sonhos, ilusões e fantasias, resultou neste SALVE-SE QUEM PUDER E SE PUDER que agora assistimos a cada segundo nos quatro cantos do mundo.
Precisamos assumir nossa condição DIVINA de senhores de nós mesmos. Precisamos raciocinar, ou seja, colocar em função o raciocínio, essa ENERGIA ETERNA da nossa origem, a ENERGIA RACIONAL, que está materializada e adormecida como máquina do raciocínio.
E para colocá-la em função é preciso desenvolvê-la. Mas, como, se perdemos a consciência verdadeira por nos esquecermos do conhecimento verdadeiro nessas infinidades de transformações de uma vida para outra na matéria? E sabemos que esse conhecimento superior é que faz funcionar o raciocínio!
Então, é preciso que alguém nos conte tudo sobre o conhecimento que perdemos.
E isso, graças à nossa Mãe Natureza já é possível. Que ela trouxe para nós esse conhecimento verdadeiro, vindo do mundo dos eternos, o MUNDO RACIONAL, que nos relata tudo sobre QUEM SOMOS, DE ONDE VIEMOS, PARA ONDE VAMOS E COMO VAMOS.
E para isso ela recebeu aqui na matéria um Irmão nosso, Habitante do MUNDO RACIONAL, de onde viemos e que ele aqui se materializou como um ser humano, mas com o raciocínio desenvolvido, para transmitir para o povo da Terra o conhecimento para o desenvolvimento do raciocínio.
Escolhido foi o nosso Brasil para nascedouro desse SER DIVINO, que conviveu conosco de 1903 a 1991, com o único objetivo de condensar em Livros todo o curso completo para nossa libertação da vida da matéria, curso esse que foi ditado do MUNDO RACIONAL, constituindo a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto.
E é por isso que o MUNDO RACIONAL está em festa, bem como toda a Natureza, por já se encontrar neste segundo mundo em que vivemos a solução de paz, amor e fraternidade que a humanidade sempre sonhou.
Mas, aí, vocês irão conjecturar:
“Mas, como a natureza está em festa se ela está se manifestando com tantas tragédias no mundo inteiro?”
Ah, minha gente, é que nós estamos falando da Natureza Racional e, não da natureza eletromagnética, a natureza deformada.
Com a mudança de fase da Natureza para a Fase Racional, a parte da natureza que não se rendeu à Fase Racional está tratando de liquidar tudo que fez, inclusive os pensadores.
Essa a razão deste site e dos demais de CULTURA RACIONAL, bem como de todos os outros nossos meios de divulgação da Fase Racional, para que todos se inteirem dessa mudança e mudem também para a Fase Racional, se harmonizando com a Natureza Racional.
A Natureza Racional está em festa. E a natureza eletromagnética que não se rendeu à Fase Racional está em liquidação.
E, assim, cada qual agora tem como optar: participar da festa ou entrar em liquidação.
Continuar fraquejando como sempre fraquejou, submisso como escravo do pensamento e da imaginação, ou se libertar para sempre pelo desenvolvimento do raciocínio, assumindo de vez a fortaleza que sempre foi no MUNDO RACIONAL?
Ser conduzido como escravo pelo pensamento? Ou ser conduzido como senhor pelo raciocínio, senhor de si mesmo?
A vontade é livre.
Mas, com certeza, não tem esse nem aquele que não saiba como é sofrida a vida de um escravo, pois, nessa escravidão da matéria todos estamos há muitas eternidades, onde o sofrimento nunca fez graça para ninguém rir.
E, aí, perguntarão vocês?
Mas, do jeito que as coisas andam no mundo, como não ser envolvido pelo sofrimento horroroso que não poupa lugar nenhum?
Ah, minha gente, aí está a beleza! Para aqueles que estão desenvolvendo o raciocínio, seriamente, estudando Cultura Racional diariamente, olha só, diariamente e quanto mais horas melhor, cumprindo com as determinações do MUNDO RACIONAL constantes nos Livros de Cultura Racional, toda proteção e amparo são dados a esses estudantes, que ficam completamente à margem dessa liquidação horrorosa, sendo orientados para se protegerem.
Quem adota a CULTURA RACIONAL, prova que quer ser forte novamente e, por isso, é fortalecido além de ser engrandecido pelo MUNDO RACIONAL.
Quem adota a CULTURA RACIONAL, prova que não aceita mais a situação de escravo do pensamento e, por isso, ganha as asas do raciocínio para se desprender do pensamento.
Não podemos perder mais tempo, a vida está cada dia mais curta, devido à degeneração e poluição da matéria, e o tempo é pouco para o desenvolvimento do raciocínio.
É preciso que cada qual acredite em si mesmo e, não no pensamento. Que cada qual acredite na fortaleza que tem dentro de si mesmo e coloque-a para entrar em função, tomando conhecimento de todo o saber que torna isso possível.
Todos estão cansados de tentar de todos os jeitos para se libertar de seus defeitos e não conseguem. Os defeitos são as algemas colocadas nos pensadores através das irradiações do pensamento e da imaginação, que são forças externas aos seres humanos.
A cultura artificial feita pelo pensamento e a imaginação teve longa vigência e não conseguiu nos libertar da ambição, da ganância, da vaidade e de seus desmembramentos. Será que não dá para enxergar que essa cultura artificial foi somente para nossa lapidação, jogando irmãos contra irmãos e enfraquecendo todos pelo fanatismo material?
Acorda, minha gente!
O raciocínio é pertence nosso, está dentro de nós, é o natural.
O pensamento e a imaginação são agentes externos, não nos pertencem.
Continuar acreditando no pensamento, em tudo que ele criou, como verdade, é renegar, o seu raciocínio, o seu poder absoluto interior. Continuar pensando é renegar DEUS.
Tudo tem limite. E chegamos ao limite de se admitir o pensamento como o construtor da vida.
Ao pensamento cabe apenas a gestão da vida e, não, a direção e comando dela, porque ele é essência da matéria. O construtor da vida e, portanto, responsável pela vida é o raciocínio, que é um Habitante do MUNDO RACIONAL que deu causa a este segundo mundo em que vivemos. Portanto, o raciocínio é o dono da vida e, não o pensamento.
E a matéria é conseqüência da transformação de uma pequena parte do MUNDO RACIONAL, a PLANÍCIE RACIONAL, que se desligou do MUNDO RACIONAL, quando uns tantos Habitantes do MUNDO RACIONAL nela adentraram para desenvolver um progresso para o qual essa Planície ainda não estava preparada, vindo essa Planície se transformar em energia elétrica e magnética, origem da matéria.
Para ver como o pensamento não pertence à origem, pertence à matéria.
Portanto, é inadmissível que os seres humanos continuem a cultuar uma coisa aparente como é o pensamento, em prejuízo do raciocínio, que é o VERDADEIRO DONO DA VIDA, por ser o raciocínio o filho legítimo de DEUS.
Estamos passando por uma fase de grande decisão na Terra. E aqui estamos nós neste site esclarecendo a todos com informações inéditas, importantíssimas para o equilíbrio de todos nesse evento universal.
Abram seus corações! Sejam amigos de si mesmos! Dêem crédito ao que estão tomando conhecimento neste site, para que a paz, o amor e a fraternidade que sempre sonharam, deixem de ser uma quimera na vida de todos, para ser uma realidade positiva consolidada.
Sejam fortes, procurando a certificação de tudo isso nos Livros de Cultura Racional, Universo em Desencanto.
Gosto
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

É SÓ LER, UNIVERSO EM DESENCANTO 2.mpg

A CULTURA RACIONAL EM NEW YORK (A).mp4

JÚNIOR FOI CURADO DE ANEURISMA CEREBRAL.mpg

SOBRE A APARÊNCIAS


(João de Castro)
“Lutam e se destroem pelas aparências sendo escravizados por elas” (Cultura Racional).
Maya é o termo Hindu usado para designar ilusão, também considerado pelos Egípcios como “Os Véus de Ísis” que vestem a natureza ocultando sua essência última.
Não é que as coisas não existem, o problema é que as percebemos de uma forma que não são verdadeiramente.
Imaginem tantos conceitos, ideologias, e o mundo se afundando e se enlameando no meio disso tudo, quando o mais importante de tudo que é a vida passa a ser rotulada segundo o aspecto de produção (Marxismo) ou de consumo (Capitalismo).
O ser humano passou a valer o que produz e as roupas que veste. A mídia e a cultura do artifício definiram a idéia de que ter e possuir é mais importante do que ser.

E, assim, vem o vazio.
No vazio existe a anti-vida, a vida em transformações, onde não há sentido algum.
O homem, para impedir que percebêssemos o vazio, criou o artifício e as aparências para manter a ilusão e a gestão provisória da vida neste mundo.
Mas, o tempo sempre mostrava a forma real, abjeta e repugnante da matéria.
Isso já aterrorizava os materialistas que viam as belezas do nada se diluírem como miragens no deserto da realidade.

Portanto:
O homem moderno é um robô de forças insidiosas negativas que se escondem por detrás da mídia e do poder econômico, que pensam no ser humano como um meio de aumentarem a audiência televisiva ou o consumo de seus produtos.
Essas forças manipulam nossas consciências, injetam novas noções de prestígio, despertam a cobiça , o desejo sexual compulsivo , a luxúria e os excessos por substâncias entorpecentes – que se encontram no fastfood e consumo de bebidas artificiais.
Esses elementos visam despertar no ser humano seu lado instintivo, que o tornam um robô perfeito para experimentos condicionados e subversivos da natureza animal e instintiva.
Um ser comandado pela vontade desenfreada, patrocinada pelo poder oculto, é mais fácil de controlar. A característica perene da realidade material atingiu o cerne da vida social humana e a insatisfação total dominou a psique humana.
Hoje, a maioria das pessoas se vê reclamando da labuta infernal e sem sentido em que suas vidas se tornaram, mas não conseguem controlar em si os efeitos entorpecentes da cultura plástica.
A voz do coração, o único elo entre o homem e sua origem divina – segundo o mestre Manuel Jacinto Coelho – não consegue ser ouvida pelo cérebro humano, que se encontra totalmente alienado pelas intempéries eletromagnéticas, produzidas pela televisão, radio e celulares.
2012 será o ano em que essa guerra eletromagnética atingirá seu ápice na sua missão de alienar o cérebro humano do coração.
Mas, felizmente:
Na Cultura Racional, saberemos como tudo começou , como tudo é, e como tudo terminará.

Um final de paz, amor, fraternidade e concórdia universal.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

She's Alive... Beautiful... Finite... Legendado

A VIDA MECÂNICA E AS MECÂNICAS DA VIDA


(Prof. Porfírio J. Neves)
O ser humano na classe de Animal Racional sempre buscou compreender a vida por seus próprios meios, sua própria inteligência, seus próprios métodos. Criou nomes, inventou coisas, criou leis e regras e veio se arrastando através dos tempos sem saber por que vivia num mundo tão complicado, onde tudo parecia contrariar a sua livre vontade de ser feliz.

Quem não quer ser feliz? Todos! É a busca principal da vida de todos, sem exceções. Até os maus querem ser felizes praticando suas maldades. Esse é o problema: a busca da felicidade ganhou tantas possibilidades e variações que até o diabo quer ser feliz. Imagine, então, os filhos de Deus!

Porém, ninguém, nunca encontrou a felicidade plena, de forma positiva e duradoura. Felizes para sempre, só nos contos de fada! Momentos felizes, muitos acham pela vida afora, momentos ou fases de aparente felicidade. Digo aparente, porque sempre se acabam esses momentos de felicidade.

Tudo isso porque o ser humano, na classe de Animal Racional, não tinha em si o conhecimento verdadeiro de si mesmo e da Natureza.

Portanto, quando a humanidade se depara com um Conhecimento como é a Cultura Racional, que nos define quem somos e nos esclarece como a Natureza nos fez, deve procurar compreender os novos conceitos. Sim! A Cultura Racional é inédita na sua forma de expressar as idéias e usa palavras que nem sempre têm o mesmo significado compreendido pela ciência, ou pela religião dos homens e pelas traduções equivocadas da palavra de Deus.

Como poderia ser definido o que não sabíamos, usando tão somente o que conhecíamos? Esse é o argumento principal que justifica a necessidade de novas palavras ou palavras com novos significados ou significados mais abrangentes.

A palavra “máquina” usada no livro Universo em Desencanto, por certo, adquire um significado mais abrangente do que no alfabeto criado pelos homens. No pensamento humano, o termo: “máquina composta por Energias” não é usual porque, normalmente, uma máquina usa energia para funcionar.

A eletricidade, por exemplo, é que faz um motor elétrico funcionar; o combustível do carro é que produz a energia necessária para o seu movimento; e por aí vai. A eletricidade, o vento, a água, são combustíveis para fazerem máquinas funcionar.

Acontece que o Racional Superior, no livro Universo em Desencanto, qualifica estes “combustíveis”, ou Massas de Energia, também como sendo máquinas. A água é uma máquina, o sol é uma máquina, a terra é uma máquina.

Em termos gerais, na Cultura Racional aprendemos que “a Natureza é uma máquina de reprodução de máquinas reprodutoras”. Logo, tudo neste mundo é máquina! Veja a seguinte definição:

(T-05 p-76) “É a natureza que faz tudo. Gera, cria e mantém a máquina fabricante de vidas anormais, porque estão fora do seu verdadeiro natural. E assim, vivendo sem coisa alguma de certo saberem e atrás de estórias e conversas que mantém os sofrimentos. Então são feitos por esta máquina geradora de vidas, que são essas três partes: sol, água e terra. O sol manipula, a água gera e a terra cria. Os três reinos da fabricação da bicharada. A Justa, Força e Razão. A causa dos três reinos da bicharada”.

Então, percebam que começamos a entender melhor o que é a Natureza e que tudo está fora do verdadeiro estado natural. Logo, começamos a compreender, pelo desenvolvimento do Raciocínio, que o nosso verdadeiro estado natural não é de máquinas. É assim que nos afirma o Racional Superior: “-No Mundo Racional não há máquinas”, porque são puros, limpos e perfeitos,

Até mesmo esta nossa vida é tida como uma máquina. Isso mesmo a vida do chão é uma máquina e, por isso, podemos afirmar que é uma vida mecânica. A vida é mecânica.

(T-14 p-73) “A vida é um corpo de energia transformado em matéria elétrica e magnética. É um corpo servindo de instrumento das energias deformadas, elétrica e magnética. É uma máquina de energia elétrica e magnética”.

Que coisa fantástica! A vida do corpo de matéria é uma máquina de energias. Porém, só podemos compreender desta forma quando nosso raciocínio começa a se desenvolver pela Energia Racional.

O Raciocínio também é uma máquina, assim como o pensamento também é uma máquina e a imaginação também é uma máquina. Assim afirma o Racional Superior quando nos esclarece que temos estas três máquinas na cabeça.

Naturalmente, temos as mecânicas que acionam cada uma dessas máquinas, ou seja, os mecanismos de ativação das máquinas. E são três mecânicas para ativar cada uma dessas máquinas: mecânica material, mecânica celeste e mecânica Racional.

Ilustrando com o motor de um carro, perceba as três mecânicas que fazem funcionar o motor de um carro: o combustível corresponde à Mecânica Material; a ignição elétrica corresponde à Mecânica Celeste; e, a chave da ignição, que é acionada pela mão do motorista, corresponde à Mecânica Racional. Nesta ilustração, percebam que cada mecânica também é uma máquina.

Então, aí está para ser estudado e com muita calma, uma infinidade de relações de máquinas e mecânicas que fazem a vida funcionar, que resumem e explicam a manifestação da vida deformada.

A Cultura Racional dá provas e comprovações de ser a forma completa de avaliarmos a manifestação da vida em todos os seus pormenores e justificando a existência de tudo, quando afirma que uns tantos habitantes do Mundo Racional começaram a progredir por conta própria numa parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso. E nos esclarece o Racional Superior:

(H-326 p-77) “E foi uma infinidade de habitantes que saíram do Mundo Racional , e para que essa infinidade de Habitantes que saíram do Mundo Racional se materializasse, a Natureza fez todos como aparelhos de reprodução. Para que essa infinidade de Habitantes do Mundo Racional se materializasse em forma de máquina do raciocínio. Por isso, a natureza fez todos como máquinas de reprodução para dar vazão a essa infinidade de Habitantes que saíram do Mundo Racional. Para que eles se materializassem e sofressem as conseqüências por estar fora do seu verdadeiro estado natural”.

Assim podemos resumir o entendimento e a justificativa do por que esta vida é uma vida mecânica, onde tudo são máquinas e maquinismos de geração, criação e desenvolvimento, para nos fazer compreender uma coisa tão simples e que a maioria das pessoas já sabia: nós não somos deste mundo.

Claro, compreender isto com todos os detalhes, com base e com lógica, provas e comprovações, não seria possível apenas com um alfabeto primário extraído das máquinas pensantes deste mundo. As máquinas deste mundo, quando adoecem, somente têm uma cura ou uma reforma adequada que é indicada pela “fábrica das máquinas”. Somente a “fábrica das máquinas” poderia e pode dar solução a todos os problemas que vem acontecendo com as máquinas.
É assim que vemos o Mundo Racional de onde se originou tudo e todos assim serem.

A Natureza não negocia seus direitos! Não faça dívidas que o pagar é certo! Quem planta tem que colher! Tudo e todos merecem o máximo respeito! Se você foi contra alguém ou contra alguma coisa você está contra o Racional Superior, o verdadeiro Deus!

Estes são exemplos de mecânicas desta vida mecânica, as mecânicas da vida, que dão base para as análises, as avaliações e os julgamentos de todos os procedimentos. As mecânicas da vida são os procedimentos. A paciência, a persistência e a obediência são mecânicas da vida.

Por isso se diz: o saber encarar a vida é tudo!

Os julgamentos do ponto de vista certo, do ponto de vista errado. O ponto de vista errado é o ponto de vista material e o ponto de vista certo é o ponto de vista Racional.

Veja um exemplo de procedimento com a Natureza:

(T-13 p-68) “Assim como você se revolta pelas ingratidões, pelos males que façam aos seus, a Natureza também. Porque você é a Natureza, por ser filho natural dela e Ela é você. Tudo que você sente Ela também sente. Ela tem os seus filhos, que um deles é você e os outros que existem. Ela mantém você e mantém todos. Dá todo o conforto a você e a todos, Enche a sua barriga e a de todos, todos os dias, com o alimento adequado à máquina que ela gerou, formou e criou”.

Diante desta percepção da vida mecânica e das mecânicas da vida cabe um julgamento feito pelo ponto de vista certo sobre o ponto de vista errado. (R-16 p-95) “Que decepção de quem adota um sistema para ser destruído pelo sistema que adotou, por estar iludido, sonhando e cego, com máquinas para destruir sua própria vida. E assim, quantas vidas preciosas, quantos seres de valor têm sido destruídos, por admitirem o erro como certo”.

Está aí a conclusão sobre o conhecimento artificial extraído da mente das máquinas pensantes que criaram, por o pensamento ser livre, todas estas máquinas de destruição contra si mesmo.

Está na hora da humanidade se conhecer! Conhecer tudo ao seu redor e como todos podemos nos relacionar sem conflitos, sem guerras, sem discórdias, sem fabricar máquinas de destruição, desenvolvendo a nossa principal máquina, que é a máquina do Raciocínio, pela leitura do livro Universo em Desencanto.

Dias atrás, o cruzeiro de luxo, vencido pelas rochas, pela Natureza. E ontem no Rio de Janeiro, três prédios desabam no centro da cidade, centro histórico. E viraram uma montanha de escombros.
Observem: um dos prédios, Edifício Liberdade, ficava atrás do Teatro Municipal, na Avenida 13 de Maio (data da libertação da escravatura). Parece coincidência, mas, não é. Reflitam a respeito.
E o que todos temos que aprender com essas tragédias, já que não existe efeito sem causa?
Por que a Natureza está permitindo e/ou causando tudo isso, já que ela é a dona de tudo e de todos? Ela, com todas essas tragédias que têm acontecido pelos quatro cantos do mundo, está provando a todos nós o quão frágeis e sem consistência são as criações do pensamento e da imaginação.
Baseados e guiados pelo pensamento e a imaginação, progredimos a matéria, sem conhecer o que a matéria é (se o bom senso tivesse sido nosso guia, teríamos chegado à conclusão da necessidade de primeiro conhecer o que é a matéria para, depois, então, decidir como utilizá-la racionalmente, mantendo sustentável a vida de tudo e de todos).
E para saber o que é a matéria, teríamos que dar toda atenção à Natureza Mãe, respeitá-la em todos os sentidos e, para isso, teríamos que ter respeitado tudo e todos, sem discriminações, dando primazia a fazer o bem sem olhar a quem.
Esse procedimento equilibrado nos teria mantido sob os auspícios dos astros e de todas as Forças Positivas da Natureza, que, em retorno, teriam nos gratificado com todas as influências positivas, dando-nos, através do pensamento natural, todas as respostas que precisávamos, sem que tivéssemos que nos embrenhar e nos perder nas experiências e pesquisas materialistas.
Houve esse tempo, eternidades atrás, em que éramos guiados pelo Alfabeto Astrológico. E o mundo era um paraíso de equilíbrio e paz. Mas, devido às vontades fora dos limites da disciplina natural da Natureza, abandonamos o Alfabeto Astrológico, virando as costas para a Dona de tudo, a Natureza, de quem dependemos em tudo para viver. Aí, desligados da parte positiva da Natureza, ficamos por conta das forças negativas da Natureza, passando a desenvolver o pensamento magnético, o pensamento materialista, que é o responsável pela criação do artifício, de coisas sem necessidade alguma para a existência, dificultando a vida humana e embrutecendo a humanidade (que foi se apagando). E, assim, entramos, sem sentir, na estrada da marginalidade, guiados pela vaidade, pela ambição e pela ganância, nascidas do abuso das vontades, sem consideração da máxima natural: “Natural é tudo aquilo que pode ser sem prejuízo de ninguém.” (RACIONAL SUPERIOR)
E, assim, sem que nos apercebêssemos, fomos implantando na Terra um sistema monstruoso contra a própria vida e que não tem volta, a não ser o abandono, pouco a pouco, desse sistema em favor do sistema natural da Natureza.
E onde esse sistema, com toda a estrutura verdadeira natural e benfeitora de tudo e de todos, com todas as mecânicas verdadeiras, corretas, suas correlações e âmbitos de ação e como aplicá-las?
Tudo isso se encontra na própria Natureza. Mas, como todos estamos desconectados da parte natural dela, é preciso que haja essa conexão para, através dela, ter acesso a todas essas informações de Supremo Conhecimento.
E como conectar-se à parte natural da Natureza? Através do desenvolvimento do raciocínio, representado pela Glândula Pineal em nossa cabeça. O raciocínio é o elo de ligação do ser humano à parte natural da Natureza que, por sua vez, está ligada à ORIGEM de tudo e de todos, RAZÃO DA VIDA, que é RACIONAL, ou seja, pureza absoluta.
E como desenvolver o raciocínio? Estudando a cultura natural da Natureza, que é a cultura que desenvolve o raciocínio, a Cultura Racional, dos Livros Universo em Desencanto.
Resumindo: a fase do pensamento terminou em 1935, e a Natureza mudou para a fase do desenvolvimento do raciocínio, não alimentando mais nada da fase anterior – do pensamento. Mas, como tudo ocorre primeiro no campo invisível para depois se materializar na Terra, somente depois que se materializa é que os viventes percebem.
Portanto, muita atenção: este mundo encantado, com seus recheios ilusórios de fantasias e ilusões, providenciados pelo magnetismo, já teve fim e não mais existe no invisível, somente no visível, ficando então sem qualquer garantia da Natureza. Não tem mais, esse mundo encantado, artificial, correspondente algum em plano algum: não tem mais protetores nem guias e, por isso, está em LIQUIDAÇÃO.
Garantia, proteção e orientação somente existe agora dentro da nova fase da Natureza, a Fase Racional do Terceiro Milênio, fase essa que já teve início e que começa a ser construída por uma minoria que, por desprendimento maior material, foram os primitivos a conhecer e iniciar o desenvolvimento do seu raciocínio.
Essa a razão de lhes dizer, não como profecia, mas, cenarizando o futuro óbvio decorrente do acima relatado, que muita destruição pelos quatro cantos do mundo ainda vai acontecer, até que todos passem para a Fase Racional, que é o que nossa Mãe Natureza está exigindo de todos. Sim, exigindo, pois, ou passa para a Fase Racional ou é destruído pela parte negativa da Mãe Natureza, entra em liquidação moral, física e financeira.
E quem não quiser levar isso em consideração (a vontade é livre), pagará um preço por demais alto.
Você quer pagar para ver? Bem, sua vida, a você pertence o encaminhamento dela. E é por causa disso que ninguém, ninguém mesmo, é culpado do sofrimento de ninguém.
Pesquisem tudo isso nos Livros Universo em Desencanto, enquanto há tempo, para entender e compreender a causa de TANTOS TOMBOS: TUDO DESABANDO, TUDO FALINDO!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

TUDO QUE TEM PRINCÍPIO TEM FIM


(Prof. Porfírio J. Neves)
Eis uma grande verdade que todos devem considerar no dia a dia da vida prática! Como quem diz: “não há bem que sempre dure, nem mal que não se acabe”. Esta é a base para entendermos que neste mundo, nesta vida, tudo é provisório, tudo é passageiro. Tudo que tem princípio tem fim.

Então, onde reside a essência da Eternidade? Será que existe uma “Eternidade” onde nada tenha princípio e por isso nunca se acaba? Como podemos conceber algo que nunca começou e, portanto, nunca acabará?

É a mesma coisa que dizer que nada foi criado. Tudo sempre existiu, sem princípio e sem fim. A Eternidade é a mesma coisa que dizer incriado, nada se cria.

Deus é incriado! Os espíritos, como asseguram várias doutrinas espirituais, também são incriados. Portanto, a vida eterna é incriada também! Em resumo, o Mundo Racional é incriado.

Isto quer dizer Eternidade! Tudo sempre existiu e sempre existirá! Esta é a própria essência do Mundo Racional, de onde todos vieram e para onde todos vão.

A lógica da vida, neste mundo, também consagra este conceito da incriação. Nada se cria tudo se copia. O que chamamos de criação, nada mais é que uma transformação de algo que já existia. Nada se cria tudo se transforma.

Como então, algo que era eterno, passou a ter princípio e fim? Aí entra um conceito de progresso. O Racional Superior nos esclarece que no Mundo Racional existe o progresso de pureza dos habitantes puros, limpos e perfeitos, corpos de vida eterna, de massa cósmica pura, limpa e perfeita, corpos ovais, pequenos, mas de bom tamanho. Esta é a expressão que Ele nos relata no livro da Cultura Racional.

(*H-228 p-80) “Os corpos, no Mundo Racional, são de energia de massa cósmica pura, limpa e perfeita. São corpos completamente diferentes desses da deformação, desses corpos de bichos. São completamente diferentes. São de porte pequeno, não muito grande, e de energia, de massa cósmica pura, limpa e perfeita. Não são grandes, como esses corpos de bichos, dos bichos racionais. São corpos completamente diferentes, de energia, de massa cósmica pura, limpa e perfeita. E são eternos, porque são puros, limpos e perfeitos”.

Então, este é o conceito de eternidade que nos faz entender o Racional Superior: puros, limpos e perfeitos com seu progresso de pureza. Note bem: os corpos e o progresso destes corpos – RACIONAL QUER DIZER PUREZA. Esta é a essência da palavra RACIONAL! PUREZA!

O mundo onde tudo que tem princípio tem fim é o mundo originado e criado por um progresso indevido, um progresso fora dos limites. E, por passar dos limites, extrapolou a condição necessária da estabilidade natural; é como dizer que o progresso fora dos limites, que é um abuso, nunca trouxe bons resultados.

Assim é que o Racional Superior esclarece toda humanidade que a existência deste mundo é uma Deformação Racional, por ser um mundo onde o progresso deixou de ser pureza, limpeza e perfeição. Passou a ser progresso de uma deformação. É isso que quer dizer Deformação Racional – progresso além dos limites naturais.

Tudo que progride além dos limites naturais se deforma. Isto é muito claro, até mesmo nesta vida de matéria. E existe aí uma infinidade de exemplos que cada um se esclarece como pode e conhece. Eis a verdade: tudo que progride fora dos limites naturais entra em processo de deformação, porque ultrapassa os limites do bom senso e da capacidade natural. É assim nos nossos corpos; é assim na nossa vida; é assim nas nossas organizações sociais e meios de vida; é assim em todo o mundo.

Eis o principio que ocasionou que tudo que tem princípio tem fim. Tudo que tem princípio tem fim é porque passou de um progresso dentro dos limites para um progresso fora dos limites. Esta é a base que nos faz compreender que a Eternidade fora dos limites deixa de ser Eternidade, aparentemente, e assume um estado de deformação, ou estado de extinção, onde tudo se transforma de uma forma para outra.

E, no se transformar de uma forma para outra, aí está: tudo que tem princípio tem fim. Todas as formas que se criam dentro de uma Deformação Racional, quer dizer, onde tudo está progredindo fora dos limites, tudo manifesta a tendência natural de voltar aos seus próprios limites.

Assim, podemos conceber que a Eternidade não terminou! A pureza não terminou! Eternidade terminar seria um contra senso. A Eternidade ficou em estado de deformação. Mas, foi apenas uma parte do Mundo Racional, muito pequena, que ficou fora dos limites naturais. E isto se deu por conta de uns tantos habitantes do Mundo Racional. Como isto tudo se deu está esclarecido na leitura do livro Universo em Desencanto.

Esta é a justificativa Racional, com base e com lógica, que nos prova que nada foi criado, tudo vem sendo transformado. E quando as transformações se dão dentro de um progresso além dos limites, estas transformações têm princípio e têm fim. São transformações provisórias. É por isso que se diz que nesta vida tudo é passageiro.

Dentro dos limites naturais, não há princípio nem fim a ser considerado, porque nada se deforma. Esta pode ser uma maneira de entendermos o que é progresso de pureza. Progresso dentro dos limites naturais.

Naturalmente, o progresso de pureza não pode ser experimentado dentro da vida da matéria, pois a vida da matéria é uma deformação de origem Racional; a matéria é de origem da eternidade, porém a matéria não é eterna, por estar deformada. A matéria está em eterna transformação, até voltar ao seu estado natural, dentro dos limites de progresso da pureza.

Matéria é massa de energia cósmica deformada em matéria, porque está fora dos limites. Tudo que tem princípio tem fim.

Todo este contexto, com base e com lógica cristalinas, serve para desencantar aquela concepção de que Deus é o “criador de todas as coisas”, como se nada nunca tivesse existido. Por isso o conceito de criação do mundo ficou tão deformado como deformadas são nossas idéias de seres encantados pela ignorância, com esses querubins mal formados. E por isso ficamos todos perguntando a vida inteira: de onde viemos e para onde vamos? Como viemos e como vamos? Quem somos afinal?

Todas estas perguntas atestam que a narrativa da criação não tinha e não podia ter nenhum sentido lógico, pois a lógica da existência é a transformação. O livro Universo em Desencanto esclarece o ponto chave de tudo isso: é o progresso fora dos limites de uns tantos habitantes do Mundo Racional, que veio dar conseqüência a tudo isto que aqui está parecendo não ter solução, por ter se degenerado e deformado daquilo que era.

A narrativa da criação bíblica deixa transparecer que Deus não tinha uma “exata noção” do que estava criando, porque em todos os dias da criação está escrito: “e viu Deus que isso era bom”. Ora, se viu que era bom, até parece que Ele não sabia o que Ele estava criando.

E é isso mesmo! Uns tantos habitantes do Mundo Racional, progredindo por conta própria não tinham uma exata noção do que era o sofrimento e por isso é que demos conseqüência a este mundo de tão fraco gosto, por ser o mundo dos desgostos.

Portanto, criação se aplica muito bem à forma de viver, cada qual cria sua própria maneira de viver ou de sofrer ou de morrer. Cada qual cria para si a forma de viver, mas ninguém cria massa, nem tempo, nem energia. Do ponto de vista físico, nada foi criado. Tudo, neste mundo, foi degenerado e deformado do seu estado natural de ser.

Mas, tudo que tem princípio tem fim! Inda bem! Textualmente, o Racional Superior nos esclarece:

(*H-034 p-10) “Para ver que nessa deformação Racional, de matéria, tudo que tem princípio tem fim. Por que isto? Porque não são daí deste mundo deformado. Vieram aí parar por usar a vontade, por a vontade ser livre. Entraram por um pedaço que não estava pronto para entrar em progresso, começaram a progredir por conta própria, fazendo uso da vontade, por a vontade ser livre e aí está até hoje, como Animal Racional. E fazendo uso da vontade, por a vontade ser livre, como deseja fazer”.

Então, verifiquem que existe uma vontade, que é a verdadeira origem do abuso, da transgressão dos limites. E por isso o mundo é conseqüência dos seus próprios habitantes, ao contrário do que muitos ainda pensam que este mundo é manifestação da vontade divina. Este mundo não existe pela vontade divina, mas tão somente pela vontade de seus próprios habitantes.

A este respeito, o Universo em Desencanto é muito claro, a vontade divina está na ressurreição de toda a humanidade, nunca na criação desta humanidade sofredora e mortal. A vontade divina é que todos voltem, o quanto antes ao seu estado natural. A vontade divina não poderia nunca ser a de expor seus filhos ao sofrimento, como diz o testamento: “-E viu Deus que isso era bom”! Como assim? Dar princípio a uma coisa que vai ter fim? Isso é bom? Dar princípio a uma coisa provisória? Um puro, limpo e perfeito não cria coisas provisórias, cria coisas eternas.

É por estas razões mal apresentadas que o Racional Superior apresenta o histórico da verdadeira origem da humanidade, para toda a humanidade que quer se conhecer, no livro Universo em Desencanto.

E quando passa a conhecer, aí vai encontrar a real situação a que se submeteu.

(*H-033 p-73) “E quando chega a clarividência da Luz Divina Verdadeira é que os olhos se abrem e vê as trevas a que estava submetido e vê a LUZ lhe arrancar das trevas”.

Assim, cada um de nós passa a adotar a verdadeira ação e o verdadeiro julgamento da vida, como nos confirma o Racional Superior, neste julgamento de quem passa a se conhecer, quando passa a entender que o mundo é conseqüência de seus próprios habitantes.

(*H-034 p-11) “E de forma que não tem que se queixar a ninguém, a não ser a si mesmos, que são os causadores dessa deformação. Mas, por não conhecerem a verdadeira origem e a causa de assim serem, julgavam e pensavam que este mundo deformado tivesse algum arquiteto que arquitetasse esse mundo desta forma. Nunca teve! Os arquitetos são todos que aí estão fazendo uso da vontade, por a vontade ser livre”.

Meu amigo, minha amiga! Se este nível de esclarecimento não for suficiente para fazer de você um garimpeiro da verdade, então lhe resta apenas a desilusão fatal dos momentos que você nunca quer que aconteçam, mas eles acontecem: que é a morte e o sofrimento dos nossos entes queridos, porque tudo que tem princípio tem fim, dentro deste mundo encantado.

No mundo do desencanto, Mundo Racional, progresso dentro dos limites, tudo é eterno e é terna a alegria de vivermos com esta Luz Racional nos iluminando, pelo desenvolvimento do Raciocínio, na simples leitura, porém atenta, do livro Universo em Desencanto. É assim que podemos passar a viver no Mundo Racional.

(*) H = Livros dos Históricos de Universo em Desencanto
www.culturaracional.com.br
www.programaavozracional.com.br

O CORPO DE MATÉRIA É UMA MÁQUINA DE VIDA


(Prof. Porfirio J. Neves)
Uma das especialidades que estão relatadas no livro Universo em Desencanto é nos fazer compreender este corpo de matéria nas suas essências, na sua construção e funcionamento e principalmente na finalidade de existir um corpo desta forma.

Digo especialidade porque o Racional Superior dá uma atenção especial a este aspecto da nossa existência que é o corpo de matéria.

Quanto à origem e finalidade, quando iniciamos a leitura Racional do livro, percebemos uma forte e incisiva atenção ao valor da matéria, que é nada. O valor da matéria é nada porque a matéria surgiu do nada e por isso o valor da matéria é nada. E assim, tudo que é de matéria termina em nada.

Não adianta nada querer se basear na matéria, pois ela já nasce com sua sentença de extermínio. Isto é uma sabatina diária para o nosso aprimoramento cultural, com o justo propósito de valorização das coisas eternas em detrimento das coisas transitórias. Primeiro em cima, depois o necessário em baixo. Essencialmente, o necessário, para quem deseja ter uma vida equilibrada relativa às suas possibilidades naturais.

Porém, existe um valor transitório pelo qual toda a humanidade ainda está passando, que é o zelo que se deve ter com este nosso corpo de matéria, porque mesmo sendo emprestado e provisório, é o melhor que temos, no momento. E todo o respeito à vida é pouco para quem quer se conhecer e se desenvolver no rumo certo da verdadeira humanidade.

Agora, vejamos: para quem habitava num mundo de pureza, limpeza e perfeição, na eternidade, com um corpo eterno de energia de massa cósmica pura, limpa e perfeita, este corpo de matéria, provisório e transitório, é no mínimo de um ridículo sem par.

Mas compreendam, mais uma vez, o corpo não é a vida, o corpo é para manifestar a vida! E por isso o corpo de matéria se acaba, mas a vida não! A vida continua. O corpo acaba por ser de matéria, mas a vida continua.

É como se lê no primeiro volume do Universo em Desencanto: “Sentem o perfume, que é o fluido, mas não vêem o fluido do perfume. O cheiro é a conseqüência do perfume. Vêem o perfume, mas o cheiro não e de tudo enfim.”

Perceberam que a palavra perfume foi empregada com dois sentidos? O perfume que é o fluido ou cheiro, e que ninguém vê, e o perfume que todos vêem que é o corpo do perfume.

Assim é que o Racional Superior começa a chamar a nossa atenção para a essência do corpo de matéria que é a parte fluídica do nosso corpo como é o cheiro de um bom perfume. No corpo do perfume, que você vê, está a essência do perfume, ou cheiro, que ninguém vê, mas sente.

Muitos julgam que esta essência do corpo seja um espírito que está encarnado. Não é espírito, é a essência do corpo. Alguém diz que o cheiro está encarnado no perfume? Certamente que não! O cheiro é a essência do perfume, e assim é tudo. Tudo tem a sua parte fluídica.

Desta forma, passamos a ver o corpo de matéria como sendo simplesmente uma máquina de vida ou, um mecanismo provisório onde a vida se manifesta. Notem que a essência de um perfume veio de outro corpo. E assim é a vida, vai mudando de corpo, mas é sempre a mesma.

Podemos comparar o corpo de matéria com um carro onde o motorista representa a vida, pois sem motorista o carro não anda. O carro é provisório e, por isso, o motorista troca de carro quando a máquina acaba. O corpo acaba, mas a vida continua. O carro acaba, mas o motorista continua.

Aquilo que chamávamos de morte, portanto, nada mais é que um carro que ficou gasto pelo tempo de uso e que o motorista vai passar a usar outro carro.

Naturalmente, quando a vida troca de um corpo de matéria para outro corpo não é tão simples assim como trocar de carro, mas vale a comparação, para nos certificar que não existe morte e que muito menos existe essa coisa de espírito encarnando e desencarnando no corpo de ninguém. Espírito é outro corpo de vida! É outra categoria de vida, com a sua respectiva essência, porque assim é tudo.

O motorista troca de carro; o carro vai para a sucata; porém, as multas quem paga é o motorista. Assim é a essência do nosso corpo: o corpo se acaba, pelas transformações, mas as dívidas permanecem nesta essência, que é a vida, ou o motorista do carro.

Nas próximas viagens, ou nos próximos corpos, esta essência será ou não modificada, conforme as experiências que serão vividas, boas ou más. É como um motorista que vai ficando cheio de multas que chega uma hora não consegue mais pagar e só tem um remédio: é parar de cometer infrações ou perder o carro e ter de andar de bicicleta.

Assim é a vida: cheia de aprendizados conforme vamos dirigindo “este carro” pela estrada. O motorista que não faz a manutenção do carro e ainda por cima anda na estrada incerta nunca chega ao destino de forma natural. Sofre um acidente na estrada e acaba chegando ao destino dentro de um rabecão. O carro dele pifou aí vem o outro carro para levar esse motorista: o rabecão. Assim como um motorista muda de carro, a vida muda de corpo, por estar deformada. Uns fazem isso da forma mais trágica, outros fazem isso de uma forma bem simples e natural.

Reparem bem que andar na estrada depende das duas coisas: do motorista e do carro, ou da manutenção do carro. Depende da vida e das condições do corpo de matéria.

O carro pode estar bom, mas, se o motorista está bêbado, a coisa não anda certo.

O motorista bêbado corresponde a que a essência do corpo, que é a vida, está inebriada, está iludida, está encantada, está sonhando. É por isso que advertimos a todos: viver encantado, sem se conhecer, é pior que motorista bêbado dirigindo na estrada, andando na contra mão.

Em outra situação, o motorista está sóbrio, tem boa experiência é bem comportado, porém, por um descuido não fez a manutenção adequada no carro e acaba sofrendo acidente também. Lá vai o motorista pegar o rabecão.

A situação ideal, a melhor forma de viver, certamente é quando o motorista e o carro estão dentro dos conformes e aí tudo dá certo, naturalmente. Este sonho nos é permitido, porque é positivo!

Quando a gente vê um carro andando torto na estrada, podemos avaliar que um ou outro, ou o carro ou o motorista, não estão bem. Se os dois estiverem ruim aí sai de perto!

Assim é olhar para as pessoas. O comportamento do veiculo na estrada pode revelar como é a vida que está nesse veiculo. Mas aí entram as aparências e aparências não são verdades.

A grande maioria da humanidade, assim como a grande maioria dos carros, não vive colidindo. As colisões representam um número muito pequeno, convenhamos. Mas, tudo isso é aparência, tudo isso é transitório. Muitos motoristas fazem suas barbeiragens e nada lhes acontece, aparentemente. É a maioria das situações na nossa vida; são as imprudências que todos nós cometemos no dia a dia e que servem, quando o motorista está bem intencionado na estrada da vida, para nos realimentar o bom procedimento. É assim que vamos evoluindo e nos acertando. E quando assim não funciona aí vem o puxão de orelhas – um acidente grave e lá vai o motorista pegar o rabecão.

O rabecão é o carro que leva o motorista na última viagem, mas a vida continua. Para quem entende do assunto, rabecão também pode ser visto como sendo o sistema de cobranças feito pela Natureza para cobrar as dívidas de cada um.

Pelo que podemos perceber hoje, com a cultura do terceiro milênio, a Cultura Racional, a vida acompanha o desmanche desta máquina e continua para organizar uma nova máquina mais aprimorada, se possível, como se fosse um novo modelo de carro mais avançado.

Este é o real sentido das transformações dos corpos de vida. O corpo sofre desgastes e por isso vai para o desmanche quando não pode mais continuar levando o motorista que é a vida. E aí vêm as renovações.

Chamamos isso de morte, mas não é morte. O carro vai para o ferro velho, mas o motorista não! A vida, que é o motorista do carro, fica “acompanhando” o desmanche e a renovação desse carro. Acompanhando o desmanche é no sentido das relações de causa e efeito, da vinculação causal. Este “acompanhando” não se refere a esta consciência aparente que pensamos ter.

Aí entra o conceito importante das dívidas adquiridas ou dívidas pagas, igual às multas adquiridas pelo motorista. As multas são aplicadas no carro, mas quem paga é o motorista.

Se ele adquiriu muitas dívidas, quer dizer, está cheio de multas, vai sobrar poucos recursos para a reforma do carro e aí vai nascer em outro corpo meio que deficitário e na nova vida vem em classe inferior, conforme as dívidas adquiridas.

Essa é a lógica da vida. Motorista que comete muitas infrações acaba tendo menos condições de manter o carro por causa das multas e vai ficando cada vez mais impossibilitado de viver em harmonia, porque vai ficando com menos recursos e cada vez mais difícil de recuperar.

Porém, a estrada da vida, na Fase Racional, já está pronta para receber todos de volta ao seu estado natural, porque os dois lados da vida já estão unidos em um só – os dois mundos em um só.

Ao pegar no livro Universo em Desencanto, com o real sentido que lhe deve ser dado, o vivente encontra descortinado todo o seu passado e vislumbra todo o seu futuro e encontra o mais importante de ordem prática, que é uma verdadeira pechincha, para renegociar as dívidas adquiridas ao longo da estrada da vida. É o dever de fazer propaganda deste Conhecimento e a colaboração com o Mundo Racional na propagação do Conhecimento.

É assim que se pagam as dívidas da vida e se adquire um carro novo em classe superior de vida, como um Aparelho Racional, “último modelo”, e não mais com este corpo de bicho do chão.

Por isso, cada qual cuida de si, lendo o livro Universo em Desencanto em seu lar e pegando esta “carona Racional” rumo ao nosso Mundo de Origem, deixando para trás estas máquinas antiquadas que são os corpos de matéria para viver em essência num corpo eterno de vida. Tudo isto pelo desenvolvimento do Raciocínio, pelo aperfeiçoamento do motorista.

A Cultura Racional é como um curso de reciclagem dos viventes para reaprender a dirigir e fazer manutenção nos seus carros de matéria. Tem que reaprender tudo de novo e cuidar para não ser multado. Ler e reler e divulgar. Obediência, persistência e paciência. E assim é tudo!

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