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sexta-feira, 13 de março de 2015

FONTE BENDITA RACIONAL – parte 2


(RACIONAL SUPERIOR)
Agora, se o vivente tem certeza, sabe e conhece que aí está condenado a sofrer, e depois de sofrer, a morrer, e sabendo como pode se livrar dessa condenação, dessa desgraça, não pode continuar a adotar a mesma ruína. Quem assim procede é doido ou não regula mais e pensa que regula. Vê que, diante destes esclarecimentos, é um vivente que não quer o bem de si mesmo; parece que quer, mas não quer; e por não querer se preocupar com as coisas boas, com as coisas que lhe produzem o bem, com as coisas que o salvam do mal eternamente, é que tem estes elementos nas mãos e não lhes dá importância. Diz que está procurando o bem, e com ele nas mãos. Vivente assim está maluco, é um cego, um confuso; enfim, não tem qualificação.
Os viventes que erram sem saber, é uma coisa; mas, os que erram sabendo, com consciência, erram porque querem errar. Os que não sabem ainda têm perdão, mas os que erram sabendo, consciência, não têm.
Com o tempo, todos serão imunizados; mas os que podem ser agora, não devem dar uma volta tão cumprida, se a vida é tão curta. Têm agora em mãos a salvação eterna de si mesmos, se não lhe dão importância é porque querem morrer e nascer aí nesse mundo novamente, para conhecerem o que conhecem agora, saberem o que estão sabendo agora; podendo conhecer ou não, porque podem nascer e não se criar, morrerem, tornarem a nascer e não se criar; enfim, depois de terem a salvação em mãos, descuidarem-se com a preocupação só em bobagens, e o resultado é o sofrimento cada vez maior. Deixam de viver como um sabido, por terem o saber nas mãos, para viverem como uns bobos alegres, como animais que não se compenetram de coisa alguma; a dar cabeçadas, depois de terem a salvação eterna de si mesmos em suas próprias mãos. Quem assim procede, é um anormal, um doente a quem não interessa a própria cura. O vivente, quando se interessa em sua cura, faz por onde, principalmente quando não depende de sacrifícios, quando têm nas mãos a sua salvação dada pelo saber desta escrituração.
Para esses, Eu faço esta simples comparação: como é que o vivente quer ser doutor sem estudar para conhecer o que é medicina? Que é uma coisa que não salva ninguém, remedeia quando pode; é uma coisa com valor aparente. Como é que o vivente quer alcançar a salvação de si mesmo, se ela está na imunização e para ele se imunizar é preciso conhecer esta obra e ele não leu? Não dispensa a ela o tempo necessário para absorver todo o seu conhecimento e em pouco tempo estar de posse de todo esclarecimento do que é Imunização Racional.
Esse mundo é assim mesmo! Uns procurando a salvação sem saberem onde ela está; e outros com ela nas mãos sem lhe dar importância, jogando-a para um canto, para se preocuparem com coisas de maus resultados. Estes não querem ter bons resultados na vida, pois têm o bem em mãos e não se interessam por ele, interessam-se apenas pelo mal e o bem fica jogado para um canto, para quando tiverem tempo. São viventes que demonstram ter muito juízo, mas são uns verdadeiros candidatos ao manicômio. Aparentam serem muito bons, mas de bons nada têm. São maus para si mesmos, e por isso só procuram o mal. Se fossem bons como dizem ser, só procurariam o bem, quanto mais não fosse, o bem de si mesmos.
Existem viventes que têm vida, mas somente vegetam, e quem vegeta, nem a si mesmo compreende, fica perguntando para consigo: “Eu não sei o que quero!”
Trabalha, porque tem que trabalhar para viver, em caso contrário, nem isso faria. E assim, está aí em mãos de todos o conhecimento de salvação eterna. Um bom princípio para firmar quem quer que seja, e com a continuação da escrituração, ficar completo e recompleto de tudo para deixar de reclamar tanto dessa vida, que não é a verdadeira vida. Por não ser a verdadeira vida, é que todos nascem somente para sofrer e depois que chegam à compreensão da vida, reclamam a forma de viver, porque ninguém está satisfeito com essa vida. Sofrem! Quando não é de um jeito, é de outro. Todos sofrem! Depois de tanto sofrimento, de tanta luta, de tanta agonia, qual é o prêmio? É a condenação à morte: às vezes de formas bem horríveis, angustiosas, torturantes e monstruosas.
Eis porque não devem se descuidar da salvação eterna, depois de tê-la em mãos. Só não a aproveitará quem for doente, maluco ou bobo, que não sabe o que quer. Só um vivente assim, é que nada compreende, e por nada compreender, nada quer. Porque, compreendendo, como não vai querer a sua salvação eterna? É só saber onde ela está para segurá-la de unhas e dentes.

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