sexta-feira, 17 de julho de 2009

O CONCEITO RACIONAL - 1ª PARTE

Vejamos o que preconiza o Postulado Racional a respeito de conceitos, terminologias e nomenclaturas utilizadas no universo de discurso da CULTURA RACIONAL.
Em seu 1º Volume da Tréplica, 5ª Lição, o RACIONAL SUPERIOR deixa claro que, sendo RACIONAL a Razão da vida, sendo RACIONAL a Razão do Mundo, sendo RACIONAL a razão de tudo que existe neste Mundo; então, como querer subordinar o conceito advindo da Fonte Suprema RACIONAL ao do Ser RACIONAL decaído em matéria, nesta nossa condição de Animal que teve origem RACIONAL e nem sabia disso?!

Todo RACIONAL circunscrito a este Plano da Existência que é uma Deformação RACIONAL em Transformações ▬ e esse é o caso de: todo Ser Humano, de todo Ser Espiritual, bem como de todos os Seres do Campo de Luz e Força Cósmica, Elétrico e magnético ▬ padecendo de um flagrante estado de coma consciencial RACIONAL; então, como pode querer ditar regras ao conteúdo da verdade das verdades que a Razão Suprema instituiu?!

Ora, evitemos colocar o carro adiante dos bois.

Pois, tudo é RACIONAL e nesses dois teores:
RACIONAL puro, limpo e perfeito;
E Racional deformado.
RACIONAL é a razão da vida. RACIONAL é a origem verdadeira da vida. Então, tudo que se relacione com a vida, tudo é RACIONAL, embora degenerado da forma que era.
De forma que, por ser o verdadeiro referencial da origem desta Deformação Universal Racional e de seus Seres de Animais Racionais, é que prevalece, acima de tudo e de todos: O CONCEITO RACIONAL, como o conceito dos conceitos.

Mas, de quando em vez, surgem os críticos que ainda não tiveram oportunidade de ler todo o conteúdo de CULTURA RACIONAL contido nos 1.006 volumes do Livro: “Universo em Desencanto” e mesmo assim, aventuram-se a adiantar suas opiniões, sobre o que, de fato, não conhecem a fundo. E, quem fala do que não conhece, não sabe (a fundo) o que diz. Não sabendo o que diz, ao expor-se, emitindo pareceres sobre aquilo de que tem conhecimento superficial, se contradiz.

Afinal, um dos protagonistas centrais do longo histórico dessa grandiosa Obra de Cosmogonia, é justamente todo aquele ou aquela que é uma vida transformada do seu Verdadeiro Ser, e que desconhece o seu Ser real e sequer sabe defini-lo.

Sim, Seres deformados. E todo Ser que é uma deformação Racional em transformações não conhece e nem sabe o que é pureza.

Diz o RACIONAL SUPERIOR em seu 14º volume da Réplica, na 5ª lição (ou mensagem) que o Animal Racional não conhece a origem desta Deformação e Degeneração que teve origem RACIONAL. Mas, julgava que conhecia aquilo que a inconsciência não podia registrar e que, de verdade, o Animal não soube como foi feito.

Diz também o RACIONAL SUPERIOR em seu 8º volume da Tréplica, na 1ª lição (ou mensagem) que a mania do Animal é pensar que sabe tudo e o principal, que é saber o porquê que é um Animal Racional, não sabe. (...) Não se conhece. (...) Não sabe responder o porquê é Animal e não sabe responder o porquê é Racional. (...) Nunca descobriu a sua origem (...) sabe que é Racional, mas não sabe o porquê que é Racional. Então, o saber do Animal é um saber muito resumido, menos significante e por isso, está aí pertencendo ao reino animal, sem saber por que é que pertence ao reino animal.

Afirma o RACIONAL SUPERIOR que: somos ou cada qual é um Racional com forma de Animal. Cada qual de nós é um Racional inferior porque estamos constituídos como uma vida transformada de nosso verdadeiro Ser. Como já foi assinalado pelo professor Porfírio, vivíamos desconhecidos de que somos, cada qual de nós, não se percebia como um indivíduo que é uma conseqüência de seu próprio arbítrio. Cada qual, o causador da existência de si mesmo neste conjunto universal perecível.

Mas, os que ainda vivem sem se conhecer nos conteúdos de Cultura Racional, muitas vezes, tomando por base as dogmáticas do Artifício e, pelo Saber Artificial de que está certificado, propõe-se a emitir pareceres sobre uma coisa que não viu fazer. Não viu o início da existência deste Mundo que habita como foi que se deu e não viu, lá no primitivo início da formação do Ser Humano, de que ingredientes e circunstâncias houve a partida.

E, na hora de serem dadas as provas autênticas da realidade, e provas de que a mente conhece a sua verdadeira semente e de que sabe qual foi o ediogroma (ou fôrma) em que foi formada, para que se configurasse a gênese verdadeira da origem do Mundo e sua Criação, nessa hora, nada!

Ora, era e é impossível (via tentativas artificiais) serem apresentadas provas de que, alguma dessas tantas versões existentes sobre a origem do Mundo, seja aquela que realmente corresponda à verdadeira gênese. Posto que, o início da existência de tudo isto se deu por circunstâncias naturais da Natureza dos Seres que lançaram mão do livre arbítrio e introduziram-se por uma parte do Mundo Racional que não estava pronta para entrar em progresso. E depois que se deformaram com forma de Animal, ficaram em crônico estado de coma consciencial.

A Cultura Racional nos assevera também que, até hoje ▬ sem um Conhecimento Racional de sua própria realidade ▬ todos na humanidade estiveram por discernir o que era a semente líquida com as dimensões de um nada, da qual surgimos como existências de vida fictícia, realidade ilusória, provisória, aparente, nessa classe de sofredores e mortais. Conhecimento Racional (fique bem entendido), proveniente única e exclusivamente do verdadeiro Mundo de origem da humanidade, o Mundo Racional e não, de alguma outra qualquer proveniência.

E isto significa que, somente a origem pode se apresentar ao Ser que é de sua origem e lhe dizer: ▬ “Aqui está a tua origem.”. E também, não é nada disso de chamarmos os Habitantes do Mundo Racional de “alienígenas ou extraterrenos” e sim, nós é que somos os Seres externos ao Mundo dos Eternos. O êxodo foi nosso e não, de nossos irmãos do Mundo Racional, onde aconteceu a originalidade de nossa vida. Além do quê, não fomos expulsos do Paraíso.

Para que acontecesse a verdadeira origem deste Mundo Universal Deformado e sua criação, plantel ou rebanho, tudo isto surgiu Racionalmente e, portanto, naturalmente. E não, artificialmente; em hipótese alguma. Demos livre expansão à vontade, sem limite.

De forma que, se este Plano da Existência deformada, se tratasse de uma deformação que tivesse tido alguma origem qualquer; então, vá lá que um Ser qualquer, indiscriminadamente considerado, pudesse pensar e apresentar uma fórmula qualquer para endireitar o Mundo e consertar a vida.

Mas, como é lógico e notório, este Conjunto Universal em transformações trata-se de um Plano da Existência Deformada que teve origem Racional e nem uma outra origem diferente dessa, teve não. A origem é uma só, é Racional. A verdade, portanto, tem necessariamente que ser uma só; não existem duas verdades, muito menos uma infinidade de verdades acerca da solução da vida, definida e definitiva. Entenda-se a verdade aqui, como a razão certa das coisas serem o que são.

Seria, portanto, uma flagrante contradição desse Postulado Racional, se quisesse apoiar-se em premissas científicas e filosóficas para justificar suas asseverações; posto que, o próprio Conhecimento de Cultura Racional estipula que a razão da vida é Racional. Tudo isso, deste Universo perecível se resume na junção dos elementos desses dois conjuntos:
Uma Planície Racional que está transformada da forma do seu verdadeiro Ser;
E uma infinidade de Habitantes do Mundo Racional, todos também transformados da forma do seu verdadeiro Ser.



Este aqui, só se tornou um Cosmo Artificial e Deformado muito e muito depois de completada a sua deformação, depois de infinidade de transformações. Só muito tempo mesmo, depois do abandono do Alfabeto de Astrologia e da extinção daquelas civilizações que o abandonaram. Isso se deu em trasmontanas eras idas, nas regiões onde hoje estão os 21 Países do Oriente Médio, na Jordânia.

De forma que com o desenvolvimento do pensamento, todos acabaram sabendo que eram Animais Racionais: Animais superiores aos irracionais. Mas, cadê que soubessem o porquê que todos aqui estavam nessa classe de Animais Racionais, livres pensadores, vagos sofredores e mortais. Não, nada de verdade sabiam sobre o seu Ser, de Racional inferior; com forma de animal.

E, por nada de verdade saberem sobre o seu Ser, muitos julgavam e pensavam que nunca poderia ser esclarecida a verdadeira situação de serem. É que o Animal Racional não sabe o porquê existe. Tem vida e não sabe o porquê da vida. Pensa que sabe. Julga e pensa ser o que não é. E, o que não é não existe. E, quem pensa que é o que não existe nada é. Pois, não existe o que julga ser. Mas, alimenta uma sua superstição que tem. Quer dar satisfação ao Ser imaginário, existente somente em sua imaginação variante. Haja desperdiçar recursos sem conta com um Ente de Razão que, da realidade, não.

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