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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

NA ESSÊNCIA TUDO ESTÁ! NA MATÉRIA, NADA ESTÁ.


Todos gostam de perfume.
Um mesmo perfume pode estar guardado em frascos diferentes: de várias formas, de várias cores, de vários tamanhos. Mas, essas diferenças todas dos frascos, portadores do perfume, não têm domínio algum sobre o perfume, que é o mesmo em todos os frascos.
Os frascos são a parte bruta, transitória, porque com o tempo se acabam – a parte visível.
O perfume é a parte comum, eterna, a parte invisível.
Mas, por muitos viverem apegados às aparências, brigam uns com os outros por causa dos frascos, querendo cada qual dizer que o seu frasco seja o melhor, seja o direito, seja o certo. E daí, para convencer aos demais que seu frasco é o melhor, procura adorná-lo e modificá-lo cada vez mais. E é nesse desenrolar da valorização das aparências, que se apegam no transitório, de tal forma, que se esquecem do perfume.
É o que vem acontecendo há muito com a humanidade: apegou-se às aparências e se esqueceu da ESSÊNCIA da vida.
Nas aparências estão as lutas e as confusões, para valorizar cada vez mais as formas, as idéias, os planos para manter cada qual a aparência que abraça e defende, perdendo com isso o sentido da vida, que é a ESSÊNCIA, o perfume da vida.
Quem são os frascos aqui, que representam as aparências?
São tudo que o ser humano criou e forjou para manter as aparências: filosofias, crenças, doutrinas, dogmas, ciências, religiões, seitas, políticas etc., por desconhecimento absoluto da essência.
Nem vendo que tudo na matéria se transforma para pior, nem vendo que tudo na matéria tem princípio e tem fim, nem vendo que tudo na matéria envelhece cada vez mais, nem vendo que o mundo de matéria está cada dia mais conturbado e cheio de monstruosidades, nem vendo o desequilíbrio constante dos seres humanos, nem vendo tantas adversidades naturais da natureza (enchentes, vulcões, tufões, furacões, maremotos etc.), nem vendo a infinidade de doenças terríveis, curáveis e incuráveis, nem vendo as conseqüências do progresso das aparências, o progresso artificial, causando a poluição generalizada e o enfraquecimento de tudo e de todos; o animal RACIONAL, nem vendo tudo isso, conseguiu se conscientizar, de que ele está fora do seu natural, olhando para baixo, para a matéria, para as aparências, valorizando como TUDO o que nada é: a matéria.
A matéria é simplesmente um frasco que contém o perfume que é a essência. Para que então desenvolver a matéria? Sempre que se desenvolve a matéria, nada se faz, perde-se tempo e distancia-se da essência. O desenvolvimento da matéria, então, deva de ser o mínimo necessário para a sobrevivência.
E, assim, foi o que aconteceu com a humanidade, que se perdeu na matéria, por não saber amar: SEMPRE AMANDO A MATÉRIA, quando deveria ter SEMPRE AMADO A ESSÊNCIA. Quem ama a matéria não está amando coisa alguma, está é se apaixonando pela matéria. E paixão é coisa do chão, exatamente o oposto do AMOR.
Portanto: cupidos traidores!
E, assim, haja a inventar formas e meios novos na matéria, que nunca satisfizeram nem satisfazem ninguém (porque matéria nada é e nada dá), cada qual querendo vender melhor o seu peixe!
E essas novidades e modernidades levando a humanidade a destruir e poluir a natureza e todos os seus feitos, inclusive a própria humanidade.
É uma bola de neve monstruosa, que não tem nada na matéria que possa interromper essa evolução negativa e destruidora, porque na matéria, que é mal puro, não existe nada nem ninguém que possa interromper esse processo monstruoso, porque tudo e todos estão dominados pela essência da matéria, que é o magnetismo, mal puro. No mal jamais se encontra o bem.
Procurar o mal no bem é mesmo coisa de louco!
Portanto, o frasco é a matéria, que contém o perfume. Mas, este frasco tem a sua essência negativa, o magnetismo. E o perfume, a essência positiva verdadeiramente, não pertence ao frasco, porque não é transitória como o frasco, é eterna e, por isso, SUPERIOR.
Então, o frasco representa a matéria. Sua essência negativa é o pensamento destruidor, o pensamento magnético.
Agora, o perfume, ah, o perfume é a essência eterna, é o pensamento natural, o pensamento construtivo, é o RACIOCÍNIO.
Enquanto a humanidade continuar voltada para baixo, para a matéria, continuará sendo massacrada e escravizada pelo seu fluido negativo, o pensamento destruidor, cuja missão é a de lapidar o vivente ATÉ que ele olhe para o alto, para a essência eterna, o RACIOCÍNIO. E se a lapidação, que é o sofrimento (de várias formas, jeitos e maneiras), não for suficiente para a pessoa ACORDAR para a ESSÊNCIA ETERNA (o RACIOCÍNIO), a pessoa é liquidada moral, física e financeiramente. Que é o que estamos assistindo dia a dia no mundo inteiro e indistintamente. Liquidação: a descida para as classes inferiores da matéria, a classe de animais irracionais.
E é por isso, que não adianta desejar isso ou aquilo de bom para ninguém, para si e nem para o mundo, pois, não é o desejo de ninguém que vai melhorar e mudar o mundo para uma vida de paz, fraternidade e amor. Se desejos valessem, o mundo já seria, há milhares de anos, um verdadeiro paraíso.
Precisamos parar de sonhar, de viver iludidos (como crianças grandes), com a pança cheia de esperanças, pensando e imaginando que o ano que vem será melhor. Não, não será, enquanto todos nós estivermos pensando, ao invés de estarmos raciocinando. Enquanto estivermos apegados à matéria e valorizando todos os segmentos que criamos (para nossa própria lapidação/sofrimento) como um TUDO, a vida será cada dia mais negra e penosa.
Agora, para aqueles que humildemente estão se desligando dos frascos e se ligando no perfume, aí sim, para esses cada ano será melhor, mais florido e terão toda a proteção da natureza.
Por quê?
Porque a natureza mudou de fase, não alimenta mais o pensamento destruidor que está dentro de cada qual e que precisa ser combatido com a única força que o detém: a força do nosso RACIOCÍNIO. E essa mudança de fase é a FASE RACIONAL.
E, assim, a natureza não protege, nesta nova fase, os que estão vivendo contra ela, por continuar valorizando e utilizando o pensamento destruidor.
Mas, para olhar para cima e encontrar o RACIOCÍNIO dentro de nós, é preciso estar munido com a cultura do raciocínio, que nos dota de conhecimentos para entendimento com a essência da vida e conseqüente ligação a ela.
Para conversar com um francês, precisamos estudar e saber francês. Para entendimento com indígenas, precisamos conhecer seus modos, hábitos e costumes. E para ter entendimento com o raciocínio, precisamos estudar e conhecer e saber a cultura do raciocínio, porque a cultura que desenvolvemos, feita pelo pensamento destruidor, não nos habilita à ligação com o raciocínio. A cultura que desenvolvemos é artificial, é a cultura das aparências, uma cultura destruidora – como as provas aí estão no mundo inteiro, pelo desequilíbrio mundial generalizado e o progresso que vai a regresso. E que tudo isso foi preciso e necessário para tirar a selvageria, brutalidade e abuso do animal RACIONAL.
E qual é a cultura do raciocínio? É a Cultura Racional, trazida pelos nossos irmãos extraterrenos, sendo a cultura do mundo que deu causa a este mundo material (degenerado, deformado e poluído) em que vivemos.
A Cultura Racional não é cultura feita pela mente humana e, por isso, por ser SUPERIOR a este mundo em que vivemos, tem força para embargar a ação do pensamento magnético, que é força do chão.
Tem força para afastar todos os vícios.
Tem força para curar todas as paixões.
Tem força para colocar fim na violência.
Tem força para união de todas as raças.
Tem força para unir tudo que está dividido.
Tem força para colocar fim nas guerras.
Tem força para construir a concórdia entre todos.
Tem força, enfim, para fazer do mau o bom.
Então, por ser uma FORÇA SUPREMA, é a única força capaz de embargar este progresso destruidor que há milhões de milênios vem sendo engenhosamente feito pelo pensamento magnético, que há muito vinha governando o mundo, mas que está em liquidação, levando à liquidação todos que continuam pensando.
E, por isso, o sofrimento sempre foi o maior brilhante da vida de todos, em todos os tempos, por todos serem escravos do pensamento magnético, o fluido negativo da matéria.
Na Cultura Racional passamos a conhecer tudo sobre a origem deste mundo em que vivemos e de todos os seus feitos e como nasceu e surgiu esse pensamento magnético. Razão porque, de posse desse conhecimento, ficamos habilitados, através do desenvolvimento do raciocínio, a impedir a ação desse pensamento magnético em nossas vidas.
Quando se conhece a causa, corta-se o efeito, porque não há efeito sem causa.
Cada qual terá que proceder assim, individualmente: DESENVOLVER O SEU RACIOCÍNIO. E, assim, todos raciocinando, a humanidade ficará RACIONALIZADA e desligada dos frascos e ligada à ESSÊNCIA DA VIDA.
E não tem outro caminho. O tempo mostrará a todos o direito e a razão, que é RACIONAL, porque RACIONAL é a origem da VIDA. A origem da vida não é animal. E é por isso que somos: animal RACIONAL. Animal, o frasco. RACIONAL, a ESSÊNCIA, o perfume da vida.
E é por isso que neste final de ano a única coisa que desejo a todos é que cada qual estude a CULTURA RACIONAL, dos Livros Universo em Desencanto e desenvolva o seu raciocínio, porque o raciocínio é o dono da vida, por ser a ESSÊNCIA DA VIDA, e na ESSÊNCIA DA VIDA está o tudo da VIDA.
Então, não basta gostar do perfume. É vital se identificar com ele, porque ele é a essência, e na essência TUDO está. E na matéria, nada está.
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