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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

RELATOS SOBRE OS PODERES DO MESTRE MANOEL JACINTHO COELHO – O MESTRE DANDO PROVAS PARA UM CÉTICO

(Ubirajara Pisão)
Era muito comum caravaneiros, estudantes, colaboradores e simpatizantes da Cultura Racional, levarem amigos e parentes ao Retiro Racional – e muitas vezes à presença do Mestre Manoel, na tentativa de ajudar essas pessoas.
Um grande conferencista de Cultura Racional e amigo do Mestre levou um amigo empresário ao Retiro certa noite.
Era uma noite de alegria, todos no varandão, juntamente com os plantonistas e mais alguns visitantes, ouviam o Mestre contando os casos antigos de quando começou a Cultura Racional, sobre seus amigos de adolescência, parte de sua infância, etc.
Contava o Mestre sobre o que já fazia quando jovem e no tempo de músico, que causava espanto e admiração em todos, pois, desde criança falava com muita desenvoltura sobre o passado, sobre os movimentos sociais do presente e suas previsões do futuro, que sempre ocorriam.
Desmiuçava os fatos.
A noite silenciara, o cintilar das estrelas era apenas um brilho a mirar na direção do Varandão do Retiro, com os olhares arregalados das aves noturnas na porta de suas tocas, que ignoravam os gafanhotos suculentos próximos de seus pés, prontos para serem servidos como jantar.
Todos escutavam atentamente, até os pássaros que ficavam na varanda e cantavam à noite, se calaram.
Naquela madrugada só uma musicalidade que não precisava de acompanhamento: apenas a voz do Mestre, que transmitia toda harmonia, bem afinada, dispensando qualquer instrumento – a natureza emudecera literalmente. Nem as respirações e as batidas de nossos corações pareciam existir, só uma nota, apenas o som perfeito e majestoso roubava todo o cenário.
E de repente:
“Não acredito em nada do que o Senhor está dizendo, tudo isso é mentira!” Fala o amigo do conferencista, destruindo aquela atmosfera de paz, de harmonia inigualável.
Os curiós das gaiolas se batem, os sabiás assobiam, até as corujas dispensam o jantar e voam espantadas com a interrupção da voz Universal.
Já se podia ouvir as respirações e batidas dos corações. Tudo parecia desabar, como trovoada. Os pensamentos voltam a nos lapidar dentro desta natureza elétrica e magnética.
E o Mestre diz:
“Fulano eu vou te dar uma prova de tudo isso que eu falei!” Fala apenas isso e se cala.
O conferencista se despede e vai embora com o amigo (se eu não estou enganado morava em um apartamento em outro Estado).
Quando a pessoa que desmentiu o Mestre chega a seu apartamento, encontra o Mestre Manoel lá dentro, em pé e olhando fixamente para ele. O homem cético se espanta, sem saber direito o que falar, sem saber como o Mestre havia entrado, diz:
“Porque o Senhor não avisou que viria? Eu teria preparado uma recepção.”
E o Mestre diz:
“Fulano, eu vim para te dar uma prova, eu falei que iria te provar.”
E, então, diante do descrente, o Mestre o cumprimenta com um SALVE e vai sumindo lentamente, começando pelos pés e sobrando apenas a mão direita espalmada. E da palma da mão sai uma luz forte, lindíssima, brilhante e que depois de alguns segundos some também.
O homem fica literalmente apavorado, em pânico e começa a gritar sem parar. Não conseguia parar de gritar. Os vizinhos pensando que o mesmo tinha enlouquecido, levam o homem para o médico. Ao ser examinado, o médico diz para os vizinhos que ele não tinha nada, estava apenas com uma forte emoção, receitou um calmante leve e o liberou.
O homem voltou pouco tempo depois ao Retiro Racional, pediu desculpas ao Mestre e o fato foi narrado no Jornal Racional, TV circuito interno, que tinha no Retiro todos os domingos para o deleite de todos os presentes.
Salve todos. Ubirajara Pisão.

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