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sábado, 7 de fevereiro de 2015

A LIÇÃO DO VEGETAL


A Natureza é Mãe bondosa.
Reconhece isso quem presta atenção a Ela. Atenção aos seus ensinamentos.
E através de um simples vegetal, os ensinamentos dos caminhos a seguir para alcançar a paz, o amor, a fraternidade e a concórdia universal.
Caminhos que, na verdade, constituem um só caminho, sempre em transformações para que seja alcançada a plenitude do ser – passo a passo.
Então, tudo é amor, tudo é graça.
Vejamos.
Para chegar a florir, o vegetal parte da semente. A fase de semente – fase primária imprescindível.
Quando a semente brota, é liquidada a fase de semente. A semente tem encerrada sua fase, sua missão de semente.
A fase de semente: um amor, uma graça, onde esse amor, essa graça (que constituem o caminho único), cresceram e se transformaram num amor e graça maiores: o broto.
Quando o broto cresce e se transforma em um vegetal, é que o amor, a graça, cresceram, transformando-se num amor e graça maiores.
Terminou a fase de broto, fase liquidada, por ter iniciado uma outra fase de maior envergadura, quando o vegetal está pronto para florir, porque terminou a fase do crescimento necessário para florir – o vegetal está adulto. Encerrada a fase da infância do vegetal, infância que não mais existe: encerrada, liquidada.
E o vegetal, adulto, começa a florir, iniciando sua missão de dar frutos.

De amor em amor, de graça em graça, chegando-se ao amor e graça maiores.
Aí, termina a fase da floração, que é liquidada, encerrada, para dar lugar à fase de fruto, até que esse fruto amadureça e possa, finalmente ser colhido para alimentação dos seres em geral.

Há que colher os frutos maduros, senão eles apodrecem.
Há que colher o amor maior, para que ele não apodreça e pereça sem cumprir sua missão de alimentar os seres.
Essa é uma lei natural da Natureza. Gerar, brotar, crescer, amadurecer e colher.
A lei da gratidão, de reconhecer o amor maior que está no final das transformações do caminho. Reconhecer o amor maior e colher o fruto maduro dado pela Natureza em todos os pontos de vista da vida.
Assim é o animal Racional: como um vegetal.
Seu caminho é um só, que passou por várias fases de transformações, sempre para melhor.
Passou pela fase do desenvolvimento da imaginação.
A Natureza, com seu amor incondicional, nos ensinou a imaginar – a primeira fase do nosso desenvolvimento.
Prontos nessa fase, a Natureza mudou de fase, passou para a fase seguinte, ensinando-nos a pensar – a fase do desenvolvimento do pensamento.
Cada fase encerrada é liquidada, dando lugar a uma outra fase mais elevada, mais aprimorada para o nosso bem – quanto amor!
Agora, desde 1935, a Natureza deu por encerrada a fase do pensamento, que está sendo liquidada, por já ter sido iniciada, desde 1935, a fase do desenvolvimento do raciocínio (glândula pineal) – a Fase Racional, a última fase de desenvolvimento do ser humano nesta vida de matéria.
O fruto maduro, que é o ser humano que sabe imaginar e pensar, precisa ser colhido pela fase do desenvolvimento do raciocínio, fase essa que o desligará e o libertará, definitivamente, da fase da imaginação e do pensamento, que são fases extintas e, por isso, não prevalecem mais para completar o desenvolvimento humano.
Continuar com os padrões, tradições e costumes de fases extintas, é renegar o grande amor, a grande graça que nos é dada pela Mãe Natureza.
Desapegar desses padrões, tradições e costumes passados, é reconhecer o grande valor que eles tiveram para nos remeter à última fase da vida da matéria, a Fase Racional, onde vamos aprender a nos comunicar, em vida, com o Mundo Superior de onde viemos e para onde vamos, e mais, vamos aprender também a nos comunicar com todos os seres da Mãe Natureza: sol, lua, estrelas, água, terra, animais e vegetais, entrando em harmonia perfeita com todos eles.
Renegar a última fase do nosso desenvolvimento, a Fase Racional, para a qual a imaginação e o pensamento nos prepararam com tanto amor, é não reconhecer a grande missão que a imaginação e o pensamento tiveram em prol do nosso desenvolvimento e evolução. É o ápice da ingratidão. É cuspir no prato em que comeu!
É uma atitude primária, ausente de amor e de respeito à imaginação e ao pensamento, que tanto trabalharam para nos preparar para a Fase Racional.
E uma atitude tão mesquinha assim, tão somente faz jus à liquidação física, moral e financeira, dada pela Natureza a todos que insistirem em continuar contemplando fases que não existem mais.
Amigos, provemos à Mãe Natureza e a nós mesmos nosso reconhecimento por todo o amor e graça que nossa bondosa Mãe sempre nos deu, lendo e relendo os ensinamentos da nova e última Fase da Natureza, a Fase Racional, contidos nos livros de Cultura Racional, Universo em Desencanto.
E, assim, a lição do vegetal não terá sido em vão, para todos que abraçarem a Fase Racional.


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