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sábado, 8 de dezembro de 2012

O MESTRE RACIONAL PROVANDO SEU PODER PARA QUEM COLABORA COM O MUNDO RACIONAL

(Ubirajara Pisão)
Incontáveis são os relatos de leitores e estudantes de Cultura Racional (e até de não leitores), sobre fatos inéditos da passagem do Senhor Manoel Jacintho Coelho pela Terra, provando e comprovando seus poderes inusitados e sempre para o bem e em benefício de tudo e de todos.
Relatos às vezes um tanto quanto fortes, como é o caso deste que passo a narrar, onde Mestre Manoel prova seu poder para beneficiar quem colabora com o MUNDO RACIONAL, de todas as formas, jeitos e maneiras para que toda a humanidade tome conhecimento da entrada da Fase Racional.
E, assim, foi que ocorreu certo dia; Mestre Manoel diz a um desses grandes colaboradores:
“Eu tenho poder de salvar quem eu quiser.”
Era o que aquele colaborador acabava de ouvir depois de alguns anos de dedicada colaboração no Retiro Racional.
Ouviu com respeito, com interrogação. Seus olhos demonstravam admiração e submissão, mas seus pensamentos não alcançavam o que estava ouvindo do Mestre Racional.
E, assim, diante daquele homem que não aparentava ser um simples mortal, mesmo com um corpo temporário, o colaborador ouviu mais uma vez a voz firme e doce do Mestre Manoel, que continuou:
“Vá tal dia visitar sua avó, ela está doente, está partindo. E diga pra ela que eu tenho poder de salvá-la! Eu tenho poder para isso! Só que ela tem que escolher:
pergunta pra ela três vezes, não se esqueça de perguntar três vezes, se ela quer subir ou descer. Se ela quiser subir, eu a salvarei.”
Assim o colaborador fez. Viajou até a cidade da avó. Quando lá chegou encontrou vários membros da família, abraçou todos e lhe disseram o que ele já sabia (dito pelo Mestre Manoel):
“Sua avó está no quarto. Está muito doente!” Fala um de seus familiares.
E agora? Como falar com a avó sobre o que o Mestre havia dito? Tinha que falar com jeitinho e tentando persuadi-la a fazer uma escolha positiva! Divulgou a Cultura Racional para ela, falou sobre os poderes do Mestre e no final da conversa perguntou, mostrando o retrato do Mestre:
“Vó, a senhora quer subir ou quer descer? Olha, responda com calma e reflita sobre tudo o que conversamos.”
Ele, depois de tudo que havia dito, achou que ela iria fazer a opção correta. Mas, ela respondeu:
“Eu quero descer.”
O colaborador não desperdiçou as outras duas chances que ela tinha. Esperou algumas horas para que ela pudesse refletir melhor na resposta e degustar mais e melhor tudo que foi conversado sobre o Mundo de baixo, Mundo de cima e os poderes do Mestre.
Já com horas de visita e com o coração tenso, mais uma vez achou que a escolha por uma vida melhor seria a opção certa e pergunta:
“Olha vó, pensa direitinho! A Senhora quer descer ou subir?”
“Quero descer.” Responde mais uma vez a avó.
A reposta não o agradou, pois gostaria que sua avó subisse para o Mundo Racional. Por isso, não desperdiçou a última pergunta, guardou-a para o outro dia, dia em que iria voltar para o Retiro Racional. Achou que ela, quando dormisse, iria refletir muito sobre as respostas que havia dado e poderia mudar de idéia para ser salva.
Chega a noite. Pensava uma maneira como fazer para sua avó escolher querer subir.
Resolve falar mais algumas coisas de Cultura Racional e sobre o Mestre para ver se ela usa o seu livre-arbítrio para a escolha ideal.
O dia amanhece. Toma um café quente, conversa com os familiares e resolve ir embora. E antes vai até o quarto da avó, fala mais de Cultura Racional, tentando, mais uma vez, de maneira muito sutil persuadi-la:
“Vó, a Senhora quer descer ou subir? Responda com cuidado por que só tem esta pergunta, é sua última chance de escolher!”
E para sua surpresa a resposta foi:
“Eu quero descer!” Pela terceira vez, responde a avó.
Aí, ele arrumou suas coisas e voltou para o Rio de Janeiro decepcionado, não sabendo como falar a respeito com o Mestre quando chegasse no Retiro.
Estava triste com a escolha de sua avó, mas tinha que falar para o Mestre.
Chega no Retiro Racional, sobe o calçadão, vai até o Varandão da residência do Mestre, onde o Mestre já o esperava. E antes dele falar qualquer coisa, ouve:
“Ela já desceu e virou exu, fez a escolha dela, já desceu!” Fala o Mestre.
Ele, um pouco triste e decepcionado, agradece ao Mestre pela chance que deu para um membro de sua família. E logo depois recebe um aviso dos seus entes queridos, dizendo que a sua avó havia falecido no mesmo horário em que ele estava voltando de viagem para o Retiro Racional.
Para ver como cada qual é quem escolhe seu próprio destino.
E, por isso, ninguém é culpado do sofrimento de ninguém. Todos, indistintamente, por pior que sejam, sempre têm oportunidade de se salvar, basta que queiram verdadeiramente essa salvação.
Provado está que DEUS não condena ninguém, a própria pessoa é que se condena.
Salve todos.
Ubirajara Pisão

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