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segunda-feira, 18 de maio de 2015

O QUE SOMOS É O QUE MUDA DE FORMA; E NÃO, QUEM SOMOS.


(Valdir Santos Alexandrino, Viçosa, MG – Originalmente postado em www.rccvsarcn.wordpress.com)
Somos sempre os mesmos. Cada qual de nós é um Habitante do Mundo Racional que tomou esta forma de animal: o animal da raça (ou origem) de Racional.
O que somos, este nosso assim ser, já não se trata da mesma coisa; posto que perdemos a forma verdadeira de ser e, ficamos assim sendo: diferentes daquilo que éramos e, mais diferentes ainda, daquilo que fomos. Animal – não é, este, o nosso verdadeiro Ser. Daí, não parar de se transformar, provando nada ser.
O que fomos? Seres Racionais puros, limpos e perfeitos junto aos demais que lá estão em nosso verdadeiro Mundo de Origem.
Mas, agora, a humanidade já está no ponto de saber como foi que saímos fora de nosso verdadeiro estado de ser natural; e de saber também como é que nós vamos voltar para o nosso verdadeiro Mundo de Origem – o Mundo Racional.
Agora, foi que chegamos ao dia do desenvolvimento do Juízo Final que, é o raciocínio.
O raciocínio é o Ser da Órbita Básica da Humanidade que, na ordem natural das coisas, sempre orbitou por esses dois Planos: o Plano do Conhecimento e o inevitável Plano da Existência. Ambos esses conjuntos entrelaçados de modo e forma inconsciente e negativa, como que um voltado para um lado e o outro dispersando-se para algum outro lado. Isto sempre se deu na Fase de Animal Racional da natureza humana.
Mas, agora, por a Fase natural da Natureza ser Racional, surgindo esta Fase de Aparelhos Humanos Racionais, alavancada pelo desenvolvimento do raciocínio; no qual está contido, sempre esteve contido: o Conhecimento do Ser real que, cada qual de nós, é; ao invés disso que, aparentamos ser e, não somos. E tanto não somos que, nós sempre deixamos de ser.
Há uma tendência de algumas pessoas, de insistirem que o estado natural de ser verdadeiro da gente é este mesmo – de matéria – e, nem um outro diferente deste que, alguém possa alegar que exista; mesmo porque, pelo entendimento dessas mesmas pessoas, deve se tratar de alguma realidade não observável e, portanto, tida como uma realidade de uma vida fictícia, ou de alguma ficção inatingível para este nosso âmbito em que vivemos.
Para ver, minha gente, o quanto é fortíssima e o quanto pesa sobre a nossa consciência de “Povos Cleopantomas” todo esse magnetismo da mecânica material que, é a mecânica da geração e formação da matéria pela Energia do mal.
Chegamos a esse nefasto ponto de julgar que, na matéria que, é o mal de cada qual em si mesmo; que, seja possível encontrarmos o Bem nesse mal. A matéria, tanto é um mal; que, por si mesmo, se destrói. Muitos acham que a matéria é um Bem que tenha tido Origem Divina.
Recorramos então, ao cálculo sentencial, pela matemática de uma lógica básica: – Se a matéria é um Bem tal que, por si mesmo, se destrói; então, não é um Bem; é um mal.
De fato, o magnetismo da matéria, nos cega; mesmo a gente estando de olhos abertos; e até bem abertos pela ciência, pelo conhecimento filosófico e científico e pelas filosofias da ciência.
Mas, a gente não dispondo da Base da Origem da Causa de todos os feitos e efeitos, providos à gente neste Segundo pelos nossos irmãos Habitantes de nosso Primeiro Mundo o Mundo Racional; então, nos sujeitamos inevitavelmente, a sermos: sugestionados, dominados, embriagados e fanatizados pela matéria – o Ser de Origem do mal. Daí, passamos a vida toda – em cada provisória passagem de vida – a essa luta por coisas e causas perdidas, como guerreiros sempre vencidos pelo sofrimento e pela morte.
Até inventamos através dos tempos, meios e modos de nos adaptarmos a essa realidade nefanda e nefasta de nos basearmos nas aparências e de vivermos num prelúdio de sonhos, fantasias e de ilusões, todos alfabetizados artificialmente.
Aí está o que são “os Povos Cleopantomas”: são todos esses Povos, dos quais sempre fizemos parte, os quais depois de criados pela Natureza – nossa matriz, mãe e mestra – que sempre nos proveio de sua autoridade até que chegássemos a esta atual lapidada maioridade; ainda assim, o nosso aprendizado não foi necessário e suficiente para que conseguíssemos viver sem a gente se aborrecer.
Mas, para nós já está disponibilizado, pela Divina Providência, o jeito certo de ficarem esses dois Planos devidamente circunscritos um ao outro: o Plano do Conhecimento circunscrito em todo o entorno do Plano da Existência consciente e positiva.
Hoje, tendo passado a nos conhecermos a nós mesmos, nos Livros de Cultura Racional, então ficamos sabendo que o raciocínio é – do corpo – a parte mais poderosa, para cada qual de nós – na humanidade – que tiver concluído o verdadeiro saber; hoje, já em seu curso de ser concluído. Bastando para isto, desenvolver o raciocínio, adquirindo persistentemente o Conhecimento de Cultura Racional para sentir dentro de sua Personalidade Fluídica que é no seu “Eu”, o Mundo Racional dentro de si.
O raciocínio, por ele ser o ponto básico e lógico da vida eterna que é a vida Racional; a qual, por nós já foi vivida quando da originalidade de nossa vida; é que, ele próprio – o raciocínio – é o elo positivo da gente com o nosso verdadeiro Mundo de Origem, o Mundo Racional.
Vejam se vocês percebem isto: O Mundo Racional está a uma porção de anos luz distante daqui; parecendo, por isto que, está muitíssimo longe de nós; e, no entanto, aqui mesmo em nós, dentro de nossa cabeça – no istmo do mesencéfalo, sediado está nesta glândula da vida que, é a glândula pineal – aí está ele, o raciocínio, o representante Racional de nossa pessoa; a solução da vida, definida e definitiva.
O raciocínio é o ponto básico e lógico da vida eterna – é o Dono da Vida – é o Ser Racional com vida própria neste Ser de Matéria da Vida que somos. O raciocínio não é isto que somos e sim, ele é quem somos, E quem somos é o nosso Ser Eterno; já o que somos provisoriamente, este nosso assim ser de matéria, isto que somos não é o nosso verdadeiro estado natural de ser.
E, por isso, este nosso estado material de ser, é desprovido de realidade real, é provisório, é efêmero e passageiro. Hoje, é um corpo de vida; e, no terminar a sua duração provisória, se transforma em outro de mesma origem deformada e, ainda mais degenerada, poluída e enfraquecida. E a gente, de uma transformação dessa para outra, de um velhíssimo baby com renovado e diferente corpo de vida, a gente esquece por completo sempre, o corpo da vida anteriormente vivida.
Para ver que a vida é uma sucessão de corpos de vida, diferentes uns dos outros, e que perderam toda a noção da origem, toda a noção do passado, de quando foi o corpo da vida anterior, pelo estado de coma consciencial a que ficou submetido.
Vida provisória esta, que não é a vida verdadeira. A matéria é uma Energia deformada transformada em água, terra, animais e vegetais; porque energia é força vital de vida em desenvolvimento; mas por estar deformada e degenerada por ter perdido suas essências de vitalidade eterna (suas virtudes de origem Racional) se tornou geradora de Seres em destruição de si mesmos, nas mecânicas material e celeste.
A vida eterna, esta sim é que, é o nosso verdadeiro estado natural de ser que, é o estado natural de: Racional, puro, limpo e perfeito. E a hora agora, neste dia do Juízo final, é de consciencializar o Ser Racional que nós somos, mostrando-nos nos Livros de Cultura Racional: quem nós somos, de onde foi que viemos e para onde é que vamos. Para onde vamos? Para de onde viemos. Por que vamos pra lá? Porque é de lá que somos. De lá, de onde? Do Mundo Racional, onde a nossa originalidade teve origem Racional.
E, é por isto que todo Ser Humano, tem indelevelmente associado a esta nossa existência de uma vida em transformações, esses dois corpos: um deles é o corpo de matéria de imagem humana; e, o outro, é o Corpo de Energia de massa Cósmica Racional pura, limpa e perfeita, que é a nossa Identidade do Mundo Racional; mas que, aqui nesta Galáctica Deformação Racional em Transformações ele se encontra deformado em sete partículas que, são sementes afluentes do princípio seminal desse corpo material da gente.
Denominadas essas partículas, pela Cultura Racional: “as sete partes de o porquê nós assim somos”; fazendo de cada qual de nós: uma parte constituída de sete partes reunidas. Para ver que, se existe vida; é porque: existe a causa que deu origem à vida. Então, o Corpo de Energia Racional – o causador de existir em nosso corpo, o raciocínio. O raciocínio é a identificação da origem nossa ser Racional.
Quando o raciocínio for desmaterializado da glândula pineal; então, é nessa altura que nós encontramos o Personagem – o protagonista principal – de nosso encontro com a verdadeira Individualidade que parecia se achar irremediavelmente perdida aqui na vida da matéria. Vida da matéria esta que, é a vida: do Encanto, do sofrimento e do pranto.
É minha gente, é para nós vermos que vivíamos todos no clamor das aventuras: mas nunca conseguimos divulgar essas ALTURAS!
E, é por isto mesmo, que os que já são estudantes da Cultura Racional pelo Brasil e por todo este Mundo, têm feito essas insistentes recomendações para que leiam os Livros de Cultura Racional. O título desses Livros salvadores da gente: “Universo em Desencanto”; que uma vez o raciocínio da gente, desenvolvido na gente; ficaremos imunes aos males do corpo e aos males da vida; e poderemos voltar para a vida eterna, de onde viemos e de onde somos.
Tenhamos todos: saúde, paz, fraternidade e concórdia: pelo desenvolvimento do raciocínio. Salve!

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