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terça-feira, 7 de agosto de 2012

AMAR A SI MESMO

As coisas mais simples é que nos levam à compreensão do que é verdade.
Nunca, anteriormente ao nosso tempo, se falou tanto em amar a si mesmo para ser capaz de amar aos semelhantes e à Natureza, que nos gera, cria, mantém e governa.
Então, raciocinemos: se ganho um presente, bem embalado, embalagem linda, suntuosa, bem enfeitada e me encanto com ela, a ponto de esquecer o presente que ela conduz, ignorando o presente, como posso dizer que gostei do presente, se nem cheguei a desembalá-lo para saber de que se trata?
Assim somos nós.
Nosso corpo é uma mera embalagem (com cabeça, tronco e membros), conduzindo o grande presente que DEUS nos deu: ELE mesmo! A semelhança DELE em forma de máquina do raciocínio.
Ficamos eternidades encantados com a embalagem: a máquina do pensamento e da imaginação no cérebro e o restante do corpo, certos de que tudo isso era o nosso SER VERDADEIRO e, por isso, imaginávamos DEUS como um homem – também com cabeça, tronco e membros.
E DEUS é ENERGIA, SUPERIOR A TODAS AS ENERGIAS!
E quanto tempo já perdemos e sofremos por causa dessa “embalagem”, que é o nosso corpo, uns até mesmo se sujeitando a cirurgias plásticas, na ilusão de estar assim levantando o seu astral, o seu EU, que nada tem a ver com a matéria.
Esquecemos da presença de uma glândula em nosso cérebro, que a Medicina chegou até a alegar (não nos dias de hoje), que ela não tinha função.
Ignorávamos, em maioria, que nessa glândula (a Pineal) estava nosso EU verdadeiro, nossa essência. E, assim, fomos nos encantando com a embalagem dela: nosso corpo de matéria.
A Natureza, tal como nós, conduz a sua essência, mas, acostumados a enxergar e valorizar somente nossa embalagem, passamos, paralelamente a enxergar como Natureza somente a parte de embalagem dela: o sol com sua luz visível, mas, não sua essência e da mesma forma encarando os demais seres e componentes do mundo em que vivemos.
Daí, termos desenvolvido uma cultura aparente, onde somente se valoriza o que conduz e, não, a essência conduzida, que é o SER real de todo e qualquer ser.
Desenvolvemos, assim, uma vidência apenas material – visível e invisível (a matéria fina), sem conseguirmos transcender às “embalagens”, as formas aparentes.
Essa vidência material é a parte do nada, onde tudo é diferente, por se tratar de uma deformação de parte da essência, ficando a essência pura, que é superior, relegada a inferior.
Criamos, assim, uma sabedoria invertida, colocando o inferior acima do SUPERIOR. Isso nos colocou contra a verdadeira Natureza, muito diferente da Natureza deformada! Um disparate e uma grande loucura de desrespeito a quem tudo devemos! E a conseqüência? Dando uma olhadinha na situação lastimável do mundo, encontramos a resposta: SOFRIMENTO PURO! Mas, a Natureza (a não deformada), Mãe bondosa, resolve acordar seus filhos. Para isso, deixou de alimentar nossas máquinas pensantes e imaginantes (parte animal, a parte das aparências), através das quais nos relacionamos com a parte deformada da Natureza, induzindo-nos a procurar em nós mesmos outra máquina interior para comunicação com o exterior.
E para nos facilitar esse achado, ELA nos presenteia com todos os conhecimentos pertinentes ao nosso SER Verdadeiro, o SER RACIONAL.
E ao tomarmos conhecimento dessa sabedoria ímpar vamos, passo a passo, desembrulhando o grande presente, colocando fim na embalagem e dela nos DESENCANTANDO, até encontrarmos o grande tesouro que, há milhões de milênios vínhamos inconscientemente conduzindo, vida, após vida, através de diferentes embalagens (femininas, masculinas e de todas as raças), sem nunca nos ter dado conta de que se tratava este presente de DEUS VERDADEIRO dentro de nós.
Vamos desembrulhar o presente?
Vamos conhecer nosso EU Verdadeiro?
Quando todos responderem SIM a essas perguntas e assim procederem, desencantar-se-ão das embalagens (tudo de material) e passarão a se amar intensa e eternamente, pelo encontro esplendoroso com o nosso EU Verdadeiro (que é UM só em todas as cabeças, não há diferenças), que é o representante legítimo de DEUS, o RACIONAL SUPERIOR.
E onde estão os esclarecimentos para nos DESENCANTAR da matéria, podendo desembrulhar este precioso tesouro?
Nos Livros de Cultura Racional, Universo em Desencanto.
É nas páginas brilhantes desses grandiosos Livros que cada um de nós, em nossa casa, aprende a amar a si próprio, transformando-se de mero animal Racional, para Verdadeiro Racional.
E, assim, encerram-se as transformações de uma vida para outra neste mundo material, por retornar e se ligar em vida, à Origem, o MUNDO RACIONAL, através da ligação da nossa essência, o RACIOCÍNIO, à essência RACIONAL de todos os seres da Natureza – É O FIM DA MORTE, É O FIM DAS APARÊNCIAS, por termos aprendido a “AMAR A SI MESMO”, pelo desenvolvimento do raciocínio.

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