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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

UM DISTRAÍDO É UM PERDIDO

Quem não aprecia a Natureza? Quem não se sente bem em contato com Ela?
Todos apreciam, todos se sentem bem.
Por que?
Porque ela é desprendida, acolhe, gera, cria e mantém todos de graça. E mais ainda, porque nela não há nada artificial. E aí está a razão de nos sentirmos tão bem em contato com Ela: Ela é o que é, sem qualquer artifício e é a nossa Mãe Verdadeira. E quem não se sente bem no aconchego materno?
Todos se sentem bem, porque toda mãe quer o melhor para seus filhos, mesmo que não seja correspondida no seu amor, mesmo que não seja respeitada.
Mas, os seres “humanos”, distraídos com seus inventos artificiais (a maioria desnecessária para a manutenção da vida), encantou-se com suas criações e se esqueceu de sua Mãe benfeitora, afastando-se dela.
E pior, passou a valorizar muito mais os seus feitos artificiais, do que os feitos da Mãe benfeitora, a Natureza.
E, assim, perdeu o respeito pelos animais, pelos vegetais, pelos minerais, pelos rios, mares e cachoeiras e até por seus semelhantes, os animais Racionais.
Julgando-se assim mais que a Mãe benfeitora.
E isso veio repercutir na rotina da vida de todos, distraídos com os artifícios, que hoje dão mais valor à sua profissão, à cultura artificial que abraçam, esquecendo-se até de que seus semelhantes precisam é de carinho, amor, atenção.
Se formos exemplificar o que acontece dentro das famílias, nos ambientes de trabalho, ou onde quer que exista uma reunião de pessoas, ficaremos muito tristes e decepcionados com o nosso proceder modernista, materialista, que está sempre a sobrepor o artifício, as aparências ao cultivo do amor ao próximo (que às vezes está tão próximo da gente e é ignorado).
E um distraído é um perdido. Perde a oportunidade de desenvolver sua potencialidade mais nobre e elevada que é o raciocínio, o bom senso superior, que não admite nada que desvalorize os feitos da Mãe benfeitora.
Está em tempo ainda de reverter esse quadro tão vergonhoso, que demonstra um atraso muito grande do ser humano materialista.
Vamos voltar a ser humanos?
Mas, para ser verdadeiramente humanos, precisamos dar à nossa Mãe Natureza toda a atenção que Ela merece.
Abracemos nossa Mãe Querida, abraçando a cultura dEla, a cultura natural, que nos tira da distração com a matéria, da perdição material, aproximando-nos uns dos outros e de nós mesmos.
E onde está essa cultura?
Nos Livros Universo em Desencanto.

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