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sábado, 2 de março de 2013

HOMEM/NATUREZA

(João de Castro)
A separação entre o homem e a natureza se consumou quando este adotou os ideais pós-industriais de poder e dinheiro, tornando-se uma máquina, que onera o meio ambiente com toda sua parafernália high-tech.
Ao transformar a natureza, o homem ficou a mercê de forças invisíveis, que lhe ofuscaram o raciocínio sobre sua função na terra.
O homem não se vê como parte da Natureza, outrossim, ele se vê totalmente separado da mesma, mas ainda com laços de dependência vital com a mesma.
Por esse motivo, o homem tornou-se um destruidor de si mesmo e de seus semelhantes.
As forças invisíveis, as quais nos referimos, são forças que o manipulam dentro de um sistema, no qual o homem age como gerador de trabalho e consumidor, apenas.
A mente reflexiva, inerente ao animal Racional, se torna cada vez mais turva e débil, impossibilitando-o de buscar sua função universal.
A academia desestimulou a função reflexiva do cérebro humano, impondo-lhe uma educação técnica, pois a reflexão racional humana pode prejudicar sua capacidade produtiva.
A adoção da teoria da evolução humana posta por Darwin surgiu como proposta atraente das classes de controle da Elite, para que influenciassem o homem na busca de sua contemplação material somente – e, destruísse, aos poucos, sua personalidade analítica em prol de uma mais prática .
Entretanto, sabemos que o movimento no Universo, mesmo no âmbito das partículas, é de uma ordem superior que rege sobre o inferior.
A física quântica avança a passos largos na comprovação da teoria que diz que a consciência gera o mundo físico e, não, o contrário; ela não é um reflexo de reações químicas que ocorrem no cérebro.
Os movimentos dos astros, observados pelos astrônomos produzem mudanças na terra, atingindo a composição geológica e ecológica da mesma, tudo está conectado.
Em meio a essa nova perspectiva que desponta no horizonte do conhecimento humano, muitas pessoas se perguntam sobre as conseqüências de continuar negando a si mesmo a necessidade de uma compreensão mais essencial da vida humana, que vê-la através das lentes do darwinismo, capitalismo e marxismo.
Entre outras palavras, somos algo mais que seres meramente biológicos, que consomem produtos e produzem trabalho.
E sobre isso, com infinidades de provas e comprovações, o RACIONAL SUPERIOR nos revela em sua magnânima obra de cultura Racional, Universo em Desencanto, desde 1935.
Mas, somente agora a ciência está acordando para a realidade racional, pois, até bem pouco tempo, ela se baseava apenas no pensamento concreto, confundindo-o com o raciocínio, sendo que ambos são diferentes como da água para o vinho, como acima, em entrelinhas está muito claro para quem quiser entender.
Certifiquem-se de tudo isso estudando os Livros Universo em Desencanto.

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