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sábado, 2 de março de 2013

SOCIOLOGIA SOB O PRISMA RACIONAL

(Cláudio Sampaio, Fortaleza, CE)
Sociologia é um dos inúmeros cursos que a mente humana conhece e que agora, com a Cultura Natural da Natureza, a Cultura Racional, é definido de forma definitiva pelo mundo superior de onde viemos, o MUNDO RACIONAL.
Somos livres pensadores, mas, de razão SUPERIOR.
Não somos seres livres como assim a maioria ainda se julga, embora, livres pensadores de uma Razão Superior.
A verdade é que nem sequer chegamos a reconquistar o que se convencionou neste mundo de “livre-arbítrio”, que é uma Razão Superior. E em assim sendo e por estarmos vivendo em condições inferiores nesta vida animal (dependentes de tudo), é que vivemos acorrentados pela matéria.
Somos dependentes até para pensar, dependendo para tal do campo invisível elétrico e magnético (que é o natural desta natureza deformada).
Essas energias elétrica e magnética é que acionam nossas células mentais para pensarmos e imaginarmos. E, por isso, dependemos dessas energias em tudo para viver, pois, precisamos pensar antes de fazer qualquer coisa. Mas, não pensamos o que queremos e, sim, o que essas duas energias elétrica e magnética nos fazem pensar, de acordo com o que elas querem que façamos. E a gente não sabia disso, nem nunca percebeu.
Vejam que dependência!
E o pensamento e a imaginação sempre a nos lapidar, para tirar nosso atraso, nossa brutalidade e nos fazer amadurecer. Sendo, assim, o ser humano um produto do meio social em que vive, por ser um aparelho receptor e transmissor da natureza, recebendo e transmitindo as ordens, as transmissões das energias elétrica e magnética.
Portanto, por não conhecer o nosso verdadeiro “EU”, o SER RACIONAL interior, nunca pudemos raciocinar. E sem raciocinar, ficamos acorrentados a este sistema de vida visível e invisível do campo primário eletromagnético, dentro desta sociedade que nos instiga a fazer coisas sempre da mesma maneira, seguindo os mesmos padrões de valor e comportamento, agindo, de preferência, da mesma forma como age a maioria (é a tal “Maria vai com as outras”).
E, assim, mantendo uma vida de aparências, ilusões e fantasias, desconhecendo nossa realidade interior, a pessoa acaba caindo em depressão, nas garras da solidão, por mais bem acompanhada que ela aparentemente esteja.
A sociedade, por ser um conjunto de pessoas em maioria inconscientes, aprova essa nossa submissão, essa condição ridícula de seres inferiores condicionados ao já tradicional e preestabelecido: pagam-nos com salários, prêmios e aplausos, alimentando a nossa vaidade e nos fazendo crer que estamos progredindo.
Essa sociedade nos promete um mundo de oportunidades para sermos tão felizes e prósperos quanto nos desejam os sorrisos gelados dos outdoors e meios de comunicações.
“Tenha isso e será feliz”, “Use isto e conquistará quem deseja”, “Seja inteligente e compre isso ou aquilo”. Exemplos de ordens dadas o ano inteiro, principalmente em dadas tradicionais, criadas para nos extorquir, iludir e nos manter ainda mais escravos.
E quando nos rebelamos e não compactuamos com esse atraso todo, quando usamos o bom senso e recusamos o que não é razoável, aí vêm as punições das formas mais sutis.
E existem várias formas de punição. Uma delas é torturando o “desafiante”, plantando nele uma semente venenosa que, se a princípio apenas incomoda, acaba por crescer exponencialmente, tomando conta dos seus atos e pensamentos.
O nome dessa semente é culpa que é uma herança dos primórdios ancestrais e que até hoje é conservada pela nossa sociedade.
Nós mesmos, inconscientemente ou não, nos impomos aos suicídios psicológicos, ao adotarmos os métodos artificiais desta sociedade, com punições de todo tipo, principalmente na forma de autoboicotes.
Eles costumam ocorrer quando sentimos que estamos entrando num campo “perigosamente livre”, que sorrateiramente vá nos preenchendo com a sensação de algo “novo demais” (apesar de muito bom) e, portanto, desconhecido.
Sem saber como, de repente, os planos tão longamente sonhados e idealizados, que começavam, finalmente, a dar certo, passam a dar sinais de estarem descendo morro abaixo. Ocorre essa marcha à ré também em determinadas situações que, apesar de poderem representar uma melhora substancial em nossa qualidade de vida, elas entram em choque com medos cuidadosamente alimentados durante anos na nossa existência, prejudicando nossa ascendência.
Em situações como essa o medo costuma vencer, e os planos ou as situações promissoras, por carregarem consigo a possibilidade de melhoras, começam a fracassar gerando depressões.
Referimo-nos a situações novas, longa e profundamente ansiadas, e que nos arrancam de uma condição atual, a qual, apesar de ruim, monótona, sem graça ou dolorida, tem a grande e pesada vantagem de ser já conhecida nesta tão velha sociedade.
Assim, somos ainda movidos pelo medo de fracassar, sem perceber que já estamos, há muito, estagnados em nossas vidas, devido aos nossos pensamentos estarem em processo de enfraquecimento.
Todo esse medo gera desconfiança, castra o desejo íntimo de vencer e buscar o novo, que é o despertar de uma verdadeira consciência, de uma consciência superior: o RACIOCÍNIO.
É claro que as novas incursões por “mares nunca dantes navegados” devem procurar o menor risco e o máximo de boas condições, através das quais se possa ter uma chance ao menos razoável de sucesso, esta é uma preocupação do animal de origem Racional, mas que desconhece os processos evolutivos e de mudanças da natureza. Daí, ter dúvidas.
Então, cada um deverá pesquisar através de estudos sérios, onde se encontra o bom senso que lhe dê bases sólidas, com provas e comprovações para sair de sua negativa acomodação.
E no pesquisar seriamente, chegará à conclusão da necessidade de uma nova cultura para a sociedade.
Uma cultura que nos prove e nos dê a verdadeira razão da vida, uma cultura racional, que norteie a vida da humanidade para a paz, o amor, a fraternidade e a concórdia. Uma cultura que preserve, proteja e alimente os verdadeiros direitos humanos.
No entanto, a idéia de sermos pequenos, falíveis, abusados e desconhecidos do nosso próprio ser é a nossa principal barreira.
E, assim, ficamos embargados por esses pensamentos que, emboramente livres, nos deixam no campo das desconfianças e das limitações.
Contra esses sentimentos inferiores, devemos intensificar ainda mais nossa busca pela verdade, na certeza de que somente a mentira é que nos joga para baixo.
Portanto, as desconfianças, as inseguranças e os medos, são sinais da natureza de que devemos continuar nossa busca, porque ainda não terminou a jornada do nosso autoconhecimento.
Fala-se muito em pecado. O pecado verdadeiro é não alcançar o seu “melhor” como pessoa humana e equilibrada no meio social.
A culpa, por sua vez, é exatamente o sentimento que nos invade quando sabemos que esse nosso “melhor” foi negligenciado por desconhecimento de si mesmo.
Isso ocorre quando sabemos, bem no íntimo, que poderíamos ter feito diferente. Entre todas, essa é uma das dores que mais machucam o ser pensador, que, apesar de ser de uma Razão Superior, ainda não atinou para o uso da Razão e do Direito na Sociedade, errando mais do que acertando.
Recomendamos: não passe pela vida sem pesquisar, com seriedade, os Livros Universo em Desencanto. Não se deixe passar pela vida sem que a VIDA passe por você.

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