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quarta-feira, 6 de março de 2013

LEDO ENGANO

(Odete Pereira – Poetisa Racional)
Matéria quem te compôs foi a natureza
Para o resgate do habitante racional
Que perdeu sua virtude real
Deixou de ser natural
Era um corpo ovalado prateado e brilhante
Agora é uma massa material
Renegam conhecer a verdadeira história
Se recusam acreditar
Sonham que são real
Nessa matéria animal
São tantas sombras ambulantes
Fantasmas a vagar errante
São tantos vultos de fluidos animados
Para manter um ser materializado
É assim o ledo engano
Dos bonecos de barro vestidos de pano
Que vivem para matéria ilusória
Numa vida fugaz e provisória
RACIOCÍNIO és um habitante do mundo Racional
Desperta desse sono profundo
Aqui não é o teu mundo
Volte ao teu natural.

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