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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O PENSAMENTO

(Odete Pereira)
O pensamento secou
O sentimento também
Pobre imaginação
Já não convences ninguém
Martela, martela numa tecla sem som
Que já não encontra mais eco
Em nenhum coração
São eflúvios fluídicos do pensamento
Que comandou um dia e degenerou-se no tempo
Somos vagas, somos sombras
Daquilo que fomos
Nos perdemos no tempo
Nos degeneramos
Revoltado está o pensamento
Tremendo a Terra e soprando o vento
É tempestade, é trovoada
A natureza toda agitada,
Cobrando e cobrando a todo instante
A volta do habitante
Chegou a hora de se conhecer
Regressar às origens e deixar de sofrer
Conhecer a causa original
E voltar para o mundo Racional.
A natureza toda agitada,
Cobrando e cobrando a todo instante
A volta do habitante
Chegou a hora de se conhecer
Regressar às origens e deixar de sofrer
Conhecer a causa original
E voltar para o mundo Racional.
Do Livro: “PÉROLAS SOLTAS DO ALÉM”

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