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domingo, 3 de fevereiro de 2013

OS DESACERTOS DO PENSAMENTO 1ª Parte

Chegamos a um patamar da vida onde todos, por mais rudes que sejam, têm uma certeza: nascemos para morrer.
Nascer para morrer?
Então, qual o sentido da vida?
Essas perguntas ao longo de milhões de anos, de geração em geração é que levaram a humanidade a acreditar num mundo superior onde se iniciaria uma outra vida.
E sendo um mundo superior, teria que ser uma vida superior.
Mas, aqui na Terra, que é uma vida inferior, então primária, mesmo assim sendo, requer preparação dos viventes, aprendendo a ler, a escrever, a contar e, assim, sucessivamente, fazendo cursos primários, secundários até atingir o superior.
Ninguém consegue chegar a um doutorado sem passar por preparações anteriores.
Fácil, então se concluir, que para atingir um mundo superior, teremos que estar culturalmente preparados para nele ingressar.
Nascemos do chão, passamos pela fase de monstros, ascendemos para selvagens e de selvagens para civilizados.
Cada fase dessas teve a sua cultura, dada por um campo energético, já que o universo em que vivemos é um conjunto energético, onde a parte invisível é que comanda e governa a parte bruta, visível.
Então, a força da vida não está na matéria e, sim, na energia que rege a matéria.
Tivemos várias fases de desenvolvimento, de acordo com as mudanças de comando energético da natureza.
O primeiro comando foi da energia magnética, da terra, a energia da imaginação. E o segundo comando foi da energia elétrica, da água, a energia do pensamento.
Tudo, portanto, pertence de um campo primário, o campo das experimentações, em modificações e transformações constantes.
Experiências que acertam e desacertam. Acertam até um certo ponto, enquanto a natureza não muda o seu procedimento, porque ela é quem manda, por ser a geradora, criadora, mantenedora e governadora de tudo e de todos, fazendo tudo isso através das transformações.
Se a imaginação é da terra e o pensamento da água, naturezas opostas, a atuação dos dois gera variância. Um puxa para um lado, outro puxa para outro. Dessa forma, o vivente não consegue somente pensar ou imaginar. E por ser o alvo dessas energias magnética (da imaginação) e elétrica (do pensamento), fica ao sabor delas, sem saber identificar quando está pensando ou imaginando – vive variando, sem estabilidade.
Essas energias são inconscientes, porque antes de assim serem eram uma só que se transformou em duas naturezas opostas (confira no 1º volume de Universo em Desencanto). Perderam, na transformação, a consciência da unidade, substituída pela dualidade. Aí está porque são INCONSCIENTES, por estarem fora do seu estado natural.
E os seres humanos, centros astrológicos dessa natureza, recebendo todas as influências inconscientes elétricas e magnéticas do universo, teriam obrigatoriamente que ser também inconscientes, sendo ferramentas dessas energias do pensamento e da imaginação, para criarem a cultura artificial que aí está.
Artificial por ser de origem de energias inconscientes, que desconhecem o seu antes de ser, a sua ORIGEM, o natural. Quando falamos em energias, estamos falando dos seres invisíveis elétricos e magnéticos, que são organizados em hierarquias aí no espaço, tendo os seus correspondentes materializados aqui na Terra.
Criaram filosofias, seitas, religiões, ciências, de acordo com a natureza dualista e inconsciente deles, cumprindo sua missão de lapidar e preparar a humanidade que havia nascido do chão e nada sabia, nem ao menos se relacionar uns com os outros.
Mas, eles também pouco sabiam, pois não sabiam o antes de ser deles e o da humanidade.
Assim, tudo que criaram, foi de acordo com a evolução que iam conseguindo dar a cada povo, repassando o que sabiam.
Por exemplo, no campo religioso, a mesma energia se apresentava como um Deus em determinada nação, de acordo com os costumes que conseguira impingir naquele povo, e se apresentava como outro Deus em correspondência com os costumes deste outro povo.
Assim é que cada povo criou o seu Deus e a sua Bíblia diferente umas das outras, tudo orientado pelo mesmo poder eletromagnético, que tomou vários nomes ao longo da nossa história. E hoje esses povos vivem em discórdia, cada qual defendendo o seu Deus e a sua Bíblia, sendo que o dono é um só, o poder eletromagnético, que nunca conheceu a sua verdadeira origem.
Tanto nunca conheceu que somente nos revelou parte de nossa história, aquela que eles assistiram, que foi o nosso nascimento inicial do chão.
Essas forças eletromagnéticas, por pertencerem à dualidade, não conhecem a eternidade, só conhecem o bem aparente e o mal, razão porque nunca conseguiram equilibrar a humanidade, porque não conhecem o bem verdadeiro, que é a unidade, razão da vida, a parte RACIONAL.
Mas, estão passando a conhecer agora, porque em 1935 entrou a ENERGIA RACIONAL, do nosso verdadeiro mundo de origem, o MUNDO RACIONAL, a governar a natureza.
(Continua na próxima postagem)

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