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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Dias atrás, o cruzeiro de luxo, vencido pelas rochas, pela Natureza. E ontem no Rio de Janeiro, três prédios desabam no centro da cidade, centro histórico. E viraram uma montanha de escombros.
Observem: um dos prédios, Edifício Liberdade, ficava atrás do Teatro Municipal, na Avenida 13 de Maio (data da libertação da escravatura). Parece coincidência, mas, não é. Reflitam a respeito.
E o que todos temos que aprender com essas tragédias, já que não existe efeito sem causa?
Por que a Natureza está permitindo e/ou causando tudo isso, já que ela é a dona de tudo e de todos? Ela, com todas essas tragédias que têm acontecido pelos quatro cantos do mundo, está provando a todos nós o quão frágeis e sem consistência são as criações do pensamento e da imaginação.
Baseados e guiados pelo pensamento e a imaginação, progredimos a matéria, sem conhecer o que a matéria é (se o bom senso tivesse sido nosso guia, teríamos chegado à conclusão da necessidade de primeiro conhecer o que é a matéria para, depois, então, decidir como utilizá-la racionalmente, mantendo sustentável a vida de tudo e de todos).
E para saber o que é a matéria, teríamos que dar toda atenção à Natureza Mãe, respeitá-la em todos os sentidos e, para isso, teríamos que ter respeitado tudo e todos, sem discriminações, dando primazia a fazer o bem sem olhar a quem.
Esse procedimento equilibrado nos teria mantido sob os auspícios dos astros e de todas as Forças Positivas da Natureza, que, em retorno, teriam nos gratificado com todas as influências positivas, dando-nos, através do pensamento natural, todas as respostas que precisávamos, sem que tivéssemos que nos embrenhar e nos perder nas experiências e pesquisas materialistas.
Houve esse tempo, eternidades atrás, em que éramos guiados pelo Alfabeto Astrológico. E o mundo era um paraíso de equilíbrio e paz. Mas, devido às vontades fora dos limites da disciplina natural da Natureza, abandonamos o Alfabeto Astrológico, virando as costas para a Dona de tudo, a Natureza, de quem dependemos em tudo para viver. Aí, desligados da parte positiva da Natureza, ficamos por conta das forças negativas da Natureza, passando a desenvolver o pensamento magnético, o pensamento materialista, que é o responsável pela criação do artifício, de coisas sem necessidade alguma para a existência, dificultando a vida humana e embrutecendo a humanidade (que foi se apagando). E, assim, entramos, sem sentir, na estrada da marginalidade, guiados pela vaidade, pela ambição e pela ganância, nascidas do abuso das vontades, sem consideração da máxima natural: “Natural é tudo aquilo que pode ser sem prejuízo de ninguém.” (RACIONAL SUPERIOR)
E, assim, sem que nos apercebêssemos, fomos implantando na Terra um sistema monstruoso contra a própria vida e que não tem volta, a não ser o abandono, pouco a pouco, desse sistema em favor do sistema natural da Natureza.
E onde esse sistema, com toda a estrutura verdadeira natural e benfeitora de tudo e de todos, com todas as mecânicas verdadeiras, corretas, suas correlações e âmbitos de ação e como aplicá-las?
Tudo isso se encontra na própria Natureza. Mas, como todos estamos desconectados da parte natural dela, é preciso que haja essa conexão para, através dela, ter acesso a todas essas informações de Supremo Conhecimento.
E como conectar-se à parte natural da Natureza? Através do desenvolvimento do raciocínio, representado pela Glândula Pineal em nossa cabeça. O raciocínio é o elo de ligação do ser humano à parte natural da Natureza que, por sua vez, está ligada à ORIGEM de tudo e de todos, RAZÃO DA VIDA, que é RACIONAL, ou seja, pureza absoluta.
E como desenvolver o raciocínio? Estudando a cultura natural da Natureza, que é a cultura que desenvolve o raciocínio, a Cultura Racional, dos Livros Universo em Desencanto.
Resumindo: a fase do pensamento terminou em 1935, e a Natureza mudou para a fase do desenvolvimento do raciocínio, não alimentando mais nada da fase anterior – do pensamento. Mas, como tudo ocorre primeiro no campo invisível para depois se materializar na Terra, somente depois que se materializa é que os viventes percebem.
Portanto, muita atenção: este mundo encantado, com seus recheios ilusórios de fantasias e ilusões, providenciados pelo magnetismo, já teve fim e não mais existe no invisível, somente no visível, ficando então sem qualquer garantia da Natureza. Não tem mais, esse mundo encantado, artificial, correspondente algum em plano algum: não tem mais protetores nem guias e, por isso, está em LIQUIDAÇÃO.
Garantia, proteção e orientação somente existe agora dentro da nova fase da Natureza, a Fase Racional do Terceiro Milênio, fase essa que já teve início e que começa a ser construída por uma minoria que, por desprendimento maior material, foram os primitivos a conhecer e iniciar o desenvolvimento do seu raciocínio.
Essa a razão de lhes dizer, não como profecia, mas, cenarizando o futuro óbvio decorrente do acima relatado, que muita destruição pelos quatro cantos do mundo ainda vai acontecer, até que todos passem para a Fase Racional, que é o que nossa Mãe Natureza está exigindo de todos. Sim, exigindo, pois, ou passa para a Fase Racional ou é destruído pela parte negativa da Mãe Natureza, entra em liquidação moral, física e financeira.
E quem não quiser levar isso em consideração (a vontade é livre), pagará um preço por demais alto.
Você quer pagar para ver? Bem, sua vida, a você pertence o encaminhamento dela. E é por causa disso que ninguém, ninguém mesmo, é culpado do sofrimento de ninguém.
Pesquisem tudo isso nos Livros Universo em Desencanto, enquanto há tempo, para entender e compreender a causa de TANTOS TOMBOS: TUDO DESABANDO, TUDO FALINDO!

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