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sexta-feira, 23 de março de 2012

AS CIVILIZAÇÕES EXTINTAS



(Severino dos Reis)


Caro leitor: É notório que as novas gerações, exigem mudanças em todos
os sentidos. E, os mestres conservadores, insistem em preservar as
tradições, histórias e ensinamentos, que foram necessários e serviram
em outras épocas; invenções de antigos muito atrasados, que viam o
mundo naquele tempo, que em nada condiz com a nossa realidade de hoje.
Parece que esqueceram ou não querem aceitar que a Natureza é de
transformações. E não poderia esquecer, pois, somos produtos dela,
somos alimentados por ela e em tudo dependemos dela; nascemos porque ela quer e morremos porque ela quer. E no entanto, estamos sempre achando que podemos fazer tudo melhor do que ela. O homem deveria perceber a sua insignificância perante a Natureza. Pois, foi ela quem nos ensinou a andar, a falar, a selecionar os alimentos, enfim, tudo que sabemos, visto que no começo nós não sabíamos nada, éramos como crianças. Mas depois que crescemos, abandonamos os seus ensinamentos, que era a cultura dada por Deus, que todos já nasciam e até hoje nascemos com ela escrita na palma das mãos. Nessa cultura real, estava e está trajetória da vida de todos os seres humanos; determinados por esses riscos que temos na palma das mãos, em concordância com a posição dos astros e hoje nós não entendemos. Com aquela cultura, não existia sofrimentos. Todos viviam felizes e não morriam. Quando completava o ciclo de vida, o corpo de matéria secava como a morte de uma árvore e o Raciocínio que é o ser Racional, voltava para o MUNDO RACIONAL; era a cultura da verdadeira redenção. Mas tinha limites, ninguém poderia fazer mais do o que estava determinado nas linhas da palma das mãos e na posição dos astros. Por isso começaram a aparecer os descontentes. Por exemplo: o homem não queria viver com a mulher, que para ele era determinada pelas as linhas das mãos e por muito outros motivos, desligando assim do astral superior. Então, trataram de inventar um outro alfabeto, que lhes dessem margem a expansão aos seus gostos. A vontade é livre e novamente eles usaram os seus direitos de arbítrio. Abandonou a cultura da astrologia que era natural, a verdadeira cultura de Deus e começaram criar uma cultura artificial, que não coibissem as suas vontades. Mas, daí veio o preço da desobediência: A partir do momento que deixaram de obedecer às linhas das mãos, começou a deteorização do corpo, o processo de morte que até aquela época não existia, sem perceber ia envelhecendo e morria. Começou então, o conhecido ciclo vicioso: morria e tornavam a nascer, mas como animal irracional. Então para não transformar todos os humanos em irracionais, o RACIONAL SUPERIOR, nos deu mais uma chance: para evitar a transformação de toda a humanidade em classes inferiores. A natureza religou a humanidade novamente nos astros; mas, nos astros do astral inferior, das energias elétrica e magnética. E deu início ao desenvolvimento dos dois órgãos da matéria: O pensamento e a imaginação. Assim, começaram a criar uma cultura não natural, mas artificial, para dar expansão aos seus gostos e as suas vontades.
Começando assim, uma nova evolução Racional, para no final do
desenvolvimento do pensamento, que é o final dos tempos, todos
desenvolver o Raciocínio e voltar ao mando racional que é a nossa
origem, a verdadeira eternidade. A matéria foi feita, apenas como um
veículo para conduzir o Raciocínio e não para ser desenvolvida; o seu
desenvolvimento é quem trouxe o sofrimento e a morte. Hoje, a nossa
astronomia, diz a astrologia não existe, é superstição: Mas,
astrologia citada na CULTURA RACIONAL, é dos astros do Astral
Superior; nenhum instrumento de pesquisas de hoje dos mortais,
penetram naqueles tempos da cultura astrológica dos eternos. A
astrologia que nós conhecemos, são estudiosos dos astros, que trazem
em seus códigos genéticos, a lembrança, daquela cultura da astrológica
original. E usando o artifício da matemática, ainda fazem grandes
prodígios. Diz o RACIONAL SUPERIOR, que todas as profecias foram
feitas usando a astrologia, porque nos astros estão escrito todos os
destinos do mundo. No tempo da cultura natural de astrologia, nós não
falávamos como agora, mas todos sabiam de tudo: A origem do Universo, da vida, a sua trajetória, o seu princípio e o seu fim; todos os
acontecimentos eram previstos, não tinha ninguém encantado, todos eram conscientes e sem sofrimentos. Então, que mau para a humanidade, abandonar aquela cultura de saber absoluto, para criar uma cultura artificial, onde tudo é mistério, tudo é enigma, que não sabemos de onde viemos e nem para onde vamos. Vivemos de expectativas, vamos inventando coisas, sem saber se vai dar certo ou não. Desenvolvemos a ciência, a tecnologia, a indústria: e em tão pouco tempo, os seus reflexos já trazem prejuízos devastadores e irreversíveis, para o planeta e para a humanidade. Como exemplo, podemos citar a poluição, engarrafamento do trânsito, destruição da camada de ozônio, lixo atômico, vazamentos de radiação em usinas nucleares e por aí afora. E esse progresso da cultura artificial é muito recente; se compararmos as 21 eternidades de existência do Universo, com as 24 horas do dia, o período de cultura artificial seria apenas as últimas 2 horas. E nesse período tão pequeno, quantas civilizações já foram extintas: Atlântida, Mu, Incas, Maias, Astecas, são inúmeras as que sabemos; e que para os pesquisadores cuja ciência já está tão evoluída, a extinção dessas civilizações ainda são incógnitas, ninguém sabe o que aconteceu, para o desaparecimento instantâneo de cada uma delas. As perguntas permanecem no ar em milhares de livros sem respostas. Sem
contar, muitas civilizações extintas em tempos remotos, que a nossa
ciência nem tomou conhecimento. Agora a CULTURA RACIONAL, está nos dando todas as respostas e as razões das respostas: Muitas
civilizações foram extintas por causa da cultura ser artificial feita
por seres mortais. Diz o RACIONAL SUPERIOR: depois que abandonaram a cultura natural de astrologia que era dada por Deus, foi sempre assim,
começa uma civilização, vai progredindo, chega ao auge e extingue, por
ser feita pelo pensamento que é a evolução da matéria, o mau que por
si mesmo se destroem. Podemos dizer que, os que abandonaram aquela
cultura natural da astrologia, tornaram-se assassínio da humanidade.
Porque antes ninguém morria e depois que criaram a cultura artificial,
todos morrem por ser uma cultura criminosa. Hoje os homens não se
entendem e só progride para as guerras, dizendo que as guerras trazem
progresso para humanidade. Que belo progresso: se a natureza não
tivesse mudado de fase em 1.935, da cultura da civilização para
CULTURA RACIONAL, nós seríamos mais uma civilização extinta no seu
auge cultural, pelas bombas atômicas. Depois como sempre, as novas
gerações iniciariam uma outra cultura artificial, iniciadas também nos
escombros de mais uma civilização extinta. Portanto prezados leitores:
vamos estudar a CULTURA RACIONAL; vamos desenvolver o Raciocínio; pois o desenvolvimento do Raciocínio é a verdade que abandonamos lá na cultura de astrologia. Ele é o socorro; é o encontro novamente com a
Divina providência; é a nova chance, de retornarmos ao nosso mundo de
origem a eternidade.

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