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sábado, 26 de janeiro de 2013

O EXCESSO DO LIVRE ARBÍTRIO 1ª Parte

(RACIONAL SUPERIOR, última mensagem do 3º volume da Réplica dos livros Universo em Desencanto, ditada na década de 70)
A pátria e o mundo evoluíram, progrediram demais e tudo que é demais, prejudica e é o que está no mundo inteiro.
A evolução foi de tal maneira, tão grande, demasiadamente, que passou a prejudicar.
Que tudo demais prejudica, tudo demais faz mal.
E estão sofrendo as conseqüências da demasiada evolução e do progresso.
Atingiu demasiadamente, tão grande, que está desmoronando tudo por cima da humanidade, quer dizer que o progresso da evolução passou dos limites, porque tudo tem limite.
Passando do limite, há o desequilíbrio, há o transtorno, há o desentendimento, prejudica e foi o que se deu, pelo abuso do livre arbítrio e da expansão da vontade.
Tudo que passa do limite, cai no ridículo.
E de forma, que ninguém está agüentando o peso da vida.
O peso é demais, não há força que agüente.
O peso demais, não há quem agüente.
É o que está se dando no mundo inteiro, porque tudo tem limite.
E o progresso e a evolução passaram do limite, pesando o que passou em cima da humanidade.
E, aí, passando do limite, não há quem agüente. E não havendo quem agüente, há a multiplicação dos transtornos e do desequilíbrio.
Quanto mais fazem para endireitar, mais tudo se desenrola ao contrário, porque passou do limite.
Até um limite, tudo suportável. Passou do limite, tudo insuportável.
Passou do limite é excesso e o excesso prejudica.
No excesso está a ganância demais, a ambição demais, a vaidade demais. E tudo demais faz mal.
E tudo demais prejudica.
E, assim, há muito no mundo inteiro, é como estão vendo o que tem se passado e o que se passa, a ponto de chegarem ao desequilíbrio tão grande, de não darem mais valor à vida.
O desequilíbrio foi tanto, que perderam o amor à vida e dão mais valor aos seus ideais, à sua ganância, à sua ambição, à sua vaidade, do que à vida.
A vida se tornou uma coisa sem valor e, por isso, se expõe a todos os perigos e riscos de vida. Trocam a vida pelos ideais e perdem a vida pelos ideais, pela ambição e pela ganância.
Tudo isto levou o povo à loucura, devido a evolução do progresso passar dos limites.
Dentro do limite, tudo mais ou menos bom.
Passou do limite, passou a prejudicar.
E é este pesadelo que é o infortúnio causador do desequilíbrio da humanidade.
O desequilíbrio chegando a tal ponto, que ninguém tem sossego e, daí, os desentendimentos, a angústia reinante, reinando sobre todos, porque o progresso passou dos limites.
Dentro do limite, tudo correndo mais ou menos certo. E fora do limite, completamente diferente.
O limite, por exemplo:
A pessoa pode com uma tonelada, dentro do limite.
Agora, passando do limite, cinqüenta toneladas a mais, não pode.
O que acontece?
Por não poder, é esmagado pelas toneladas que passaram do limite.
E é por isso que o desassossego do mundo inteiro se multiplica; as confusões, as ruínas, os crimes, porque tudo que passa dos limites, não há quem agüente, passa mal.
É o caso existente no mundo inteiro, que causou este furacão no mundo inteiro e a vida se tornou deplorável, sem garantia e, por isso, está aí essa situação calamitosa de salve-se quem puder no mundo inteiro, porque o progresso evoluiu demais.
Avançou os limites e, daí, a causa do descontrole de tudo.
Portanto, ninguém é culpado desta situação universal.
A culpa é a inexperiência, a vontade de todos progredirem para melhorar e quanto mais progridem para melhorar, mais tudo ao contrário, piorando sempre, como aí está provado, um progresso que veio vindo a regresso. E aí estão as provas: a liquidação moral, financeira e física.
Tudo isto, por passarem do limite, porque tudo tem limite.
Passou do limite, não há quem agüente, devido os excessos absurdos.
E assim está o mundo, numa convulsão generalizada pelo excesso de um progresso que passou dos limites e veio vindo a REGRESSO, por passar dos limites.
Agora, quem não conhece a causa, começa a botar culpa uns nos outros.
Ninguém é culpado do sofrimento da humanidade, universalmente.
É que passaram do limite, pensando - que progredindo de todas as formas, de todos os jeitos e de todas as maneiras – ia tudo acertar.
E ficou na vontade de acertar.
Portanto, ninguém é culpado do mundo inteiro estar sofrendo as conseqüências do livre arbítrio.
(Continua na próxima postagem)

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